contato@nztbr.com
cid linfoma de hodgkin
CID-10

Linfoma de Hodgkin

Linfoma de Hodgkin

Resumo

Linfoma de Hodgkin é câncer de células B do sistema linfático, com boa cura em fases iniciais.

Identificação

Código Principal
C81.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Linfoma de Hodgkin, classificação neoplásica hematológica conforme OMS
Nome em Inglês
Hodgkin lymphoma
Outros Nomes
Linfoma de Hodgkin clássico • HL (Hodgkin lymphoma) • Linfoma hodgkiniano • Linfoma de Hodgkín
Siglas Comuns
HL HD LH

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Neoplasias
Categoria Principal
Neoplasias malignas do sistema linfático
Subcategoria
Linfomas de Hodgkin
Tipo de Condição
doenca
Natureza
neoplasica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Pico entre jovens adultos; variação regional.
Prevalência no Brasil
Casos descritos; dados nacionais variam por região.
Faixa Etária Principal
20–34 anos
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Infecção por EBV História familiar de HL Imunossupressão Exposição ocupacional a riscos
Tendência Temporal
Estável na maioria das regiões, variações locais pequenas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem maligna de células B com fatores genéticos e imunes
Mecanismo Fisiopatológico
Proliferação de células B malignas com ambiente tumoral complexo
Fatores de Risco
Infecção por EBV História familiar de HL Imunossupressão Idade jovem Exposição a químicos
Fatores de Proteção
Nenhuma prevenção específica Saúde imune estável Vacinação geral Detecção precoce de sinais
Componente Genético
Contribuição genética presente em alguns casos; não determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulos linfonodais persistentes, indolores, pescoço/axila
Sintomas Frequentes
Fadiga intensa
Febre sem origem
Perda de peso
Sudorese noturna
Prurido sem causa
Inchaço de linfonodos
Sinais de Alerta
  • Febre alta persistente
  • Perda de peso rápida
  • Inchaço de gânglios que não diminui
  • Fadiga extrema
  • Dificuldade para respirar
Evolução Natural
Progresso sem tratamento; evolução para linfadenopatia disseminada e sintomas B
Complicações Possíveis
Recidiva após tratamento Efeitos tardios da radioterapia Infecções oportunistas Anemia persistente Fadiga crônica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Biópsia de linfonodo com células de Reed-Sternberg
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Perfil metabólico LDH Marcadores EBV
Exames de Imagem
Tomografia PET-CT Ressonância magnética Radiografia torácica
Diagnóstico Diferencial
  • Linfoma não Hodgkin
  • Sarcoidose nodular
  • Tuberculose ganglionar
  • Infecção linfonodal crônica
  • Leucemia linfocítica
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses desde o início dos sintomas.

Tratamento

Abordagem Geral
Quimioterapia combinada com radioterapia; cura alta em fases iniciais.
Modalidades de Tratamento
1 Quimioterapia
2 Radioterapia
3 Terapia alvo/Imunoterapia
4 Transplante autólogo
Especialidades Envolvidas
Oncologia clínica Hematologia Radioterapia Cirurgia (biópsias) Psicologia
Tempo de Tratamento
Quimioterapia típica dura meses; resposta guiada por imagem e sangue
Acompanhamento
Consultas periódicas, exames de imagem e sangue de rotina

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa com tratamento adequado; varia conforme estágio.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Estágio I-II
  • Resposta inicial rápida
  • Predomínio linfocitário
  • Baixa carga tumoral
Fatores de Mau Prognóstico
  • Estágio IV
  • Falha na resposta inicial
  • Doença B refratária
  • Recidiva precoce
Qualidade de Vida
Varia; apoio multidisciplinar ajuda bem-estar e autonomia

Prevenção

Prevenção Primária
Não há medida específica; manter saúde geral.
Medidas Preventivas
Higiene adequada
Saúde mental
Vacinação geral
Alimentação equilibrada
Atividade física regular
Rastreamento
Não há screening específico; diagnóstico por suspeita clínica.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no sistema público
Internações/Ano
Mortalidade anual associada a HL varia por região
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em grandes centros; desigualdade regional

Perguntas Frequentes

1 HL é curável?
Sim, especialmente quando diagnosticado cedo e tratado adequadamente.
2 Quais são os sinais iniciais?
Linfonodos aumentados, geralmente indolores, após meses de evolução.
3 Diagnóstico é doloroso?
Biópsia simples de linfonodo costuma confirmar o diagnóstico.
4 Posso evitar recidiva?
Seguir tratamento e acompanhamento reduz o risco de recidiva.
5 Como melhorar qualidade de vida?
Apoio multidisciplinar, alimentação adequada e atividade física ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

HL vem de linfócitos ruins.

Verdade

HL envolve células B anormais no linfonodo.

Mito

HL não responde a tratamento.

Verdade

resposta costuma ser boa com terapias modernas.

Mito

HL progride rápido sem chance de cura.

Verdade

diagnóstico precoce melhora muito o resultado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de hematologia/oncologia; início com médico de família
Especialista Indicado
Hematologista oncológico
Quando Procurar Emergência
Procure pronto socorro se há dificuldade respiratória aguda
Linhas de Apoio
0800-000-0000 Tel.saúde 134

CIDs Relacionados

C81.9 C81.0 C81.1 C85.9 C85.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.