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cid linfonodomegalia
CID-10

Linfadenopatia inespecífica

linfonodomegalia

Resumo

Nódulos inchados no pescoço, virilha ou axilas; pode ter várias causas

Identificação

Código Principal
R59.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Linfadenopatia: aumento não específico dos linfonodos, em inflamação, infecção ou neoplasia, conforme OMS.
Nome em Inglês
Lymphadenopathy
Outros Nomes
linfadenopatia • adenopatia • gânglios inchados • inchaço linfonodal • linfonegalia
Siglas Comuns
LAD Linfadenopatia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema linfático
Categoria Principal
Doenças do sistema linfático
Subcategoria
Linfadenopatia
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia com etiologia; não há cifra única global para linfadenopatia.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; alta em infecções, HIV e TB.
Faixa Etária Principal
Toda a vida; mais comum em adultos jovens
Distribuição por Sexo
Variável; sem predomínio claro
Grupos de Risco
Imunossupressão HIV TB Neoplasias Infecções recorrentes
Tendência Temporal
Variável conforme etiologia; pode aumentar com infecções ou neoplasias

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta imune a infecção, inflamação ou neoplasia
Mecanismo Fisiopatológico
Hiperplasia do tecido linfonodal com inflamação local
Fatores de Risco
Imunodeficiência Imunossupressão Infecções oportunistas HIV TB Neoplasias
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Saúde imunológica Tratamento de infecções Acesso a serviços
Componente Genético
Contribuição genética em quadros selecionados

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulos palpáveis, às vezes doloridos, no região afetada
Sintomas Frequentes
Nódulos palpáveis
Dor localizada
Febre leve
Fadiga
Perda de peso leve
Suor noturno
Sinais de Alerta
  • Nódulos fixos
  • Aumento rápido do tamanho
  • Febre alta persistente
  • Dor intensa
  • Fraqueza marcada
Evolução Natural
Pode regredir com tratamento de causa ou progredir se etiologia persistir
Complicações Possíveis
Infecção secundária Necrose de linfonodo Compressão de estruturas Doenças associadas Dispneia por compressão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História, exame, exames laboratoriais e imagem para etiologia
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/CRP HIV EBV/CMV TB test
Exames de Imagem
Ultrassom de linfonodos Tomografia RM PET-CT
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção viral
  • TB
  • Linfoma
  • Leucemia
  • Sarcoidose
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses, conforme etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento dirigido à etiologia; manejo sintomático quando indicado
Modalidades de Tratamento
1 Antimicrobianos quando infecção
2 Quimioterapia se neoplasia
3 Cirurgia diagnóstica
4 Imunoterapia quando indicada
5 Acompanhamento
Especialidades Envolvidas
Clínica Infectologia Hematologia Oncologia Pediatria
Tempo de Tratamento
Duração depende da etiologia; semanas a meses
Acompanhamento
Consultas regulares para monitorar resposta

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da causa; infecções costumam ter bom curso
Fatores de Bom Prognóstico
  • Etiologia benigna
  • Resposta rápida ao tratamento
  • Nódulos pequenos
  • Ausência de sintomas sistêmicos
Fatores de Mau Prognóstico
  • Nódulos grandes
  • Febre persistente
  • Imunossupressão
  • Sinais de neoplasia
Qualidade de Vida
Pode permanecer boa com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Prevenção das causas; vacinação, higiene, controle de infecções
Medidas Preventivas
Vacinação quando disponível
Tratamento adequado de infecções
Higiene de mãos
Redução de exposição a infecções
Acesso rápido a serviços de saúde
Rastreamento
Acompanhamento conforme histórico de risco ou doença associada

Dados no Brasil

Número anual de internações depende da etiologia
Internações/Ano
Óbitos variam amplamente pela causa subjacente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição desigual por região e acesso

Perguntas Frequentes

1 Linfadenopatia sempre é câncer?
Não. Possui causas inflamatórias e infecciosas comuns
2 Quais sinais exigem avaliação urgente?
Febre alta, nódulos muito firmes, dor intensa ou dificuldade respiratória
3 Como é confirmada a etiologia?
História, exame, exames de sangue, imagem e, se necessário, biópsia
4 Posso tratar em casa?
Depende da causa; muitas situações apenas observação sob orientação
5 Qualidade de vida com linfonodomegalia?
Boa com manejo adequado e acompanhamento médico

Mitos e Verdades

Mito

apenas idosos ficam com nódulos grandes

Verdade

crianças e adultos também podem

Mito

sempre é cancerígeno

Verdade

maioria é benigno

Mito

antibióticos curam tudo

Verdade

só ajudam quando há infecção bacteriana

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral ou pediatria para avaliação
Especialista Indicado
Hematologista ou Infectologista, conforme caso
Quando Procurar Emergência
Dor aguda intensa, nódulos extremamente rígidos, febre alta
Linhas de Apoio
DisqueSUS 136 Centros de Informação em Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.