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cid j01
CID-10

Sinusite aguda

Sinusite aguda comum

Resumo

Sinusite aguda é inflamação breve dos seios faciais, com dor facial, congestão e secreção.

Identificação

Código Principal
J01
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sinusite aguda
Nome em Inglês
Acute Sinusitis
Outros Nomes
Sinusite nasal aguda • Infecção dos seios paranasais aguda • Inflamação dos seios maxilares aguda • Sinusite paranasal aguda
Siglas Comuns
SA J01

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças do trato respiratório superior
Subcategoria
Sinusite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada; sinusite aguda comum em adultos e crianças.
Prevalência no Brasil
Brasil: ocorrência relevante entre adultos e crianças, variando por região.
Faixa Etária Principal
Crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres em equilíbrio, variações locais
Grupos de Risco
Rinite alérgica Asma Polipose nasal Imunodeficiência leve Fatores ambientais
Tendência Temporal
Tendência estável, com picos no outono e inverno.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção viral inicial com obstrução nasal que gera inflamação dos seios paranasais.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação mucosa, edema, obstrução de ostíios, drenagem prejudicada, dor facial.
Fatores de Risco
Rinite alérgica Tabagismo Uso prolongado de descongestionantes Anatomia nasal desigual Imunidade baixa Ambiente poluente
Fatores de Proteção
Higiene nasal regular Vacinação de vias aéreas Controle de alergias Não fumar
Componente Genético
Predisposição genética moderada para rinite alérgica aumenta risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor facial associada a congestão nasal e secreção.
Sintomas Frequentes
Dor facial
Congestão nasal
Secreção purulenta nasal
Diminuição do olfato
Febre baixa
Mal-estar
Sinais de Alerta
  • Febre alta persistente
  • Dor facial intensa com piora ao inclinar
  • Edema periocular com alteração visual
  • Dificuldade respiratória
  • Secreção purulenta persistente
Evolução Natural
Sem tratamento pode evoluir para sinusite crônica ou complicações.
Complicações Possíveis
Abscesso orbitário Celulite orbitaria Meningite (rara) Abscesso maxilar Dano olfativo temporário

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dor facial com congestão nasal durando ≥10 dias ou piora após melhora.
Exames Laboratoriais
Hemograma completo PCR elevada Cultura de secreção (quando indicado) Teste de alergia se indicado Exames de função respiratória
Exames de Imagem
Radiografia dos seios paranasais Tomografia computadorizada RM apenas em complicações Endoscopia nasal
Diagnóstico Diferencial
  • Rinite alérgica
  • Rinite infecciosa sem sinusite
  • Sinusite crônica
  • Dor odontogênica
  • Neoplasia nasal
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo usual até diagnóstico: dias desde início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem centrada em alívio de sintomas; antibióticos usados conforme indicação clínica.
Modalidades de Tratamento
1 Analgésicos e antipiréticos
2 Descongestionantes nasais de curto prazo
3 Antibióticos conforme gravidade
4 Lavagem nasal com soro fisiológico
5 Corticosteroides nasais
Especialidades Envolvidas
Otorrino Clínico Geral Pediatria Fonoaudiologia Farmácia clínica
Tempo de Tratamento
Geralmente 5-7 dias para infecção simples.
Acompanhamento
Consultas em 7-10 dias; monitorar evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Boa perspectiva na maioria; cura rápida com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento oportuno
  • Sem comorbidades graves
  • Responde bem a antibióticos
  • Boa higiene nasal
Fatores de Mau Prognóstico
  • Complicações graves
  • Recidivas frequentes
  • Imunodeficiência significativa
  • Anatomia nasal deformante
Qualidade de Vida
Impacto moderado-positivo com manejo adequado; sono e atividades retornam ao normal.

Prevenção

Prevenção Primária
Higienização nasal regular, controle de alergias, evitar irritantes.
Medidas Preventivas
Lavar narinas com solução salina
Controle de alergias
Vacinação contra gripe
Higiene das mãos
Evitar fumaça
Rastreamento
Avaliação baseada em sintomas; não há rastreamento universal

Dados no Brasil

Geralmente baixo; internações são incomuns.
Internações/Ano
Mortalidade muito baixa; falhas graves são raras.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior frequência em áreas urbanas densas; diferenças regionais observadas.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam sinusite aguda?
Dor facial com congestão nasal e secreção persistem por dias.
2 Quando usar antibiótico?
Só sob indicação médica, considerando gravidade e duração.
3 Diferença entre aguda e crônica?
Aguda dura até 4 semanas; crônica persiste mais de 12 semanas.
4 Como prevenir?
Controle alergias, higiene nasal e vacinação ajudam.
5 Quando retornar ao médico?
Se piorar, febre alta, dor severa ou alterações visuais.

Mitos e Verdades

Mito

Antibiótico sempre necessário

Verdade

Muitos casos são virais; antibióticos só se indicados.

Mito

Sinusite causada apenas por bactérias

Verdade

Viral inflamação comum; bactérias podem ocorrer em complicações.

Mito

Lavagem com água fria cura tudo

Verdade

Higiene ajuda, mas não substitui tratamento quando necessário.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procurar clínica de atenção primária nos primeiros dias de sintomas.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Dor facial intensa, febre alta, alterações de visão ou dificuldade respiratória.
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Central de atendimento local WhatsApp SNS

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.