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cid insuficiencia respiratoria
CID-10

Insuficiência Respiratória

falência respiratória

Resumo

Falência respiratória: pulmões não mantêm oxigênio; requer suporte médico

Identificação

Código Principal
J96.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Insuficiência respiratória aguda
Nome em Inglês
Acute Respiratory Failure
Outros Nomes
insuficiência de respiração • falência pulmonar aguda • insuficiência respiratória aguda • falência respiratória crítica • parada ventilatória
Siglas Comuns
IR ARF FR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo X - Doenças do aparelho respiratório
Categoria Principal
Doenças do sistema respiratório
Subcategoria
Insuficiência respiratória
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
grave

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; internações em UTIs por falência respiratória são comuns.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; marcada mortalidade em cenários críticos.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Levemente mais comum em homens em séries hospitalares
Grupos de Risco
Doentes com doenças pulmonares crônicas Idosos Tabagismo Obesidade Doenças cardíacas
Tendência Temporal
Estável com variações conforme acesso a cuidados intensivos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fraqueza gasosa por falha pulmonar aguda, multifatorial.
Mecanismo Fisiopatológico
Troca gasosa prejudicada pela membrana alveolo-capilar, edema e alveolocápilar
Fatores de Risco
Idade avançada Doenças crônicas Tabagismo Obesidade Imunossupressão Infecções repetidas
Fatores de Proteção
Vacinação adequada Manejo precoce de infecções Cessação do tabagismo Oxigenação adequada
Componente Genético
Predisposição genética em alguns síndromes; na maioria não é determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dificuldade para respirar com piora rápida
Sintomas Frequentes
Dispneia
Taquipneia
Cianose
Hipoxemia
Fadiga
Confusão leve
Sinais de Alerta
  • SatO2 < 92%
  • Taquipneia extrema
  • Hipotensão
  • Alteração do estado mental
  • Uso de musculatura acessória
Evolução Natural
Sem tratamento, piora rápida; com manejo, melhora possível
Complicações Possíveis
Edema pulmonar Choque séptico Infecção secundária Disfunção orgânica Hipóxia persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Hipoxemia e/ou hipercapnia com falha ventilatória aguda
Exames Laboratoriais
Gasometria arterial Hemograma Eletrólitos Lactato Hemoculturas
Exames de Imagem
Radiografia de tórax Tomografia Ecocardiograma Capnografia
Diagnóstico Diferencial
  • Pneumonia grave
  • Insuficiência cardíaca
  • Asma aguda
  • Embolia pulmonar
  • Edema não cardiogênico
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias desde o início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Suporte ventilatório quando necessário; tratar a causa subjacente
Modalidades de Tratamento
1 Oxigenação suplementar
2 Ventilação mecânica
3 Manejo de fluidos
4 Antibióticos conforme etiologia
5 Tratamento da sepse
Especialidades Envolvidas
Intensivista Pneumologista Cardiologista Cirurgião torácico
Tempo de Tratamento
Depende da gravidade; costuma durar dias a semanas
Acompanhamento
Monitorização de gases, função cardíaca e causa

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; depende da etiologia, gravidade e resposta ao tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • Correção rápida da hipóxia
  • Resposta ao suporte
  • Trato da sepse
  • Estabilidade hemodinâmica
Fatores de Mau Prognóstico
  • Falência de múltiplos órgãos
  • Sepse grave
  • Hipoxemia persistente
  • Grave deterioração
Qualidade de Vida
Pode melhorar com reabilitação; ajustes ajudam muito

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco; vacinação e tratamento de comorbidades
Medidas Preventivas
Vacinação
Higiene das vias respiratórias
Cessação do tabagismo
Reabilitação precoce
Cuidados com infecções
Rastreamento
Não há rastreamento específico; monitorar condições crônicas

Dados no Brasil

Varia ano a ano; maior carga em UTIs
Internações/Ano
Mortalidade alta em cenários críticos
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul com maior carga; Nordeste com desafios

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas comuns?
Falta de ar, cansaço, respiração acelerada, saturação baixa.
2 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, gasometria, exames de imagem e etiologia.
3 Tratamento é imediato?
Depende da gravidade; algumas situações exigem suporte rápido.
4 Como prevenir?
Gerenciar doenças, vacina, cessar tabagismo, hábitos saudáveis.
5 É possível viver bem pós doença?
Sim, com tratamento adequado e reabilitação.

Mitos e Verdades

Mito

ocorre apenas em idosos.

Verdade

Varia por condição; jovens também podem adoecer.

Mito

antibióticos curam tudo.

Verdade

Antibióticos apenas se infecção bacteriana confirmada.

Mito

qualquer falta de ar é igual.

Verdade

Gravidade depende de oxigenação e etiologia.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure pronto atendimento se piorar; não demore
Especialista Indicado
Intensivista
Quando Procurar Emergência
Sinais graves: respiração rápida, confusão, saturação < 92%
Linhas de Apoio
SUS 136 SAMU 192 CVV 188

CIDs Relacionados

J96.0 J96.9 R09.2 R09.81 R09.89

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.