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cid j38
CID-10

Outras doenças do trato respiratório superior

Doenças do trato respiratório superior

Resumo

Grupo de doenças do trato respiratório superior com inflamação, diagnóstico por avaliação clínica.

Identificação

Código Principal
J38
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras doenças do trato respiratório superior
Nome em Inglês
Other diseases of upper respiratory tract
Outros Nomes
Doenças das vias aéreas superiores • Distúrbios das vias aéreas superiores • Condições das vias aéreas superiores • Doenças das vias aéreas superiores • Distúrbios respiratórios superiores
Siglas Comuns
J38 TRS-U TRS-AC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do trato respiratório superior
Categoria Principal
Doenças do trato respiratório
Subcategoria
Inflamações e distúrbios das vias aéreas superiores
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variada por subgrupo; dados agregados limitados.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos, com pico entre 40-70 anos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio por mulheres em alguns subtipos
Grupos de Risco
Exposição a irritantes Tabagismo Alergias respiratórias Imunossupressão Ambiente poluído
Tendência Temporal
Tendência estável ao longo dos anos; variações conforme subtipo.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial com inflamação e irritação crônica das vias aéreas.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação crônica com edema mucoso e produção de muco, levando a obstrução leve das vias aéreas superiores.
Fatores de Risco
Tabagismo Exposição ocupacional a irritantes Doenças alérgicas Imunossupressão Poluição do ar
Fatores de Proteção
Evitar irritantes Controle de alergias Vacinação quando disponível Higiene nasal adequada
Componente Genético
Contribuição genética reconhecida em alguns subtipos, mas não universal.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Tosse crônica com congestão nasal e dor de garganta
Sintomas Frequentes
Tosse persistente
Congestão nasal
Rinorreia
Espirros frequentes
Rouquidão
Dor facial leve
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória moderada a grave
  • Dor facial intensa
  • Inchaço de face
  • Febre alta prolongada
  • Secreção purulenta persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas podem persistir; com manejo, melhoram progressivamente.
Complicações Possíveis
Sinusite bacteriana Obstrução nasal permanente Olfato reduzido Infecções respiratórias recorrentes Asma associada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame físico; confirmação com exames quando indicado.
Exames Laboratoriais
Hemograma IgE total Teste de alergia PCR para infecções Citologia nasal
Exames de Imagem
Endoscopia nasal Tomografia de seios paranasais Radiografia de seios paranasais Rinomanometria
Diagnóstico Diferencial
  • Rinite alérgica
  • Sinusite aguda
  • Rinite não alérgica
  • Laringite
  • Faringite
Tempo Médio para Diagnóstico
Média de dias a semanas conforme subgrupo

Tratamento

Abordagem Geral
Reduzir inflamação, aliviar sintomas e prevenir complicações com monitoramento.
Modalidades de Tratamento
1 Medidas não farmacológicas
2 Medicamentos sintomáticos
3 Controle de alergias
4 Tratamento cirúrgico quando indicado
5 Reabilitação respiratória
Especialidades Envolvidas
Otorrinolaringologia Alergia e Immunologia Pneumologia Medicina de Família Fisioterapia respiratória
Tempo de Tratamento
Duração varia por subtipo; acompanhamento crônico pode ser mensal.
Acompanhamento
Retornos a cada 3-6 meses para ajuste de tratamento.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia por subtipo e adesão ao tratamento; muitos casos bem controlados.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Controle de alergias
  • Ausência de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • Complicações recorrentes
  • Exposição contínua a irritantes
  • Associações com asma
  • Baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Impacto variável; melhora com manejo adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir irritantes, tratar alergias e manter higiene nasal.
Medidas Preventivas
Evitar fumo
Proteção contra poluição
Controle de alergias
Higiene nasal
Vacinação influenza
Rastreamento
Avaliação clínica regular para sintomas recorrentes.

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; manejo geralmente ambulatorial.
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; complicações raras.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequente em áreas urbanas com poluição; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Quais são as causas comuns das doenças J38?
Inflamação das vias aéreas, irritantes e alergias fortemente associadas.
2 É possível curar completamente J38?
Muitas condições melhoram com tratamento; cura total depende do subtipo.
3 Como reconhecer sinais de gravidade?
Dificuldade respiratória, febre alta, dor facial severa exigem avaliação.
4 Quais exames são úteis?
História, exame físico; endoscopia, alergia e exames de imagem quando indicados.
5 Posso prevenir?
Reduzir irritantes, tratar alergias, vacinação e higiene nasal ajudam.

Mitos e Verdades

Mito

rinite é apenas resfriado.

Verdade

envolve inflamação crônica das vias aéreas.

Mito

antibióticos curam rinite.

Verdade

Antibióticos não funcionam para rinite alérgica ou viral.

Mito

cirurgia resolve tudo.

Verdade

Cirurgia pode ajudar em alguns casos, não substitui tratamento completo.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro atendimento com médico de família ou ORL.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista (ORL).
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória intensa, fala comprometida, edema facial.
Linhas de Apoio
SUS 136 CAPS próximo Disque Saúde 136

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.