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cid k359
CID-10

Condição: Apendicite aguda não especificada

Apendicite aguda

Resumo

Dor abdominal forte; cirurgia pode ser necessária; procure atendimento.

Identificação

Código Principal
K35.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Apendicite aguda não especificada
Nome em Inglês
Acute Appendicitis, Unspecified
Outros Nomes
apendicite aguda • inflamação do apêndice • dor abdominal baixa • apendice inflamado • apendicite não especificada
Siglas Comuns
AA APC APP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XI - Doenças do aparelho digestivo
Categoria Principal
Doenças do sistema digestivo
Subcategoria
Apendicite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Incidência global estimada: ~100 por 100 mil por ano, com pico em 10-30 anos.
Prevalência no Brasil
Brasil: comum em jovens; variações regionais observadas.
Faixa Etária Principal
10-30 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres próximo equilíbrio; leve predominância masculina.
Grupos de Risco
adolescentes adultos jovens história familiar de apendicite obesidade gestação
Tendência Temporal
Varia por região; tendência estável a moderadamente crescente em alguns locais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Obstrução luminal por fecalito ou hiperplasia linfoide
Mecanismo Fisiopatológico
obstrução luminal leva a edema, inflamação e isquemia, com risco de perfuração
Fatores de Risco
idade jovem sexo masculino obesidade história familiar gestação
Fatores de Proteção
fibra na dieta hidratação adequada atividade física evitar obesidade
Componente Genético
contribuição genética fraca

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor abdominal gradual, migrando para o quadrante inferior direito
Sintomas Frequentes
dor aguda
náusea
vômito
febre baixa
dor à palpação
sensibilidade local
Sinais de Alerta
  • dor intensa com febre alta
  • rigidez abdominal
  • toxicidade
  • alteração do estado de consciência
  • vômitos persistentes
Evolução Natural
progride rapidamente sem tratamento, com dor piorando e risco de perfuração
Complicações Possíveis
peritonite abscesso sepse gangrena ileus

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história clínica compatível, exame doloroso, apoio de imagem para confirmação
Exames Laboratoriais
hemograma com leucocitose PCR alta eletrólitos estáveis urina sem infecção teste gravidez
Exames de Imagem
USG abdominal TC abdômen com contraste RM se necessário Radiografia de abdômen não específico
Diagnóstico Diferencial
  • colecistite
  • diverticulite
  • úlcera perfurada
  • enterite
  • torção ovariana
Tempo Médio para Diagnóstico
habitualmente 6-24h desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
manejo rápido com analgesia, antibióticos conforme protocolo, e cirurgia quando indicado
Modalidades de Tratamento
1 cirurgia laparoscópica
2 cirurgia aberta
3 antibioticoterapia pré-operatória
4 manejo da dor
5 cuidados pós-operatórios
Tempo de Tratamento
cirurgia de apendicectomia dura 30-90 minutos; antibióticos 24-48h
Acompanhamento
pós-operatório com retorno em 7-14 dias; monitoramento de sinal de infecção

Prognóstico

Prognóstico Geral
bom com intervenção adequada; perfurações elevam risco de complicações
Fatores de Bom Prognóstico
  • diagnóstico precoce
  • cirurgia precoce
  • baixa idade
  • sem comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • perfuração precoce
  • abscesso
  • sepse
  • comorbidades graves
Qualidade de Vida
bom retorno às atividades, dor bem controlada e vida normal

Prevenção

Prevenção Primária
não há prevenção específica; alimentação com fibra pode reduzir obstrução luminal
Medidas Preventivas
dieta rica em fibra
hidratação adequada
higiene adequada
atendimento precoce a dor abdominal
evitar atraso no cuidado
Rastreamento
não há rastreamento de rotina; atenção a sinais de apendicite

Dados no Brasil

Hospitalizações de alta demanda no Brasil
Internações/Ano
Óbitos baixos com tratamento rápido
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais diagnósticos onde há acesso a imagem

Perguntas Frequentes

1 Apendicite pode ser tratada sem cirurgia?
Em alguns casos selecionados, antibióticos podem evitar cirurgia temporariamente.
2 Quais são os sinais de alerta?
Dor que piora, febre alta, rigidez, vômitos graves, piora rápida.
3 Qual é o tempo de recuperação?
Retorno gradual às atividades em 1-3 semanas após cirurgia.
4 É contagiosa?
Não é contagiosa; é condição inflamatória local.
5 O que posso comer depois?
Inicie com dieta leve e aumente gradualmente conforme orientação.

Mitos e Verdades

Mito

apendicite resulta de dieta pobre.

Verdade

não há dieta que cause ou previna; diagnóstico é clínico.

Mito

cirurgia sempre necessária.

Verdade

antibióticos podem tratar alguns casos; decisão depende do quadro.

Mito

apendicite não aparece em adultos.

Verdade

apendicite pode ocorrer em qualquer idade.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento imediato se dor abdominal severa com febre
Especialista Indicado
Cirurgião geral
Quando Procurar Emergência
dor súbita com rigidez, febre alta, confusão
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 Regulação Hospitalar

CIDs Relacionados

K35.8 K35.0 K36 K37 K39

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.