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cid j303
CID-10

Rinite Alérgica Induzida por Pólen

Rinite alérgica por pólen

Resumo

Rinite por pólen: espirros e nariz entupido; diagnóstico com testes; tratamento com anti-histamínicos e imunoterapia.

Identificação

Código Principal
J30.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Rinite alérgica induzida por pólen
Nome em Inglês
Allergic Rhinitis Due to Pollen
Outros Nomes
Rinite polínica • Rinite sazonal • Febre dos fenos • Alergia nasal por pólen • Rinite alérgica sazonal
Siglas Comuns
RA AR nasal RiniteAlérgica

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Rinite alérgica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: rinite alérgica afeta dezenas de milhões, com maior impacto em crianças e jovens adultos.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta prevalência, variando por região e época de pólen.
Faixa Etária Principal
Infância e adolescência, com pico na adolescência
Distribuição por Sexo
Distribuição equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Histórico familiar de alergias Atopia Exposição a pólen Poluição do ar Asma associada
Tendência Temporal
Aumento com poluição e mudanças climáticas, especialmente em áreas urbanas.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Pólen de árvores, gramíneas e ervas induz resposta alérgica mediada por IgE.
Mecanismo Fisiopatológico
Resposta IgE mediada com histamina e mediadores inflamatórios após pólen
Fatores de Risco
Histórico familiar de alergias Atopia Poluição do ar Exposição a pólen intenso Infecções respiratórias precoces Clima seco
Fatores de Proteção
Reduzir exposição a pólen em picos Uso de filtros e ambiente limpo Aleitamento materno prolongado Imunoterapia quando indicada
Componente Genético
Herança multifatorial aumenta risco; antecedentes atópicos elevam sensibilidade

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Congestão nasal com espirros frequentes e prurido.
Sintomas Frequentes
Espirros em surtos
Rinorreia aquosa
Coceira nasal
Conjuntivite alérgica
Obstrução nasal
Mau hálito ocasional
Sinais de Alerta
  • Dificuldade respiratória
  • Sinais de infecção nasal persistente
  • Dor facial intensa prolongada
  • Secreção purulenta importante
  • Edema facial agudo
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas sazonais persistem com pólen.
Complicações Possíveis
Sinusite crônica Distúrbios do sono Bronquite alérgica Conjuntivite crônica Asma exacerbada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica compatível + testes cutâneos ou IgE específica.
Exames Laboratoriais
IgE específica IgE total pode aumentar Hemograma com eosinofilia leve Teste de alergia cutâneo (Prick)
Exames de Imagem
Radiografia de seios paranasais apenas se suspeita sinusite RM/CT apenas se complicações
Diagnóstico Diferencial
  • Rinite infecciosa
  • Rinite vasomotorial
  • Sinusite crônica
  • Rinite não alérgica
  • Asma alérgica
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas para confirmação após avaliação e testes

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multimodal: evitar gatilhos, alívio sintomático e inflamação.
Modalidades de Tratamento
1 Antihistamínicos
2 Corticosteroides intranasais
3 Descongestionantes nasais
4 Imunoterapia específica
5 Tratamento de comorbidades
Especialidades Envolvidas
Alergia e Imunologia Otorrinolaringologia Pneumologia Clínica geral Farmacologia
Tempo de Tratamento
Varia conforme gravidade; controle pode levar meses
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 3-6 meses para ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
Controle efetivo com tratamento adequado e adesão; qualidade de vida melhora.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão
  • Poucas comorbidades
  • Exposição controlada
  • Resposta ao tratamento
Fatores de Mau Prognóstico
  • Atopia intensa
  • Asma mal controlada
  • Poluição contínua
  • Inflamação nasal severa
Qualidade de Vida
Melhora com adesão; sono, trabalho e atividades diurnas refletem bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a pólen em picos; usar óculos de sol e máscara em dias de alta polinização.
Medidas Preventivas
Monitorar contagens de pólen
Fechar janelas em picos
Filtro HEPA em casa
Higiene nasal com soro fisiológico
Roupas usadas ao ar livre trocadas
Rastreamento
Avaliação clínica em suspeita; não há rastreamento de rotina

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; mais impacto é manejo crônico.
Internações/Ano
Baixos ou nulos para rinite isolada; comorbidades elevam risco.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste/Sul com maior registro; variações são sazonais.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os principais sintomas?
Espirros, nariz entupido, coceira e lacrimejamento.
2 Como é feito o diagnóstico?
História clínica mais testes de alergia
3 É curável?
Não; controle com tratamento adequado.
4 Posso prevenir?
Reduzindo exposição a pólen e tratando alergias.
5 Qual é o tratamento diário?
Antihistamínicos, sprays intranasais, imunoterapia conforme indicação.

Mitos e Verdades

Mito

rinite é apenas resfriado.

Verdade

envolve alergia imune, não vírus.

Mito

poluição não afeta rinite.

Verdade

poluição pode piorar sintomas.

Mito

imunoterapia é perigosa.

Verdade

quando indicada, é segura e eficaz.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Iniciar em clínica geral ou alergista para avaliação.
Especialista Indicado
Alergista ou imunologista
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, inchaço, ou piora rápida; procure pronto atendimento.
Linhas de Apoio
136 Disque-SUS Central de atendimento da saúde Contato do posto de saúde local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.