Rinite Alérgica Induzida por Pólen
Rinite alérgica por pólen
Resumo
Rinite por pólen: espirros e nariz entupido; diagnóstico com testes; tratamento com anti-histamínicos e imunoterapia.
Identificação
- Código Principal
- J30.3
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Rinite alérgica induzida por pólen
- Nome em Inglês
- Allergic Rhinitis Due to Pollen
- Outros Nomes
- Rinite polínica • Rinite sazonal • Febre dos fenos • Alergia nasal por pólen • Rinite alérgica sazonal
- Siglas Comuns
- RA AR nasal RiniteAlérgica
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
- Categoria Principal
- Doenças do sistema respiratório
- Subcategoria
- Rinite alérgica
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- leve
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais: rinite alérgica afeta dezenas de milhões, com maior impacto em crianças e jovens adultos.
- Prevalência no Brasil
- Brasil tem alta prevalência, variando por região e época de pólen.
- Faixa Etária Principal
- Infância e adolescência, com pico na adolescência
- Distribuição por Sexo
- Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
- Grupos de Risco
- Histórico familiar de alergias Atopia Exposição a pólen Poluição do ar Asma associada
- Tendência Temporal
- Aumento com poluição e mudanças climáticas, especialmente em áreas urbanas.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Pólen de árvores, gramíneas e ervas induz resposta alérgica mediada por IgE.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Resposta IgE mediada com histamina e mediadores inflamatórios após pólen
- Fatores de Risco
- Histórico familiar de alergias Atopia Poluição do ar Exposição a pólen intenso Infecções respiratórias precoces Clima seco
- Fatores de Proteção
- Reduzir exposição a pólen em picos Uso de filtros e ambiente limpo Aleitamento materno prolongado Imunoterapia quando indicada
- Componente Genético
- Herança multifatorial aumenta risco; antecedentes atópicos elevam sensibilidade
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Congestão nasal com espirros frequentes e prurido.
- Sintomas Frequentes
-
Espirros em surtosRinorreia aquosaCoceira nasalConjuntivite alérgicaObstrução nasalMau hálito ocasional
- Sinais de Alerta
-
- Dificuldade respiratória
- Sinais de infecção nasal persistente
- Dor facial intensa prolongada
- Secreção purulenta importante
- Edema facial agudo
- Evolução Natural
- Sem tratamento, sintomas sazonais persistem com pólen.
- Complicações Possíveis
- Sinusite crônica Distúrbios do sono Bronquite alérgica Conjuntivite crônica Asma exacerbada
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História clínica compatível + testes cutâneos ou IgE específica.
- Exames Laboratoriais
- IgE específica IgE total pode aumentar Hemograma com eosinofilia leve Teste de alergia cutâneo (Prick)
- Exames de Imagem
- Radiografia de seios paranasais apenas se suspeita sinusite RM/CT apenas se complicações
- Diagnóstico Diferencial
-
- Rinite infecciosa
- Rinite vasomotorial
- Sinusite crônica
- Rinite não alérgica
- Asma alérgica
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Dias a semanas para confirmação após avaliação e testes
Tratamento
- Abordagem Geral
- Abordagem multimodal: evitar gatilhos, alívio sintomático e inflamação.
- Modalidades de Tratamento
-
1 Antihistamínicos2 Corticosteroides intranasais3 Descongestionantes nasais4 Imunoterapia específica5 Tratamento de comorbidades
- Especialidades Envolvidas
- Alergia e Imunologia Otorrinolaringologia Pneumologia Clínica geral Farmacologia
- Tempo de Tratamento
- Varia conforme gravidade; controle pode levar meses
- Acompanhamento
- Consultas regulares a cada 3-6 meses para ajuste
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Controle efetivo com tratamento adequado e adesão; qualidade de vida melhora.
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Boa adesão
- Poucas comorbidades
- Exposição controlada
- Resposta ao tratamento
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Atopia intensa
- Asma mal controlada
- Poluição contínua
- Inflamação nasal severa
- Qualidade de Vida
- Melhora com adesão; sono, trabalho e atividades diurnas refletem bem-estar
Prevenção
- Prevenção Primária
- Reduzir exposição a pólen em picos; usar óculos de sol e máscara em dias de alta polinização.
- Medidas Preventivas
-
Monitorar contagens de pólenFechar janelas em picosFiltro HEPA em casaHigiene nasal com soro fisiológicoRoupas usadas ao ar livre trocadas
- Rastreamento
- Avaliação clínica em suspeita; não há rastreamento de rotina
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
rinite é apenas resfriado.
envolve alergia imune, não vírus.
poluição não afeta rinite.
poluição pode piorar sintomas.
imunoterapia é perigosa.
quando indicada, é segura e eficaz.
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Iniciar em clínica geral ou alergista para avaliação.
- Especialista Indicado
- Alergista ou imunologista
- Quando Procurar Emergência
- Dificuldade respiratória, inchaço, ou piora rápida; procure pronto atendimento.
- Linhas de Apoio
- 136 Disque-SUS Central de atendimento da saúde Contato do posto de saúde local
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.