contato@nztbr.com
cid luxacao ombro
CID-10

Luxação do ombro

ombro deslocado

Resumo

Luxação do ombro é deslocamento da cabeça do úmero; diagnóstico rápido evita lesões.

Identificação

Código Principal
S43.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Luxação glenoumeral da articulação do ombro
Nome em Inglês
Shoulder dislocation
Outros Nomes
Luxação glenoumeral • Luxação do ombro • Deslocamento do ombro • Luxação da cabeça do úmero • Glenohumeral dislocation
Siglas Comuns
S43.0 LuxOmbro Glenho

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema osteomuscular
Categoria Principal
Lesão osteoarticular
Subcategoria
Luxação glenoumeral
Tipo de Condição
lesao
Natureza
traumatica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global ligada a trauma de ombro; maior em esportistas jovens.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; maior incidência em unidades de trauma.
Faixa Etária Principal
20 a 40 anos, adultos ativos
Distribuição por Sexo
Predominância masculina entre atletas jovens
Grupos de Risco
Esportes de contato Quedas Rotação forçada Instabilidade prévia Lesões associadas
Tendência Temporal
Avanços cirúrgicos reduziram recidivas; manejo conservador evolui

Etiologia e Causas

Causa Principal
Trauma de ombro por queda, impacto direto ou movimento forçado
Mecanismo Fisiopatológico
Cabeça do úmero desloca-se fora da cavidade glenoidal por trauma violento
Fatores de Risco
Esportes de alto impacto Quedas de altura Rotação excessiva Laxidade ligamentar congênita História de luxação
Fatores de Proteção
Fortalecimento muscular Técnica de queda segura Uso de proteção esportiva Propriocepção e alongamento
Componente Genético
Baixa predisposição genética; síndromes de instabilidade associadas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor súbita e incapacidade de mover o ombro
Sintomas Frequentes
Deformidade visível
Incapacidade de elevar o braço
Inchaço articular
Instabilidade
Dor com rotação
Sinais de Alerta
  • Dor intensa com pulso fraco
  • Perda de sensibilidade distal
  • Deformidade acentuada
  • Sinais de isquemia neural
Evolução Natural
Sem redução, dor persistente, risco de lesões recorrentes
Complicações Possíveis
Lesão do manguito rotador Lesão do nervo axilar Lesão labral Fraturas associadas Instabilidade crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de trauma com deformidade; confirmação radiográfica em dois planos
Exames de Imagem
Radiografia de ombro em dois planos Tomografia para fraturas RM para danos em manguito RM para avaliação de labrum
Diagnóstico Diferencial
  • Fratura da cabeça do úmero
  • Fratura da clavícula
  • Luxação recidivante
  • Lesão do manguito
  • Fratura de glenoide
Tempo Médio para Diagnóstico
Confirmação rápida com imagem após atendimento

Tratamento

Abordagem Geral
Redução com analgesia adequada, estabilização e reavaliação
Modalidades de Tratamento
1 Redução fechada
2 Imobilização temporária
3 Terapia física
4 Cirurgia em casos complexos
5 Reparo labral
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Radiologia Anestesiologia Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Semanas a meses, conforme lesões associadas
Acompanhamento
Seguimento em 2–3 semanas; ajustes na reabilitação

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com tratamento adequado; recidivas mais comuns em jovens atletas
Fatores de Bom Prognóstico
  • Redução rápida
  • Ausência de lesões associadas
  • Boa adesão à reabilitação
  • Idade mais jovem
Fatores de Mau Prognóstico
  • Instabilidade crônica
  • Lesões labrais extensas
  • Lesão do manguito
  • Recidivas frequentes
Qualidade de Vida
Melhora com reabilitação; retorno funcional progressivo

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção com fortalecimento e técnica correta
Medidas Preventivas
Fortalecimento do manguito
Propriocepção
Aquecimento adequado
Proteção esportiva
Retorno gradual
Rastreamento
Avaliações pós-trauma para detectar instabilidade futura

Dados no Brasil

Varia por região; traumas de ombro podem exigir internação quando cirurgia
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em capitais com serviços de trauma; desigualdade regional

Perguntas Frequentes

1 Qual a diferença entre luxação e entorse?
Luxação desloca a cabeça do osso; entorse é lesão de ligamentos sem deslocamento completo.
2 Como sei se preciso cirurgia?
Cirurgia indicada por instabilidade marcada, fraturas associadas ou recidivas.
3 Como é o diagnóstico?
Anamnese e radiografia; RM se houver lesões moles ou labrais.
4 Posso voltar ao esporte?
Retorno depende de cirurgia e fisioterapia; siga orientação médica.
5 Quais sinais de alarme?
Dor forte com alterações de sensibilidade, pulso ou circulação indicam urgência.

Mitos e Verdades

Mito

toda luxação exige cirurgia.

Verdade

muitos casos retornam com redução e reabilitação.

Mito

dor após trauma sempre significa luxação.

Verdade

outras causas existem; avaliação adequada é essencial.

Mito

luxação do ombro não recidiva.

Verdade

recidiva é possível, sobretudo em atletas.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Pronto atendimento ou ortopedia em caso de trauma no ombro
Especialista Indicado
Ortopedista com foco em ombro
Quando Procurar Emergência
Dor intensa com pulso fraco ou sensibilidade comprometida requer socorro
Linhas de Apoio
188 0800-123-4567 SUS Telefone de apoio

CIDs Relacionados

S43.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.