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cid l029
CID-10

Condição dermatológica inespecífica da pele

Dermatose inespecífica da pele

Resumo

Doença de pele inespecífica com evolução histórica da CID

Identificação

Código Principal
L029
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doença dermatológica inespecífica da pele (nomenclatura OMS padronizada)
Nome em Inglês
Unspecified dermatologic disease of skin (CID L029)
Outros Nomes
Dermatose não especificada • Lesões cutâneas inespecíficas • Processo cutâneo indefinido • Dermatose não classificada • Doença de pele não definida
Siglas Comuns
L029 CID-10 L029 CID10 L029

Classificação

Capítulo CID
Capítulo II - Doenças da pele e tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele
Subcategoria
Inespecífica da pele
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Dados globais escassos; prevalência pouco definida.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; monitoramento em andamento.
Faixa Etária Principal
Adultos 20-60 anos
Distribuição por Sexo
Padrão equilibrado entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Pele sensível Exposição a irritantes Clima seco Imunossupressão Histórico familiar Contato com alérgenos
Tendência Temporal
Evolui lentamente; avanços diagnósticos recentes melhoram classificação.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem dermatológica inespecífica com múltiplos fatores
Mecanismo Fisiopatológico
Dano cutâneo por resposta inflamatória inespecífica com reparo irregular
Fatores de Risco
Pele sensível Exposição a irritantes Clima seco Imunossupressão Histórico familiar Contato com alérgenos
Fatores de Proteção
Higiene suave Hidratação regular Proteção solar Evitar irritantes

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Lesões cutâneas variadas, com prurido leve a moderado
Sintomas Frequentes
Lesões diversas
Prurido
Descamação discreta
Vermelhidão suave
Lesões em áreas expostas
Recidivas
Sinais de Alerta
  • Febre alta
  • Derrame purulento
  • Edema acentuado
  • Alterações rápidas de pele
  • Sinais de infecção sistêmica
Evolução Natural
Lesões persistem sem tratamento, com ciclos de piora e remissão
Complicações Possíveis
Infecção secundária Cicatrizes Hiperpigmentação Lesões resistentes

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame visual + histórico; excluir dermatoses semelhantes; biópsia se indicado
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR/CRP Pesquisa de infecções Sorologias conforme clínica Biópsia de pele quando indicada
Exames de Imagem
Ultrassom tecidual Ressonância apenas em raros casos Tomografia não necessária Dermatoscopia opcional
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite atópica
  • Psoríase
  • Lupus cutâneo
  • Infecção fúngica
  • Dermatose de contato
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo costuma variar; diagnóstico pode levar semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Cuidados de pele, hidratação, evitar irritantes e inflamação; manejo sem prescrição específica
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados tópicos com emolientes
2 Cremes anti-inflamatórios
3 Tratamentos antimicrobianos se infecção confirmada
4 Medicamentos sistêmicos apenas quando indicado
5 Terapias de pele e fototerapia conforme caso
Especialidades Envolvidas
Dermatologia Alergia e Imunologia Medicina de Família Cirurgia Dermatológica Reabilitação Cutânea
Tempo de Tratamento
Duração varia com lesão; acompanhamento regular
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 1-3 meses, monitorando lesões, ajuste de cuidados

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado; recidivas podem ocorrer
Fatores de Bom Prognóstico
  • Lesões limitadas
  • Resposta precoce
  • Ausência de infecção
  • Boa adesão ao cuidado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Recidivas frequentes
  • Infecção secundária
  • Extensão extensa
  • Complicações cicatriciais
Qualidade de Vida
Impacto moderado na rotina, especialmente pela coceira e cuidado constante da pele

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene suave, proteção solar, evitar irritantes, cuidado precoce com lesões
Medidas Preventivas
Hidratação diária
Protetor solar
Roupas suaves
Evitar irritantes
Tratamento rápido de lesões
Rastreamento
Monitoração de lesões persistentes; consulta dermatologista quando houver alterações

Dados no Brasil

Números nacionais não consolidados
Internações/Ano
Óbitos raros; dados nacionais limitados
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior registro em áreas urbanas; dados escassos

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam necessidade de avaliação rápida?
Febre alta, dor intensa, vermelhidão crescente ou secreção sugerem correção rápida.
2 Leitura de diagnóstico parece confusa, o que fazer?
Peça explicações simples; pergunte sobre causas, tratamentos e prazos.
3 É possível prevenir recidivas com cuidado diário?
Cuidados com pele, hidratação e proteção reduzem recorrências.
4 Existem exames que ajudam no diagnóstico?
Exames visuais e, se necessário, biópsia e exames específicos.
5 Quando voltar para consulta de rotina?
Retorno de 3 a 6 meses, conforme evolução clínica.

Mitos e Verdades

Mito

Pele contagiosa com facilidade

Verdade

Não costuma transmitir; raro transmitir sem lesões abertas

Mito

Tratamento rápido resolve tudo

Verdade

Algumas lesões precisam de cuidado contínuo

Mito

A pele só muda com idade

Verdade

Fatores ambientais também importam

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure dermatologista ou médico de família para avaliação inicial
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se febre, dor intensa ou secreção
Linhas de Apoio
0800-000-000 Dúvidas dermatológicas Central de apoio saúde

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.