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cid j 01
CID-10

Sinusite Aguda

Sinusite aguda

Resumo

Inflamação rápida dos seios do rosto causa nariz entupido, dor e pressão; costuma melhorar com cuidado.

Identificação

Código Principal
J01
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sinusite Aguda, inflamação dos seios paranasais segundo OMS
Nome em Inglês
Acute Sinusitis
Outros Nomes
Sinusite paranasal aguda • Inflamação dos seios maxilares • Sinusite aguda nasal • Infecção dos seios paranasais • Rinossinusite aguda
Siglas Comuns
SA SNA

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema respiratório
Categoria Principal
Doenças dos seios paranasais
Subcategoria
Sinusite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial estimada em 4-12% da população anualmente.
Prevalência no Brasil
Brasil: incidência variável; picos sazonais e diagnóstico acessível.
Faixa Etária Principal
Crianças pequenas e adultos jovens são mais atingidos
Distribuição por Sexo
Distribuição similar entre homens e mulheres
Grupos de Risco
crianças adultos com alergias fumantes imunossuprimidos anatomia nasal desviada
Tendência Temporal
Tendência estável com picos invernais; diagnóstico maior com melhoria de acesso.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Obstrução ostiomeatal com infecção viral/bacteriana dos seios paranasais.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da mucosa com obstrução que facilita acúmulo de secreção e infecção.
Fatores de Risco
resfriados frequentes sinusite prévia fumante deficiência imune asma ou alergias anatomia nasal desviada
Fatores de Proteção
higiene nasal adequada gerenciamento de alergias evitar fumaça hidratação adequada
Componente Genético
Risco aumentado com história familiar; não determinante isolado.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor facial ou pressão facial, especialmente ao inclinar a cabeça.
Sintomas Frequentes
dor facial ou pressão facial
obstrução nasal
congestão nasal
rinorreia purulenta
febre pode ocorrer
dor nos dentes superiores
Sinais de Alerta
  • febre alta persistente
  • dor facial intensa com edema
  • limitação de visão
  • cavidade ocular dolorosa
  • prostração severa
Evolução Natural
Pode melhorar em 7-14 dias com tratamento adequado; sem tratamento, pode durar mais.
Complicações Possíveis
abscesso orbital celulite periocular otite média dacriocisto inflamatório sequelas faciais

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com congestão nasal, dor facial e febre; confirmação por imagem se necessário.
Exames Laboratoriais
hemograma PCR procalcitonina
Exames de Imagem
Rx/TC simples dos seios TC dos seios paranasais RM em complicações
Diagnóstico Diferencial
  • rinite alérgica
  • rinite infecciosa viral
  • rinite crônica
  • polipose nasal
  • tumor nasal
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico geralmente ocorre em dias a semanas desde início dos sintomas.

Tratamento

Abordagem Geral
Hidratação, alívio da pressão e dor; antibióticos apenas com critério clínico.
Modalidades de Tratamento
1 medicamentoso (analg/antiinflam)
2 descongestionantes
3 corticosteroides nasais
4 cirurgia se obstrucao persistente
5 manejo de alergias
Especialidades Envolvidas
clínico geral otorrinolaringologista pediatra imunoalergista farmacologista
Tempo de Tratamento
1 a 2 semanas para resolução possível
Acompanhamento
consulta em 7 a 10 dias; reavaliação se piorar.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; pode se resolver em dias a semanas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • início precoce do tratamento
  • ausência de complicações
  • boa higiene nasal
  • bom acesso à saúde
Fatores de Mau Prognóstico
  • imunossupressão
  • diabetes não controlada
  • sinusite crônica não tratada
  • complicações oculares
Qualidade de Vida
Impacto variável; alívio com tratamento reduz danos à rotina diária.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene nasal, manejo de alergias, evitar irritantes, tratamento adequado de resfriados.
Medidas Preventivas
tratar alergias
vacinar contra gripe conforme orientação
higiene vias respiratórias
evitar fumaça
bom ar
Rastreamento
Não há rastreamento específico; avaliação clínica ante sintomas.

Dados no Brasil

Varia por ano; internações menos frequentes.
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada; não é causa de óbito.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas urbanas com poluição e clima frio.

Perguntas Frequentes

1 Posso curar sinusite aguda sem antibiótico?
Casos virais podem melhorar sem antibióticos; outros exigem avaliação clínica.
2 Diferença entre sinusite aguda e crônica?
Acuta dura até 4 semanas; crônica persiste meses, tratamento difere.
3 Quando preciso de exame de imagem?
Se persistir além de 10 dias ou houver piora, TC/RM pode ser indicada.
4 Descongestionante nasal é seguro?
Uso breve é comum; uso prolongado pode piorar a congestão.
5 Medidas úteis no dia a dia?
Hidrate-se, inale vapor morno, respire ar limpo e descanse.

Mitos e Verdades

Mito

Antibiótico cura toda sinusite.

Verdade

Antibiótico não cura sinusite viral; uso depende da avaliação.

Mito

Leite aumenta secreção nasal.

Verdade

Hidratação ajuda, leite não determina secreção; alergias influenciam.

Mito

Banho frio cura sinusite.

Verdade

Banho frio não cura; higiene de estilo de vida ajuda na recuperação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família ou clínico geral ao apresentar dor facial persistente.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor ocular piora, febre alta ou visão alterada.
Linhas de Apoio
Centro de Valorização da Saúde: 136 SAMU 192 Disque 136

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.