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cid j45 9
CID-10

Asma não especificada

asma não especificada

Resumo

Asma não tem cura; controle ótimo reduz crises com manejo e mudanças no ambiente.

Identificação

Código Principal
J45.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asthma, unspecified
Nome em Inglês
Unspecified asthma
Outros Nomes
asma inespecífica • asma sem definição • asma não classificada • asma de etiologia indefinida • asma não especificada
Siglas Comuns
ASMA J45.9 J45

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
asma não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam dezenas de milhões com Asma, variação por idade, sexo e ambiente.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta prevalência entre 5% e 11%, com variação regional e acesso a diagnóstico.
Faixa Etária Principal
Crianças e adolescentes, com parte adulta acometendo igualmente.
Distribuição por Sexo
Mais comum em meninas na infância; equilíbrio em adultos.
Grupos de Risco
Rinite alérgica Sinusite crônica Dermatite atópica Obesidade Refluxo gastroesofágico
Tendência Temporal
Diagnósticos vêm aumentando com detecção precoce; variações regionais persistem.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas com gatilhos alérgicos ou irritativos.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação mediada por células imunes com hiperresponsividade brônquica.
Fatores de Risco
História familiar de asma Rinite alérgica Poluição ambiental Infecções respiratórias repetidas Obesidade Tabagismo passivo
Fatores de Proteção
Ambiente livre de fumaça Controle ambiental de alérgenos Amparo de vacinação Adesão ao manejo
Componente Genético
Predisposição genética relevante para resposta imune e inflamação.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Chiado no peito com falta de ar em surtos intermitentes.
Sintomas Frequentes
Sibilos
Tosse seca ou produtiva
Opressoes torácicas
Dor torácica leve
Pior à noite
Resposta a broncodilatadores
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória grave
  • Pode haver cianose
  • Fraqueza progressiva
  • Confusão aguda
  • Pouca resposta a tratamentos
Evolução Natural
Sem tratamento, crises repetidas e piora do controle; com manejo, controle de sintomas melhora.
Complicações Possíveis
Exacerbações frequentes Dano pulmonar a longo prazo Restrição de atividades Syncope durante crise Atraso no crescimento

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de sintomas familiares; espirometria com melhoria de FEV1 pós broncodilatador >12%.
Exames Laboratoriais
IgE total elevado Hemograma com eosinofilia Painel de alérgenos Teste de sensibilização Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia apenas em situações específicas Nenhum achado obrigatório
Diagnóstico Diferencial
  • DPOC em fumantes
  • Bronquite crônica
  • Infecções respiratórias recorrentes
  • Rinite crônica com sintomas respiratórios
  • Fibrose
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a atendimento; média de meses a anos em alguns serviços.

Tratamento

Abordagem Geral
Educação, monitoramento regular e manejo de gatilhos com base em evidência.
Modalidades de Tratamento
1 Terapias de controle de longo prazo
2 Broncodilatadores de alívio
3 Educação em adesão
4 Reabilitação respiratória
5 Vacinação
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pneumologista Alergologista Enfermeiro respiratório Fisioterapeuta respiratório
Tempo de Tratamento
Duração crônica com revisões periódicas e ajuste de terapias.
Acompanhamento
Retornos a cada 3-6 meses; ajuste conforme sintomas e espirometria.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo adequado e controle de gatilhos.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Controle de gatilhos
  • Diagnóstico precoce
  • Ausência de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exacerbações frequentes
  • Poluição contínua
  • Ingestões de fatores irritantes
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Pode permanecer alta com manejo adequado e suporte.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir gatilhos, manter ambiente limpo e saudável.
Medidas Preventivas
Evitar fumaça de cigarro
Reduzir poeira e mofo
Vacinação contra influenza e pneumococo
Exercício regular
Horários de sono estáveis
Rastreamento
Avaliação periódica de sintomas e controle com questionários simples.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais variando por região.
Internações/Ano
Óbitos são menos frequentes com manejo adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões urbanas com poluição exibem maior diagnóstico; rurais menos.

Perguntas Frequentes

1 Pode a asma ser curada?
Não existe cura definitiva; controle efetivo reduz crises e sintomas.
2 Quais são os sintomas comuns?
Chiado, tosse, aperto no peito, pior à noite ou com esforço.
3 Como é feito o diagnóstico?
História clínica + espirometria com broncodilatador.
4 Quais são os gatilhos?
Alérgenos, fumaça, frio, infecções, estresse, exercícios intensos.
5 O que fazer em crise aguda?
Aja rapidamente com ambiente seguro, broncodilatador de alívio; procure ajuda se piorar.

Mitos e Verdades

Mito

pessoas com asma não podem praticar esportes.

Verdade

prática regular é possível com controle adequado.

Mito

inaladores viciam.

Verdade

uso correto é seguro e essencial para controle.

Mito

apenas crianças têm asma.

Verdade

adultos também podem ter asma diagnose e manejo efetivos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure unidade básica de saúde.
Especialista Indicado
Pneumologista ou alergologista.
Quando Procurar Emergência
Piores sinais: respiração difícil, lábios roxos, confusão.
Linhas de Apoio
Disque 136 SUS Telefone 136 Disque Saúde

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.