contato@nztbr.com
cid m 52
CID-10

Outras dorsopatias da coluna

Dores nas costas diversas

Resumo

Conjunto de dorsopatias da coluna explica dor; manejo envolve exercícios e reabilitação.

Identificação

Código Principal
M52
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Other dorsopathies of the spine
Nome em Inglês
Other dorsopathies of the spine
Outros Nomes
Dorsopatia da coluna • Dorsopatias da coluna • Doenças da coluna • Problemas de costas • Condições da coluna
Siglas Comuns
M52

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Dorsopatias da columna
Subcategoria
Outras dorsopatias da coluna
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global não é única; dorsopatias são comuns com idade. Dados variam por método.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maior prevalência com envelhecimento populacional.
Faixa Etária Principal
Adultos acima de 40 anos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos; variações por subtipo
Grupos de Risco
Idade avançada Obesidade Sedentarismo Traumas repetitivos Trabalho pesado
Tendência Temporal
Envelhecimento populacional mantém a demanda; diagnóstico aumenta com acesso.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fatores multifatoriais incluindo biomecânica, envelhecimento, genética e hábitos de vida
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração, inflamação, compressão nervosa e instabilidade segmentar levam à dor
Fatores de Risco
Idade avançada Obesidade Sedentarismo Trabalho repetitivo Trauma Baixa atividade física
Fatores de Proteção
Exercícios regulares Fortalecimento do core Postura ergonômica Controle de peso
Componente Genético
Contribuição genética moderada em alguns subtipos

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor nas costas persistente, pior com movimento, muitas vezes com rigidez
Sintomas Frequentes
Dor localizada
Rigidez matinal curta
Dor que aumenta com esforço
Limitação de flexão
Dor radicular ocasional
Fraqueza leve
Sinais de Alerta
  • Febre alta com dor persistente
  • Fraqueza neurológica progressiva
  • Perda de controle urinário
  • Dor súbita com trauma
  • Piora súbita de função
Evolução Natural
Dor crônica sem tratamento pode persistir, com limitação funcional
Complicações Possíveis
Limitação funcional permanente Alteração da marcha Dificuldade nas atividades diárias Depressão relacionada à dor Dependência de analgésicos a longo prazo

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de dor + exame; sinais de alarme levam a imagem
Exames Laboratoriais
Hemograma completo VHS/PCR para inflamação Perfil metabólico Marcadores reumatológicos
Exames de Imagem
Radiografia de coluna Ressonância magnética Tomografia computadorizada Densitometria óssea quando indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Hérnia de disco lombar
  • Espondilose
  • Dor muscular inespecífica
  • Fratura vertebral não detectada
  • Dor referida
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia com acesso a serviços; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Multimodal: alívio da dor, função e prevenção de recidivas
Modalidades de Tratamento
1 Fisioterapia
2 Exercícios de fortalecimento
3 Ergonomia
4 Analgésicos conforme indicação
5 Tratamento conservador
Especialidades Envolvidas
Ortopedista Fisioterapeuta Neurologista Reabilitador Medicina de família
Tempo de Tratamento
Varia conforme gravidade; resposta gradual
Acompanhamento
Consultas periódicas; reavaliação de dor e função

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com manejo ativo
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Exercícios consistentes
  • Ergonomia no dia a dia
  • Boa função prévia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor neuropática persistente
  • Comorbidades graves
  • Baixa adesão
  • Dor inflamatória persistente
Qualidade de Vida
Pode diminuir temporariamente, melhora com reabilitação

Prevenção

Prevenção Primária
Postura correta, exercícios regulares e peso ideal
Medidas Preventivas
Ergonomia no trabalho
Treinamento de postura
Fortalecimento do core
Pausas ativas
Alongamento diário
Rastreamento
Avaliação clínica periódica para dor crônica

Dados no Brasil

Internações variam por região; dados nacionais limitados.
Internações/Ano
Óbitos diretos são raros, costumam ocorrer por comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões urbanas com acesso ampliado apresentam maiores diagnósticos.

Perguntas Frequentes

1 Posso curar dorsopatia apenas com tratamento conservador?
Muitos casos melhoram com fisioterapia e exercícios; cirurgia não é sempre necessária.
2 Quanto tempo leva para ver melhora?
Varia; algumas pessoas notam alívio em semanas, outras meses.
3 A dorsopatia pode voltar após tratamento?
Recidivas são possíveis; manter postura e exercícios reduz o risco.
4 Qual a chance de cirurgia?
Pouca gente precisa; decisão depende do subtipo e resposta ao manejo.
5 O que fazer no dia a dia para evitar piora?
Movimente-se, ergônomo no trabalho, fortaleça core e mantenha peso adequado.

Mitos e Verdades

Mito

dor lombar é sinal de doença grave constante.

Verdade

a maioria é dor musculoesquelética com bom manejo.

Mito

toda dorsopatia exige cirurgia.

Verdade

abordagem conservadora funciona na maioria.

Mito

exercícios pioram a dor.

Verdade

exercícios bem orientados reduzem dor e rigidez.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou ortopedista; fisioterapeuta é essencial
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com fraqueza, perda de função ou alterações urinárias
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Central de Saúde 0800-000-0000

CIDs Relacionados

M50 M51 M53 M54 M62

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.