contato@nztbr.com
cid k40.9
CID-10

Hérnia inguinal não especificada

Hérnia inguinal não especificada

Resumo

Hérnia na virilha que aparece com esforço; cirurgia costuma resolver

Identificação

Código Principal
K40.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hérnia inguinal não especificada segundo CID-10, nomenclatura OMS
Nome em Inglês
Unspecified inguinal hernia
Outros Nomes
Hérnia inguinal sem especificação • Hérnia da virilha não especificada • Hérnia inguinal inespecífica • Hérnia inguinal não definida • Herniação inguinal não especificada
Siglas Comuns
HIN HGI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XIII - Doenças do sistema digestivo
Categoria Principal
Grupo de hérnias da parede abdominal
Subcategoria
Hérnia inguinal
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam alta prevalência de hérnias inguinais em adultos, sobretudo homens.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta padrões regionais; maior ocorrência em homens de meia-idade.
Faixa Etária Principal
Adultos 40-60 anos
Distribuição por Sexo
Maior em homens; menos comum em mulheres
Grupos de Risco
Homens >40 Obesidade Tosse crônica Constipação História familiar
Tendência Temporal
Prevalência estável, com variações regionais e melhorias no acesso ao tratamento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Defeito na parede abdominal com aumento da pressão intra-abdominal por esforço
Mecanismo Fisiopatológico
Defeito de fechamento da parede com protrusão do conteúdo abdominal ao canal inguinal durante esforço
Fatores de Risco
Sexo masculino Idade >40 Obesidade Tosse crônica Constipação História familiar
Fatores de Proteção
Peso estável Exercícios de fortalecimento da parede Correção de tosse crônica Cuidados com constipação
Componente Genético
Predisposição genética multifatorial sugere maior risco em família

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Protusão visível na virilha ao esforço, que se reduz com repouso
Sintomas Frequentes
Protusão ao atuar físico
Dor ou peso na virilha
Desconforto ao ficar em pé
Surgimento com esforço
Aparece ao tossir
Aparência de abaulamento
Sinais de Alerta
  • Encarceramento agudo
  • Dor intensa com vômitos
  • Pele muy dolorida
  • Alteração de cor da protrusão
  • Febre persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, protrusão pode aumentar com o tempo
Complicações Possíveis
Encarceramento Estrangulamento Dor crônica Infecção de pele

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame físico com contenção ao esforço; imagem se dúvida
Exames Laboratoriais
Hemograma completo Marcadores inflamatórios não específicos Não há marcadores específicos
Exames de Imagem
Ultrassom dinâmico Tomografia abdominal Ressonância regional Imagem conforme dúvida clínica
Diagnóstico Diferencial
  • Lipoma da virilha
  • Hidrocele
  • Hérnia femoral
  • Massas abdominais
  • Dor muscular
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia entre semanas a meses conforme sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Planejar correção cirúrgica; monitorar casos assintomáticos
Modalidades de Tratamento
1 Cirurgia aberta
2 Cirurgia laparoscópica
3 Correção com mesh
4 Tratamento conservador em casos selecionados
5 Reabilitação pós-operatória
Especialidades Envolvidas
Cirurgia geral Medicina de família Radiologia Anestesiologia
Tempo de Tratamento
Intervenção típica com internação breve
Acompanhamento
Retornos em 1-2 semanas, depois conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Ótimo com reparo cirúrgico adequado; recidiva é rara
Fatores de Bom Prognóstico
  • Cirurgia precoce
  • Ausência de encarceramento
  • Cirurgia sem complicações
  • Boa saúde geral
Fatores de Mau Prognóstico
  • Encarceramento pré-op
  • Recidiva
  • Complicações cirúrgicas
  • Doenças graves
Qualidade de Vida
Melhora significativa após reparo; retorno às atividades em semanas

Prevenção

Prevenção Primária
Manter peso estável; evitar esforço intenso sem preparo
Medidas Preventivas
Aquecimento adequado
Fortalecimento da parede
Correção de tosse
Tratamento de constipação
Hidratação e alimentação equilibrada
Rastreamento
Não há rastreamento específico; avaliação clínica ao aparecimento

Dados no Brasil

Internações anuais variam por região
Internações/Ano
Óbitos são raros com tratamento oportuno
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Centro-Oeste com maior registro; varia conforme acesso

Perguntas Frequentes

1 A hérnia inguinal pode sumir sozinha?
Não costuma fechar sem cirurgia; protrusão tende a persistir
2 É seguro operar em qualquer idade?
Casos adultos com avaliação anestésica adequada são seguros
3 Qual diagnóstico confirma hérnia?
Exame físico mais imagem quando necessário
4 Como prevenir recidiva?
Fortalecer parede, tratar tosse e peso, seguir cirurgia
5 Posso voltar ao dia a dia após a cirurgia?
Sim, com retorno gradual conforme orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura hérnia

Verdade

defeito não fecha sem cirurgia; repouso não resolve

Mito

hérnia some sozinha

Verdade

pode aumentar com esforço, não some sem intervenção

Mito

todos precisam de cirurgia

Verdade

alguns assintomáticos podem ser observados

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico ou cirurgião ao notar protrusão
Especialista Indicado
Cirurgião geral
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, vômitos, encarceramento, pele inflamável
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Central de Cirurgia Apoio ao paciente

CIDs Relacionados

K40.9 K40.0 K41 K42 K43

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.