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cid m 53
CID-10

Distúrbios musculoesqueléticos não especificados

Dor musculoesquelética inespecífica

Resumo

M53 envolve dores musculoesqueléticas não bem definidas; manejo com exercício e orientação.

Identificação

Código Principal
M53
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras afecções musculoesqueléticas não especificadas pela OMS, localização variável
Nome em Inglês
Other musculoskeletal disorders, unspecified
Outros Nomes
Dor musculoesquelética inespecífica • Distúrbio músculo-esquelético não especificado • Condição músculo-esquelética não classificada • Dor de origem não identificada • Desordem musculoesquelética não especificada
Siglas Comuns
MSE M53 DME

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema musculoesquelético
Categoria Principal
Doenças musculoesqueléticas não especificadas
Subcategoria
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global não bem definida; quadro comum em adultos com dor crônica
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; não há cifra única para M53
Faixa Etária Principal
Adultos de meia idade e idosos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio feminino em relatos de dor crônica
Grupos de Risco
Adultos com dor crônica Atletas com lesões repetitivas Trabalhadores com esforço repetitivo Idosos Poucas com comorbidades
Tendência Temporal
Estável com variações regionais

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial com contribuição de esforço repetitivo, trauma leve e fatores posturais
Mecanismo Fisiopatológico
Dor crônica decorrente de microtraumas, inflamação discreta e sensibilização neural
Fatores de Risco
Idade avançada Sedentarismo Trabalho repetitivo Obesidade Má ergonomia Turnos noturnos
Fatores de Proteção
Atividade física regular Postura correta Alongamento diário Controle de peso
Componente Genético
Contribuição genética em algumas síndromes, porém não hereditária dominante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor inespecífica na região afetada, com rigidez e desconforto ao movimento
Sintomas Frequentes
Dor localizada
Rigidez matinal leve
Limitação de mobilidade
Dor ao movimento
Piora com atividade
Terapia de calor
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa com edema
  • Fraqueza progressiva
  • Perda de sensibilidade
  • Febre alta com mal-estar
  • Sinais de infecção local
Evolução Natural
Pode progredir lentamente com atrito mecânico, piora com atividades
Complicações Possíveis
Dor crônica persistente Limitacao funcional Degeneração articular progressiva Redução de mobilidade Dor residual

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, exame físico e exclusão de causas graves; imagem conforme área
Exames Laboratoriais
PCR inespecífica Proteína C reativa Hemograma Fator reumatoide VHS
Exames de Imagem
Radiografia simples RM da área afetada Ultrassom musculoesquelético TC quando indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Dor radicular por hérnia de disco
  • Osteoartrite localizada
  • Fibromialgia
  • Tendinopatias crônicas
  • Infecção local
Tempo Médio para Diagnóstico
Semanas depende de acesso a serviços e exames

Tratamento

Abordagem Geral
Educação, manejo da dor, exercícios de alongamento e mobilização, foco na função
Modalidades de Tratamento
1 Terapia física
2 Medicamentos analgésicos
3 Terapia ocupacional
4 Ergonomia
5 Cirurgia apenas se indicado
Especialidades Envolvidas
Fisiatria Ortopedista Fisioterapeuta Reumatologista Anestesiologista
Tempo de Tratamento
Varia conforme resposta; meses em média
Acompanhamento
Consultas a cada 3-6 meses com reavaliação de função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado e função preservada
Fatores de Bom Prognóstico
  • Exercício regular
  • Tratamento precoce
  • Adesão ao plano
  • Boa ergonomia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor não controlada
  • Comorbidades relevantes
  • Baixa adesão
  • Lesões agudas não tratadas
Qualidade de Vida
Pode reduzir atividades diárias, porém com tratamento adequado mantém bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Postura correta, exercícios regulares e pausas durante atividades repetitivas
Medidas Preventivas
Ergonomia adequada
Aquecimento pré-exercício
Fortalecimento muscular
Pausas ativas
Controle de peso
Rastreamento
Avaliações clínicas periódicas conforme risco ocupacional

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Acesso varia por região; não há padrão único

Perguntas Frequentes

1 Quais causas comuns de M53 existem?
Causas multifatoriais incluem esforço repetitivo, má postura e trauma leve; diagnóstico exige avaliação clínica.
2 Como é feito o diagnóstico de M53?
Avaliação clínica, exames direcionados e exclusão de outras condições; imagem ajuda quando indicado.
3 Tratamento costuma exigir cirurgia?
Varia com gravidade; maioria utiliza fisioterapia, exercícios e manejo da dor; cirurgia apenas em casos específicos.
4 É possível prevenir M53?
Postura correta, atividade física regular e pausas durante tarefas repetitivas ajudam a reduzir risco.
5 Quais sinais pedem avaliação rápida?
Dor súbita intensa, fraqueza, formigamento persistente ou sinais de infecção demandam atendimento imediato.

Mitos e Verdades

Mito

repousar sempre cura.

Verdade

equilíbrio entre repouso e movimento preserva função com orientação adequada.

Mito

dor é apenas sinal de idade.

Verdade

dor merece avaliação médica; envelhecimento não explica tudo.

Mito

cirurgia sempre resolve.

Verdade

cirurgia é última opção; fisioterapia muitas vezes basta.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista; iniciar avaliação
Especialista Indicado
Ortopedista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza progressiva ou febre alta
Linhas de Apoio
136 - Saúde 0800 - Central SUS 0800 - Apoio ao Paciente

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.