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cid l509
CID-10

Urticária não especificada

Urticária inespecífica

Resumo

Coceira recorrente com manchas vermelhas que passam; diagnóstico clínico básico e manejo simples.

Identificação

Código Principal
L50.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Urticária, não especificada
Nome em Inglês
Unspecified urticaria
Outros Nomes
urticária inespecífica • urticária simples • erupção histamínica • urticária não especificada • rash urticariforme
Siglas Comuns
URT urt. L50

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças dermatológicas
Subcategoria
Urticária
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam que até 20–25% da população já experimentou urticária.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam; relatos são pouco sistematizados em grandes dados.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; pico em adultos jovens
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em mulheres
Grupos de Risco
História de alergias Asma/rinite alérgica Infecções virais recentes Uso de certos medicamentos Predisposição familiar
Tendência Temporal
Crises variam com gatilhos; recaídas são comuns.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Reação imune na pele com liberação de histamina; gatilhos diversos
Mecanismo Fisiopatológico
Mediadores como histamina provocam vasodilatação e edema, gerando lesões pruriginosas.
Fatores de Risco
História de alergias Asma/rinite alérgica Infecções recentes Uso de certos medicamentos Estresse Temperaturas extremas
Fatores de Proteção
Identificar e evitar gatilhos Tratamento regular de alergias Hidratação da pele Vacinação conforme orientação
Componente Genético
Predisposição hereditária em alguns casos; não determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa com lesões elevadas, vermelhas e bem delimitadas.
Sintomas Frequentes
Coceira intensa
Lesões que aparecem e somem em minutos a horas
Inchaço mínimo da pele
Pele quente ao toque
Rash que muda de lugar
Sinais de Alerta
  • Angioedema de vias aéreas
  • Dificuldade respiratória
  • Piora rápida da boca/língua
  • Sinais de anafilaxia
Evolução Natural
Sem tratamento, crises podem durar dias; com manejo, melhoram mais rápidos.
Complicações Possíveis
Angioedema perigoso Anafilaxia rara Infecções secundárias Ansiedade ligada a crises Alterações de sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Padrões de lesões, prurido e temporização ajudam o diagnóstico clínico.
Exames Laboratoriais
Hemograma IgE total Testes de alergia cutânea TSH se suspeita disfunção tireoidiana Vitamina D?
Exames de Imagem
Fotografia clínica Ultrassom apenas se angioedema suspeito
Diagnóstico Diferencial
  • Dermografismo
  • Eritema multiforme
  • Dermatite de contato
  • Lúpus cutâneo
  • Angioedema farmacológico
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias; depende de gatilho e acesso a médicos

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio da coceira, evitar gatilhos, hidratar a pele; acompanhamento clínico.
Modalidades de Tratamento
1 Antihistamínicos
2 Corticosteroides tópicos
3 Corticosteroides sistêmicos apenas em crises graves
4 Tratamento de angioedema se presente
5 Acompanhamento dermatológico
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Dermatologista Alergologista Pediatra Farmacêutico
Tempo de Tratamento
Crises agudas duram horas; crônico pode durar semanas a meses.
Acompanhamento
Consultas de retorno para ajustar plano e monitorar gatilhos.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente boa; crises recorrentes controladas com tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta aos anti-histamínicos
  • Ausência de angioedema
  • Identificação de gatilhos
  • Lesões limitadas
Fatores de Mau Prognóstico
  • Urticária crônica persistente
  • Angioedema frequente
  • Tratamentos inadequados
  • Comorbidades associadas
Qualidade de Vida
Médio impacto; controle eficaz eleva bem-estar diário.

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar gatilhos conhecidos; manter pele hidratada; consultar antes de medicações novas.
Medidas Preventivas
Identificar alergênicos
Hidratar pele
Usar anti-histamínicos preventivos conforme orientação
Vacinação conforme recomendação
Evitar irritantes da pele
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Média anual depende de gravidade; nem todos são hospitalizados.
Internações/Ano
Óbitos são raros na urticária inespecificada.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Incidência relatada em várias regiões; urbana predominante.

Perguntas Frequentes

1 O que provoca urticária?
Gatilhos variam; alergias, infeções e estresse são comuns fatores.
2 Como funciona o tratamento?
Alívio da coceira com anti-histamínicos; evitar gatilhos; orientação médica.
3 Posso vacinar normalmente?
Vacinas costumam ser seguras; informe alergias a equipe de saúde antes da aplicação.
4 Como prevenir recorrência?
Identificar gatilhos, hidratante regular e seguir o plano médico.
5 Quando ir ao pronto socorro?
Dificuldade para respirar, inchaço de face, piora rápida exigem atendimento.

Mitos e Verdades

Mito

urticária é sempre por comida.

Verdade

pode ocorrer sem alimentação; gatilhos diversos existem.

Mito

apenas coceira resolve.

Verdade

controle melhora com manejo e evitar gatilhos.

Mito

urticária grave é sinal de doença rara.

Verdade

possibilidade de complicações existe; orientação médica ajuda.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico, dermatologista ou alergologista ao observar coceira persistente.
Especialista Indicado
Dermatologista ou alergologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade para respirar, inchaço facial ou da garganta, tontura; busque pronto atendimento.
Linhas de Apoio
188 CVV (apoio emocional) 136 SUS (central de atendimento)

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.