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cid infeccao de pele
CID-10

Infecção de pele aguda

Infecção de pele comum

Resumo

Infecção de pele: cuidado com feridas, higiene, sinais de alerta e orientação médica.

Identificação

Código Principal
L02
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Infecções da pele e do tecido subcutâneo
Nome em Inglês
Skin and soft tissue infection
Outros Nomes
celulite • furúnculo • foliculite • infeccao cutanea • abscesso cutaneo
Siglas Comuns
L02 L03 SSTI

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XII - Doenças da pele e do tecido subcutâneo
Categoria Principal
Infecções da pele
Subcategoria
Infecções superficiais da pele
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
SSTI comuns em comunidades, estimativas variam com variáveis regionais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; SSTI representam parte de emergências dermatológicas.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, principalmente adultos jovens
Distribuição por Sexo
Levemente mais em homens
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Imunossupressão Trauma cutâneo Higiene inadequada Edema crônico
Tendência Temporal
Varia conforme região; tendência global estável, com aumento em resistência.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infeccao por bactérias da pele, principalmente Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes.
Mecanismo Fisiopatológico
Disseminação bacteriana na pele por trauma ou barreira cutânea comprometida, levando a inflamação, edema e pus.
Fatores de Risco
Diabetes mellitus Imunossupressão Trauma cutâneo Higiene inadequada Edema crônico Uso de dispositivos invasivos
Fatores de Proteção
Higiene adequada Feridas protegidas Cuidados com feridas Tratamento precoce de lesões
Componente Genético
Predisposição genética discreta; alterações da resposta imune podem influenciar severidade.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Pele dolorida, rubor, calor local e edema.
Sintomas Frequentes
dor localizada
rubor intenso
calor na pele
edema
pus
febre leve
Sinais de Alerta
  • Aumento rápido da área infectada
  • febre alta
  • secreção fétida
  • dor intensa
  • dificuldade de movimentar o membro
Evolução Natural
Sem tratamento, pode evoluir para abscesso, disseminação para tecidos profundos ou septicemia rara.
Complicações Possíveis
Abscesso profundo Celulite extensa Fascite rara Infecção sistêmica rara Sequela local

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Diagnóstico baseado em avaliação clínica; cultura pode confirmar agente.
Exames Laboratoriais
Hemograma com leucocitose PCR elevada Hemocultura se febre Cultura de exsudato Creatinina não obrigatória
Exames de Imagem
Ultrassom de tecidos moles RM se complicação US Doppler se suspeita trombose venosa
Diagnóstico Diferencial
  • Dermatite infecciosa
  • Eczema com infecção
  • Úlcera venosa infectada
  • Fascite não infecciosa
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, com avaliação clínica.

Tratamento

Abordagem Geral
Controle local com higiene, drenagem se necessário, antibióticos conforme gravidade.
Modalidades de Tratamento
1 Antibiotico oral ou IV
2 Drenagem de abscesso
3 Higiene da pele
4 Analgesia
5 Cuidados com feridas
Especialidades Envolvidas
Clínica geral Dermatologia Cirurgia Infectologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
7 a 14 dias conforme resposta
Acompanhamento
Retornos a cada 48-72h até resolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com tratamento adequado; tempo de recuperação varia
Fatores de Bom Prognóstico
  • Resolução rápida com antibiótico
  • Saúde geral boa
  • Feridas com boa cicatrização
  • Acesso rápido a cuidado médico
Fatores de Mau Prognóstico
  • Diabetes descontrolado
  • Imunossupressão
  • Infecção profunda
  • Falta de resposta a antibióticos
Qualidade de Vida
Impacto moderado na vida cotidiana durante tratamento; boa recuperação esperada

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene adequada, proteção de feridas, cuidado com pés, evitar compartilhamento de itens pessoais.
Medidas Preventivas
Lavar mãos
Cobrir feridas
Trocar curativos regularmente
Tratar feridas prontamente
Manter pele seca
Rastreamento
Exame de pele periódico para sinais de infecção repetitiva

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais no SUS
Internações/Ano
Óbitos baixos quando tratadas adequadamente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequentes em regiões urbanas com menor acesso a higiene

Perguntas Frequentes

1 Como diferenciar bactéria de fungo na pele?
Diagnóstico baseado em avaliação clínica; cultura pode confirmar agente.
2 Posso usar antibiótico sem receita?
Não; antibiótico deve ser prescrito por profissional após avaliação.
3 Quando procurar ajuda urgente?
Alta febre, mal-estar intenso, dor que não cede, aumento rápido da área infectada.
4 Dura tempo de cura?
Depende da gravidade; geralmente semanas com tratamento adequado.
5 Como prevenir recidiva?
Higiene, feridas bem tratadas, evitar aperto de pele, seguir orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

infecção de pele sempre requer antibiótico.

Verdade

alguns casos leves resolvem com cuidados locais sem antibiótico.

Mito

apenas adolescentes têm SSTI.

Verdade

SSTI afeta todas as idades.

Mito

curativo improvisado funciona sempre.

Verdade

limpeza adequada e curativo adequado ajudam, mas feridas requerem cuidado profissional.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínica geral ou dermatologia para avaliação.
Especialista Indicado
Dermatologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de infecção sistêmica, dor intensa, febre alta, mal-estar.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS 0800-644-4000 Pró-Saúde local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.