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cid l30
CID-10

Dermatite de Contato

Dermatite de Contato

Resumo

Dermatite de contato: pele irritada por substância; evite gatilho e hidrate.

Identificação

Código Principal
L30
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Dermatite de Contato, Não Especificada
Nome em Inglês
Contact Dermatitis
Outros Nomes
Dermatite alérgica de contato • Dermatite de irritação por contato • Dermatite de contato ocupacional • Dermatite de pele por contato • Irritação de pele por contato
Siglas Comuns
DC D Contato DCot

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele
Categoria Principal
Dermatoses inflamatórias
Subcategoria
Dermatite de Contato
Tipo de Condição
doença
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; prevalência até 15% em populações expostas a alérgenos ocupacionais.
Prevalência no Brasil
Brasil: variações regionais; maior prevalência em adultos ocupacionalmente expostos a irritantes.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Sexo equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Ocupações com contato tópico Alérgicos Pele sensível História de dermatite atópica Exposição a irritantes
Tendência Temporal
Tendência estável; picos em mudanças de ambiente ocupacional.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Contato prolongado com alérgenos ou irritantes na pele
Mecanismo Fisiopatológico
Reação inflamatória cutânea mediada por células imunes ao contato com agente.
Fatores de Risco
Exposição ocupacional Pele sensível História de alergias Uso de produtos irritantes Idade adulta
Fatores de Proteção
Uso adequado de EPIs Hidratação regular Proteção da pele Identificação de alérgenos
Componente Genético
Predisposição hereditária contribui, com variabilidade entre indivíduos.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesões pruriginosas com eritema na pele
Sintomas Frequentes
Coceira intensa
Erupção cutânea
Pápulas e bolhas
Descamação
Inchaço leve
Rápida piora com exposição
Sinais de Alerta
  • Bolhas extensas com febre
  • Infecção local forte
  • Piora rápida
  • Pele generalizada com alterações
  • Dor intensa
Evolução Natural
Sem manejo, irritação persiste com novas exposições; controle depende de evitar gatilho.
Complicações Possíveis
Infecção bacteriana Infecção fúngica Hiperpigmentação residual Espessamento crônico da pele Lesões recorrentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de exposição, exame clínico; patch test auxilia confirmar.
Exames Laboratoriais
Hemograma IgE total Testes de alergia por contato Citometria de pele Biopsia apenas em dúvida
Exames de Imagem
Fotografia clínica Dermatoscopia Ultrassom de pele
Diagnóstico Diferencial
  • Eczema atópico
  • Dermatite irritativa de contato
  • Psoríase
  • Urticária
  • Infecções cutâneas
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente dias a semanas desde a consulta até confirmação

Tratamento

Abordagem Geral
Evitar irritantes/alérgenos; hidratação constante; manejo da coceira.
Modalidades de Tratamento
1 Corticosteroides tópicos
2 Emolientes
3 Proteção da pele
4 Controle de infecção secundária
5 Tratamento ocupacional
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Alergia e Imunologia Medicina Ocupacional Enfermagem Dermatológica
Tempo de Tratamento
Duração depende do gatilho; acompanhamento periódico.
Acompanhamento
Retornos regulares para ajuste do cuidado e prevenção de recorrência.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo preventivo; recaídas comuns com gatilho.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Controle da exposição
  • Adesão ao cuidado
  • Acesso a dermato
  • Hidratação constante
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua
  • Infecções secundárias
  • Pele extremamente sensível
  • Atraso no diagnóstico
Qualidade de Vida
Pode ter impacto moderado; melhora com manejo adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a irritantes; proteção da pele; evitar fragrâncias.
Medidas Preventivas
Uso de luvas e roupas protetoras
Hidratação pós-contato
Produtos sem perfume
Identificar alérgenos comuns
Ambiente de trabalho seguro
Rastreamento
Monitorar casos recorrentes para evitar reincidência.

Dados no Brasil

Internações no SUS são variáveis por região.
Internações/Ano
Óbitos são incomuns; dados dependem de confirmação.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração maior no Sudeste e Sul; variações por indústria.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas da dermatite de contato?
Contato com alérgenos ou irritantes na pele.
2 Como é feito o diagnóstico?
História de exposição e patch test ajudam confirmar.
3 É possível cura completa?
Controle ocorre com evitar gatilho e cuidado adequado.
4 Quais sinais exigem atendimento urgente?
Bolhas grandes, febre ou infecção requer avaliação.
5 Como prevenir no dia a dia?
Hidrate, use produtos sem perfume, proteja a pele.

Mitos e Verdades

Mito

dermatite é contagiosa.

Verdade

não é contagiosa; é reação a exposição.

Mito

só afeta pele sensível.

Verdade

qualquer pele pode ter se exposta.

Mito

cremes resolvem tudo rapidamente.

Verdade

proteção ambiental e manejo são chave.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure dermatologista ou serviço de saúde ocupacional local.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Infecção, piora rápida, febre ou bolhas extensas requer avaliação.
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Central de Saúde 0800-000-0000

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.