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cid insuficiência cardíaca congestiva
CID-10

Insuficiência Cardíaca Congestiva

ICC, insuficiência cardíaca congestiva

Resumo

ICC é o coração que não bombeia tão bem, causando cansaço, falta de ar, inchaço e necessidade de cuidado médico.

Identificação

Código Principal
I50
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Insuficiência cardíaca congestiva - OMS
Nome em Inglês
Congestive Heart Failure
Outros Nomes
ICC • Insuficiência cardíaca • Falência cardíaca • ICC congestiva • Cardiopatia congestiva
Siglas Comuns
ICC IHF FCH

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Doenças do sistema circulatório
Subcategoria
Insuficiência cardíaca
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam dezenas de milhões com ICC, prevalência aumenta com idade.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta alto impacto entre idosos; variações regionais observadas.
Faixa Etária Principal
Idade avançada, principalmente acima de 65 anos
Distribuição por Sexo
Predominância semelhante entre sexos; maior em idosos.
Grupos de Risco
Idade avançada HAS Diabetes Doença arterial coronariana Obesidade
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento; terapias recentes melhoram sobrevida.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial associada a cardiopatia isquêmica, hipertensiva e cardiomiopatia.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano de bombeamento resulta em congestão, ativação neurohormonal e remodelamento do ventrículo.
Fatores de Risco
Idade avançada HAS Diabetes Doença arterial coronariana Obesidade Tabagismo
Fatores de Proteção
Controle adequado de fatores de risco Acompanhamento médico regular Abstinência de tabaco Adesão a medicação prescrita
Componente Genético
Contribuição genética moderada em cardiomiopatias; herança multifatorial.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fadiga persistente e falta de ar ao esforço ou em repouso.
Sintomas Frequentes
Dispneia ao esforço
Fadiga constante
Edema de membros inferiores
Tosse persistente
Palpitações
Cansaço
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Tontura/Desmaio
  • Respiração muito rápida
  • Confusão ou desorientação
  • Edema pulmonar agudo
Evolução Natural
Sem tratamento, tende a piorar com retenção de fluidos e fraqueza progressiva.
Complicações Possíveis
Descompensação aguda Insuficiência renal Arritmias Tromboembolismo Redução da função cardíaca

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica com sinais de disfunção; confirmação por ecocardiografia e marcadores.
Exames Laboratoriais
BNP/NT-proBNP Creatinina e ureia Eletrólitos Hemograma Função hepática
Exames de Imagem
Ecocardiograma Radiografia de tórax RM cardíaca TC coronária
Diagnóstico Diferencial
  • Doença pulmonar obstrutiva
  • Anemia
  • Doença valvar
  • Hipertensão pulmonar
  • Pericardite
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo típico varia; diagnóstico pode ocorrer após investigação clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio de sintomas, controle de líquidos, prevenção de complicações.
Modalidades de Tratamento
1 Diuréticos, IECA/ARA2, β-bloqueadores
2 Dieta com restrição de sódio
3 Dispositivos de suporte
4 Reabilitação cardíaca
5 Transplante cardíaco
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Clínica geral Enfermagem Fisioterapia respiratória Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração depende de resposta; acompanhamento vitalício.
Acompanhamento
Consultas periódicas, monitoramento de peso, pressão e função renal.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia amplamente; controle adequado melhora o prognóstico.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resposta positiva ao tratamento
  • Fração de ejeção preservada
  • Controle adequado de PA
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Fraqueza cardíaca grave
  • Descompensação frequente
  • Função renal comprometida
  • Idade avançada
Qualidade de Vida
Impacto na mobilidade e bem-estar; reabilitação ajuda a melhorar.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco: alimentação, atividade física, evitar tabaco.
Medidas Preventivas
Controle da pressão arterial
Dieta com restrição de sal
Atividade física regular
Gestão de peso
Vacinação adequada
Rastreamento
Acompanhamento médico periódico com exames de rotina.

Dados no Brasil

Dezenas de milhares de internações anuais no Brasil.
Internações/Ano
Mortalidade significativa entre idosos com ICC avançada.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga no Sudeste e Nordeste; desigualdades regionais.

Perguntas Frequentes

1 ICC pode ser curada?
Geralmente não é cura; controle a doença melhora vida e reduz internações.
2 Posso fazer exercícios?
Exercícios supervisionados ajudam; ajuste com seu médico e fisioterapeuta.
3 Como diagnosticar cedo?
Avaliação clínica, ecocardiograma e biomarcadores orientam o diagnóstico.
4 Como evitar piora?
Controle de peso, sal, atividade física e adesão ao tratamento são chave.
5 Posso trabalhar com ICC?
Depende da gravidade; retorno gradual é orientado pelo médico.

Mitos e Verdades

Mito

ICC pode ser curada com antibiótico

Verdade

ICC é crônica; controle reduz sintomas e internações.

Mito

apenas cirurgia melhora

Verdade

tratamento multidisciplinar é fundamental.

Mito

ICC impede qualquer atividade

Verdade

exercícios comentados por profissional ajudam.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de cardiologia ou pronto atendimento em case de piora.
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Dor no peito intensa, respiração difícil, desmaio súbito.
Linhas de Apoio
100 (SUS) 136 (SUS Central) 188 (CAPS)

CIDs Relacionados

I50.0 I50.1 I50.9 I25.5 I11.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.