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cid j30
CID-10

Rinite alérgica

Rinite alérgica comum

Resumo

Rinite alérgica é inflamação nasal causada por alergias; sintomas incluem espirros, nariz entupido e coceira.

Identificação

Código Principal
J30
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Rinite alérgica
Nome em Inglês
Allergic Rhinitis
Outros Nomes
Rinite sazonal • Rinite perene • Febre do feno • Rinite alérgica ocupacional • Rinite alérgica sazonal
Siglas Comuns
AR RH RA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Rinite alérgica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais entre 10% e 40% da população, variando por região.
Prevalência no Brasil
Brasil: entre 15% e 25% da população, com variação regional.
Faixa Etária Principal
Pessoas de todas as idades, com pico na infância.
Distribuição por Sexo
Proporção próximo igual entre homens e mulheres.
Grupos de Risco
História familiar de alergias Asma Dermatite atópica Exposição a poeira Poluição ambiental
Tendência Temporal
Tendência estável com variações sazonais; aumento com urbanização e poluição.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Resposta IgE a alérgenos ambientais como pólen, ácaros, fungos e pelos de animais.
Mecanismo Fisiopatológico
IgE mediada; mediadores liberados causam edema nasal e hiperreatividade.
Fatores de Risco
História familiar de alergias Atopia Poluição ambiental Exposição ocupacional a poeira Convivência com animais
Fatores de Proteção
Uso de capas antiácaros Imunoterapia em determinados casos Redução de exposição a alérgenos Higiene ambiental
Componente Genético
Predisposição genética associada a polialérgia com herança multifatorial.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Congestão nasal com espirros frequentes e coceira nasal.
Sintomas Frequentes
Espirros frequentes
Congestão nasal
Coceira ocular
Lagrima ocular
Nariz entupido
Episódios sazonais
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para respirar
  • Sinais de infecção.
  • Dor facial intensa
  • Secreção purulenta persistente
  • Febre alta persistente
Evolução Natural
Sem tratamento, episódios podem tornar-se recorrentes e crônicos.
Complicações Possíveis
Sinusite crônica Otite média recorrente Conjuntivite alérgica Asma induzida por rinite Distúrbios do sono

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica com sintomas e testes de alergia (IgE, puntura ou específica).
Exames Laboratoriais
IgE total IgE específica Eosinófilos no sangue Teste cutâneo de alergia Imunologia de alérgenos
Exames de Imagem
Radiografia de seios paranasais Tomografia de seios paranasais Rinofotografia se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Rinite infecciosa
  • Rinite vasomotora
  • Sinusite viral
  • Rinite medicamentosa
  • Conjuntivite alérgica
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico de confirmação varia com acesso a testes.

Tratamento

Abordagem Geral
Controle ambiental, educação e manejo de sintomas com medidas não farmacológicas.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamento: anti-histamínicos
2 Corticosteroides nasais
3 Imunoterapia com alérgenos
4 Educação sobre manejo ambiental
5 Tratamento ocupacional
Especialidades Envolvidas
Alergia e Imunologia Otorrino Clínica Geral Pediatria Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração variável; manejo contínuo com ajustes sazonais.
Acompanhamento
Consultas regulares com alergista; revisão a cada 6-12 meses.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva boa com manejo; sintomas podem retornar sem controle.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa adesão ao tratamento
  • Baixa exposição a alérgenos
  • Ausência de asma associada
  • Resposta rápida aos anti-histamínicos
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a alérgenos
  • Asma associada
  • Poluição severa
  • Baixa adesão ao tratamento
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida, mas pode melhorar com manejo adequado.

Prevenção

Prevenção Primária
Reduzir exposição a alérgenos com higiene e ambiente limpo.
Medidas Preventivas
Capas antiácaros
Filtragem de ar
Higiene da casa
Roupas de cama lavadas
Casa sem mofo
Rastreamento
Não obrigatório; monitoramento de sintomas e gatilhos.

Dados no Brasil

Internações associadas à rinite isolada são raras.
Internações/Ano
Óbitos por rinite alérgica isolada são muito baixos.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em zonas urbanas; variações regionais se repetem.

Perguntas Frequentes

1 Quais são os gatilhos comuns da rinite alérgica?
Pólen, ácaros, fungos, pelos de animais; diagnóstico requer avaliação clínica e testes.
2 Como confirmar diagnóstico?
Avaliação clínica mais testes de alergia (cutâneo ou IgE específico).
3 A rinite tem cura?
Não há cura definitiva; controle a longo prazo com tratamento adequado.
4 É possível prevenir?
Reduzir exposição a alérgenos e manter ambientes limpos; imunoterapia ajuda.
5 Quais mudanças no dia a dia?
Higiene nasal, roupas de cama limpas, filtros de ar e evitar gatilhos.

Mitos e Verdades

Mito

antibióticos curam rinite.

Verdade

antibióticos não funcionam para rinite alérgica.

Mito

rinite só afeta crianças.

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade; frequência aumenta com exposição.

Mito

máscara não ajuda.

Verdade

máscara reduz exposição a alérgenos em ambientes com poeira.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de alergia, otorrino ou clínico ao notar sintomas.
Especialista Indicado
Alergista ou imunologista.
Quando Procurar Emergência
Dificuldade respiratória, inchaço facial, piora súbita.
Linhas de Apoio
Unidades locais de saúde Pontos de atendimento Apoio ao paciente

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.