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cid j45
CID-10

Asma brônquica

asma brônquica

Resumo

Inflamação crônica das vias aéreas, chiado e tosse; com tratamento, vida normal.

Identificação

Código Principal
J45
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asthma
Nome em Inglês
Asthma
Outros Nomes
asma • asma brônquica • broncoespasmo • asma alérgica • asma infantil

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
asma
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: centenas de milhões com asma; varia por idade e região.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência estimada entre 5% a 8% na população geral.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
História familiar de asma Atopia Poluição ambiental Infecções virais na infância Fumo passivo
Tendência Temporal
Varia por região; melhora com controle, piora com gatilhos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas mediada por alérgenos, irritantes e fatores genéticos.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação das vias aéreas com edema e broncoconstrição reversível.
Fatores de Risco
História familiar de asma Atopia Poluição do ar Fumo passivo Infecções virais precoces Gatilhos ocupacionais
Fatores de Proteção
Evitar gatilhos Vacinação atualizada Ambiente limpo Tratamento adequado da alergia
Componente Genético
Herança multifatorial; genes e ambiente determinam risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Chiado, aperto no peito e tosse
Sintomas Frequentes
Chiado ao respirar
Tosse persistente
Opresión torácica
Fadiga durante esforço
Sibilos expiratórios
Pior na noite
Sinais de Alerta
  • Dificuldade grave para respirar
  • Uso excessivo de esforço
  • Silêncio respiratório
  • Cianose
  • Exacerbação aguda precisa de atendimento
Evolução Natural
Sem tratamento, crises recorrentes podem limitar atividades.
Complicações Possíveis
Exacerbações graves Dano pulmonar crônico Limitação de atividades Uso elevado de corticosteroides

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de sibilos e resposta ao broncodilatador; espirometria com reversibilidade positiva.
Exames Laboratoriais
IgE elevado Eosinófilos elevados FeNO elevado Hemograma com eosinofilia Testes de alergia cutânea
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC de alta resolução apenas se suspeitar comorbidade RM não indicada Não é obrigatório
Diagnóstico Diferencial
  • Bronquite crônica
  • EPOC em jovens
  • Rinite crônica com tosse
  • Doença do refluxo com tosse
  • Fibrose cística?
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico geralmente em semanas a meses após início de sintomas.

Tratamento

Abordagem Geral
Planejamento de controle: evitar gatilhos, broncodilatador de alívio, terapia de manutenção conforme necessidade.
Modalidades de Tratamento
1 Broncodilatadores inaláveis de ação curta
2 Corticosteroides inalados
3 Terapia de manutenção de longo curso
4 Terapias biológicas em casos graves
5 Educação e plano de ação
Especialidades Envolvidas
Pneumologista Alergologista Clínico geral Fisioterapeuta respiratório Enfermeiro educador em asma
Tempo de Tratamento
Duração indeterminada; revisão periódica necessária.
Acompanhamento
Visitas regulares para ajuste e educação.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com controle adequado, vida normal; com falha, risco de exacerbações.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Controle ambiental
  • Ausência de comorbidades
  • Acesso rápido ao cuidado
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exacerbações frequentes
  • Descontrole terapêutico
  • Alta poluição
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Pode ser excelente com manejo adequado; reduz impacto diário.

Prevenção

Prevenção Primária
Evitar gatilhos: fumaça, pó, alérgenos; manejo de rinite e alergias.
Medidas Preventivas
Usar inaladores conforme orientação
Manter ambiente limpo
Vacinação adequada
Plano de ação
Avaliação periódica
Rastreamento
Monitorar sintomas, função pulmonar e resposta ao tratamento.

Dados no Brasil

Número de internações varia por ano e região.
Internações/Ano
Óbitos por exacerbações são raros com manejo adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior prevalência em áreas urbanas; variação regional no país.

Perguntas Frequentes

1 Posso praticar esportes com asma?
Sim, com controle adequado e plano de ação, atividades são possíveis.
2 Qual é o tratamento de manutenção?
Geralmente inaladores com corticoide mais ajuste periódico.
3 Como diferenciar tosse de alergia e asma?
Asma tem chiado e falta de ar; alergia tende a espirros e coceira no nariz.
4 Tempo para ver resultados?
Melhora inicial com broncodilatador; controle total leva semanas a meses.
5 Preciso evitar medicamentos específicos?
Informe médico; alguns fármacos podem piorar a asma em pessoas sensíveis.

Mitos e Verdades

Mito

Asma é causada apenas por falta de treino.

Verdade

Inflamação das vias aéreas é o núcleo da asma.

Mito

Animais nunca podem conviver com asmáticos.

Verdade

Controle ambiental ajuda; animais podem ser gatilho.

Mito

Inaladores curam a asma.

Verdade

Tratamento reduz crises, não cura, mantém controle.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure médico de confiança para avaliação.
Especialista Indicado
Pneumologista ou alergologista.
Quando Procurar Emergência
Crises graves requerem atendimento imediato no pronto-socorro.
Linhas de Apoio
Disque Saúde SUS Centro Rio de Janeiro - apoio asma

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.