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cid l028
CID-10

Outros abscessos cutâneos

Abscesso na pele

Resumo

Abscesso cutâneo não especificado: pus sob pele; drenagem comum, antibióticos apenas quando indicado.

Identificação

Código Principal
L02.8
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Abscesso cutâneo não especificado
Nome em Inglês
Other cutaneous abscess
Outros Nomes
Abscesso cutâneo • Abscesso da pele • Abscesso superficial • Pústula abscedente • Lesão purulenta da pele
Siglas Comuns
L02.8 AC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Doenças da pele e tecidos subcutâneos
Subcategoria
Abscesso cutâneo não especificado
Tipo de Condição
lesao
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Abscesso cutâneo comum em todas as idades, variações por local e higiene.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em serviços de saúde, maior em áreas com saneamento precário.
Faixa Etária Principal
Adultos e crianças; pico em adultos.
Distribuição por Sexo
Proporção aproximadamente igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Higiene inadequada Diabetes Imunossupressão Traumas de pele Uso de corticoides
Tendência Temporal
Tendência estável em países desenvolvidos; variações regionais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção local por bactérias, principalmente Staphylococcus aureus.
Mecanismo Fisiopatológico
Infecção local com formação de pus por resposta inflamatória; neutrófilos e edema.
Fatores de Risco
Higiene inadequada Diabetes Imunossupressão Dermatoses Trauma de pele Obesidade
Fatores de Proteção
Higiene adequada Cuidados com feridas Controle glicêmico Vacinação de tétano
Componente Genético
Predisposição genética rara para pele inflamada, não hereditária dominante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Nódulo doloroso com rubor, calor e presença de pus.
Sintomas Frequentes
Dor local intensa
Edema
Pus visível
Rubor local
Febre leve
Sinais de Alerta
  • Febre alta repentina
  • dor intensa com pus não drenando
  • mancha vermelha que aumenta rápido
  • drenagem com mau cheiro
  • dor que se agrava com o tempo
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir para abscesso maior ou celulite; drenagem acelera melhoria.
Complicações Possíveis
Celulite extensa Recorrência Fístula crônica Infecção sistêmica (rara) Dano tecidual local

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com presença de pus; confirmação com drenagem e cultura.
Exames Laboratoriais
Hemograma com leucocitose CRP/PCR elevado Cultura de pus Coagulograma opcional Glicemia se diabete
Exames de Imagem
Ultrassom de pele para abscesso RM/CT se abscesso profundo Doppler se suspeita propagação
Diagnóstico Diferencial
  • Celulite sem abscesso
  • Furúnculo
  • Infecção de ferida
  • Dermatite infecciosa
  • Neoplasia cutânea
Tempo Médio para Diagnóstico
Rápido com exame clínico; cultura pode demorar.

Tratamento

Abordagem Geral
Drenagem do abscesso, higiene da pele e antibióticos apenas quando indicado.
Modalidades de Tratamento
1 Drenagem cirúrgica
2 Antibióticos conforme indicação
3 Cuidados com curativos
4 Analgesia
5 Higiene de feridas
Especialidades Envolvidas
Clínica Geral Dermatologia Cirurgia Infectologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Curto; drenagem resolutiva em poucas sessões.
Acompanhamento
Retorno para reavaliação em 48-72h; orientar sinais de piora.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento apropriado; cicatrização costuma ocorrer sem sequelas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Drenagem precoce
  • Ausência de diabetes
  • Baixo número de abscessos
  • Boa higiene
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes não controlado
  • Imunossupressão
  • Abscesso profundo
  • Recidiva frequente
Qualidade de Vida
Impacto temporário na vida diária, melhora com tratamento adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene adequada, cuidado com feridas e manejo de condições da pele.
Medidas Preventivas
Higiene das mãos
Cuidados com feridas
Evitar traumas
Controle de doenças
Vacinação de tétano conforme cronograma
Rastreamento
Exame clínico ao menor sinal de abscesso; atenção especial a diabéticos.

Dados no Brasil

Varia por região; números oficiais não padronizados.
Internações/Ano
Óbitos associados são raros com abscesso isolado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em áreas com higiene precária; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Abscesso exige antibiótico?
Nem sempre; drenagem e higiene são prioritárias; antibióticos indicados se houver febre, diabetes ou abscesso profundo.
2 Como prevenir recaídas?
Higiene, tratar feridas prontamente e evitar traumas na pele.
3 Tempo para retorno ao trabalho?
Depende da gravidade; muitos retornam após drenagem e alívio da dor.
4 É contagioso?
Contágio limitado; boa higiene reduz o risco de transmissão.
5 Quando procurar atendimento emergencial?
Febre alta, dor intensa, pus que não drena ou secreção com mau cheiro.

Mitos e Verdades

Mito

antibiótico é sempre necessário.

Verdade

drenagem é fundamental; antibióticos conforme indicação.

Mito

qualquer pus significa cirurgia imediata.

Verdade

muitos abscessos curam com drenagem simples.

Mito

abscesso é sempre grave.

Verdade

na maioria, é leve com tratamento adequado.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Clínica geral ou pronto atendimento ao primeiro sinal.
Especialista Indicado
Dermatologista ou cirurgião geral.
Quando Procurar Emergência
Procure atendimento se febre alta, dor intensa ou pus que não drena.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Central 0800-611-9910 Linha de apoio local

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L02.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.