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cid m 16
CID-10

Osteoartrose do quadril (coxartrose)

coxartrose

Resumo

OA do quadril é desgaste da articulação com dor e rigidez; tratamento disponível

Identificação

Código Principal
M16
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Osteoartrose da articulação do quadril
Nome em Inglês
Hip osteoarthritis
Outros Nomes
coxartrose • osteoartrite do quadril • artrose da anca • osteoartrite da articulacao do quadril • artrose do quadril
Siglas Comuns
OA Coxartrose COXART

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomusculoesquelético
Categoria Principal
Doença articular degenerativa
Subcategoria
coxartrose primária
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; OA do quadril afeta milhões, aumentando com a idade.
Prevalência no Brasil
Mais comum entre idosos; dados nacionais variam por método.
Faixa Etária Principal
Idosos, acima de 60 anos
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres
Grupos de Risco
Envelhecimento Obesidade Trauma do quadril Displasia do quadril História familiar
Tendência Temporal
Estável a levemente crescente com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desgaste progressivo da cartilagem articular com alterações ósseas
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração progressiva da cartilagem com inflamação leve local e remodelação óssea
Fatores de Risco
Idade avançada Obesidade Sexo feminino Displasia do quadril Trauma prévio Genética
Fatores de Proteção
Peso estável Exercícios regulares Fortalecimento muscular Proteção articular
Componente Genético
Contribuição genética associada a maior risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor no quadril, piora com atividade, alívio com repouso
Sintomas Frequentes
Dor irradiando para a virilha
Rigidez matinal curta
Redução da flexão e abdução
Piora ao subir escadas
Estalos ou sensação de travamento
Sinais de Alerta
  • Dor súbita intensa com febre
  • Fraqueza progressiva
  • Edema agudo
  • Perda de sensibilidade com formigamento
  • Dor noturna sem alívio
Evolução Natural
Progresso gradual sem tratamento pode levar dor crônica e limitação
Complicações Possíveis
Dor crônica Limitação funcional Necessidade de cirurgia Degeneração de joelhos Instabilidade da perna

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame, radiografia; confirmação com imagem e evolução clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma Proteína C-reativa Fator reumatoide Anticorpos anti-CCP Velocidade de hemossedimento
Exames de Imagem
Radiografia do quadril com redução de espaço articular Sinais de osteófitos Esclerose subcondral Alterações de forma óssea
Diagnóstico Diferencial
  • Artrite reumatoide
  • Osteonecrose da cabeça femoral
  • Artrite séptica
  • Pseudoartrose do quadril
  • Gota com envolvimento articular
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a imagem e avaliação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de dor, preservação de função, educação do paciente, exercícios de fortalecimento
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos analgésicos
2 Fisioterapia
3 Cirurgia quando indicado
4 Controle de peso
5 Suporte articular
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Fisioterapia Reumatologia Radiologia
Tempo de Tratamento
Pode durar anos; acompanhamento é contínuo
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses e ajustes do plano

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; boa adesão reduz impacto nas atividades diárias
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Exercícios regulares
  • Baixo peso
  • Intervenção cirúrgica adequada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Dor persistente
  • Comorbidades graves
  • Baixa adesão
  • Trauma adicional
Qualidade de Vida
Impacta mobilidade e atividades; manejo adequado melhora substantially

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso saudável, evitar lesões, manter atividade física regular
Medidas Preventivas
Exercícios de baixo impacto
Fortalecimento muscular
Calçados adequados
Proteção de quadril
Gestão de peso
Rastreamento
Avaliação clínica quando dor persistente

Dados no Brasil

Estimativas variam; internações não são frequentes
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em regiões com população idosa

Perguntas Frequentes

1 OA do quadril pode ter componente hereditária?
Fator genético aumenta o risco, mas estilo de vida é determinante
2 Dói apenas ao caminhar?
Dor pode ocorrer com ou sem movimento, avalie com profissional
3 Raio-X é suficiente para diagnóstico?
Radiografia ajuda, mas avaliação clínica é essencial
4 Cirurgia é comum?
Cirurgia indicada em casos graves; muitas vezes evita sequelas
5 Posso evitar cirurgia?
Sim, com peso estável, exercícios e fisioterapia

Mitos e Verdades

Mito

OA é apenas envelhecimento.

Verdade

dor e função variam; manejo adequado melhora.

Mito

cirurgia é necessária sempre.

Verdade

cirurgia indicada apenas em certos casos; conservador primeiro.

Mito

atividades causam OA.

Verdade

fatores mecânicos contribuem, não são únicos

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure ortopedista ou reumatologista; serviço público ou particular
Especialista Indicado
Ortopedista
Quando Procurar Emergência
Dor súbita com febre, calor, ou piora rápida; procure atendimento
Linhas de Apoio
Telefone 136 Centro de Valorização da Vida 188 SUS 0800 055 5500

CIDs Relacionados

M16.0 M16.1 M16.2 M16.4 M16.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.