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cid j448
CID-10

Asma não especificada

Asma não especificada

Resumo

Asma é dificuldade para respirar que pode ser controlada com tratamento

Identificação

Código Principal
J448
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Asma não especificada, classificação geral segundo OMS
Nome em Inglês
Unspecified asthma
Outros Nomes
asma não especificada • asma inespecífica • asma sem subtipo • asma de etiologia desconhecida • asma leve sem subtipo
Siglas Comuns
N/A

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Asma não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam entre 1% e 18% conforme região
Prevalência no Brasil
Brasil: variações regionais; estimativas entre 6% e 9%
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Quase equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Historia familiar de asma Atopia Exposição a alérgenos Poluição ambiental Tabagismo passivo
Tendência Temporal
Varia por ambiente; aumento em áreas urbanas

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação crônica das vias aéreas com hiperresponsividade, influenciada por genes e ambiente.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação das vias aéreas com edema, hiperresponsividade e remodelação
Fatores de Risco
Historia familiar de asma Atopia Alérgenos domésticos Poluição ambiental Tabagismo materno Infecções respiratórias na infância
Fatores de Proteção
Amamentação exclusiva Ambiente livre de fumaça Vacinação adequada Exercício regular
Componente Genético
Contribuição genética reconhecida; múltiplos loci modulam risco

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sibilância recorrente com tosse noturna
Sintomas Frequentes
Tosse persistente
Chiado no peito
Fôlego curto
Desconforto torácico
Piora com esforço
Piora noturna
Sinais de Alerta
  • Dificuldade grave para respirar
  • Cianose de lábios
  • Saturação baixa
  • Confusão
  • Piora rápida da respiração
Evolução Natural
Pode variar com controle; crises recorrentes podem aparecer
Complicações Possíveis
Crises graves Diminuição da qualidade de vida Infecções respiratórias frequentes Dano pulmonar se mal controlada Dependência de medicação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Quadro clínico com melhora significativa após broncodilatador e espirometria indicativa
Exames Laboratoriais
IgE total Eosinófilos Hemograma Testes de alergia Marcadores inflamatórios
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia de alta resolução Ecocardiograma apenas se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Bronquite crônica
  • DPOC leve
  • Infecções respiratórias
  • Fibrose brônquica
  • Cor pulmonale
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar semanas a meses depende de acesso a testes

Tratamento

Abordagem Geral
Controle inflamatório com corticosteroides inalatórios; broncodilatadores para alívio
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos inalatórios
2 Plano de manejo de crises
3 Imunoterapia quando indicado
4 Educação do paciente
5 Reabilitação respiratória
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Pneumologista Alergologista Fisioterapeuta respiratório
Tempo de Tratamento
Tratamento continuo com ajustes periódicos
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses; ajuste conforme sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Controle adequado traz boa qualidade de vida; crises bem geridas reduzem impacto
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Baixo gatilho ambiental
  • Função pulmonar estável
  • ACESSO a acompanhamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Desconhecimento de gatilhos
  • Baixa adesão
  • Crises graves frequentes
  • Função pulmonar gravemente prejudicada
Qualidade de Vida
Impacto moderado; com manejo, boa participação social e laboral

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos e fumaça, manter ambiente limpo e saudável
Medidas Preventivas
Evitar fumar perto de crianças
Reduzir poeira e ácaros
Ambiente livre de fumaça
Amamentação quando possível
Vacinação regular
Rastreamento
Acompanhamento de função pulmonar periódica e alergias

Dados no Brasil

Dezenas de milhares no Brasil; depende da região
Internações/Ano
Mortalidade baixa quando controlada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga em capitais; variações por região

Perguntas Frequentes

1 AAsma pode desaparecer sozinha sem tratamento?
Tratamento ajuda muito; controle reduz crises e melhora qualidade de vida
2 Como saber se é esforço ou doença séria?
Crises com chiado intenso, dificuldade para falar ou ouvir sibilos exigem avaliação
3 É possível diagnosticar apenas com sintomas?
Avaliação clínica e testes de função pulmonar confirmam o diagnóstico
4 Tratamento dental atrapalha medicamentação inhalatória?
Não; mantenha higiene bucal e siga orientações médicas
5 Posso parar medicação se me sentir bem?
Não pare sem orientação; ajuste depende do controle e orientação médica

Mitos e Verdades

Mito

dieta resolve asma

Verdade

dieta ajuda indiretamente; manejo médico é essencial

Mito

apenas medo piora a condição

Verdade

ansiedade não causa asma; controle é chave

Mito

inaladores viciam

Verdade

inaladores não viciam; uso correto é seguro

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico se ouvir chiado frequente ou tosse persistente
Especialista Indicado
Pneumologista ou alergologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade extrema ao respirar, confusão ou cianose
Linhas de Apoio
Ligue 136 (SUS) Centro de orientação de saúde Disque Saúde 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.