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cid implantes
CID-10

Implantes médicos e complicações associadas

Complicações de dispositivos implantáveis

Resumo

Resumo: implantes ajudam função; existem riscos, com monitoramento, a maioria evolui bem.

Identificação

Código Principal
Z95.89
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Nomenclatura oficial OMS para condições relacionadas a dispositivos médicos implantados e suas complicações.
Nome em Inglês
Implanted Device Condition
Outros Nomes
Dispositivos implantáveis • Implantes médicos • Próteses implantadas • Dispositivo protésico • Prótese médica
Siglas Comuns
DI IMPL PIM

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XX - Doenças relacionadas a dispositivos médicos implantados
Categoria Principal
Dispositivos médicos implantáveis
Subcategoria
Complicações e eventos adjacentes
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam por tipo de implante; dados fragmentados e não padronizados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por tipo; estudos regionais disponíveis.
Faixa Etária Principal
Adultos 40 a 60 anos
Distribuição por Sexo
Distribuição variável por tipo
Grupos de Risco
Idosos com alterações ósseas Cirurgia de implante prévia Portadores de múltiplos dispositivos Diabéticos Imunossuprimidos
Tendência Temporal
Tendência estável com leve aumento do uso de implantes minimamente invasivos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Uso de dispositivos implantáveis para restauração de função.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação crônica e desgaste do componente com possível falha de integração.
Fatores de Risco
Idade avançada Diabetes mellitus Obesidade Doenças cardíacas Tabagismo Cirurgia prévia
Fatores de Proteção
Higiene adequada Acompanhamento médico Materiais aprovados Técnica cirúrgica adequada
Componente Genético
Influência genética na resposta imune e remodelação óssea.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor local persistente com limitação de movimento.
Sintomas Frequentes
Dor ao redor do implante
Inchaço na região
Rigidez articular
Sensibilidade local
Limitação funcional
Sinais de Alerta
  • Febre alta
  • Vermelhidão marcada
  • Secreção purulenta
  • Dor repentina intensa
  • Perda de função súbita
Evolução Natural
Pode piorar se não tratado, com dor e disfunção progressivas.
Complicações Possíveis
Infecção crônica Dor neuropática Rigidez permanente Falha mecânica Degradação do osso

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação clínica, exames de imagem e testes inflamatórios.
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR VHS Procalcitonina
Exames de Imagem
RX focal TC RM Ultrassom
Diagnóstico Diferencial
  • Infecção não relacionada
  • Reação alérgica ao metal
  • Dor somática
  • Neoplasia local
  • Dor neuropática
Tempo Médio para Diagnóstico
3 a 8 semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Abordagem multidisciplinar com diagnóstico claro e planejamento de intervenção
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos analgésicos
2 Antibióticos direcionados
3 Revisão cirúrgica
4 Troca de componente
5 Reabilitação
Especialidades Envolvidas
Ortopedia Cirurgia Geral Infectologia Radiologia Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Meses a anos conforme caso
Acompanhamento
Consultas a cada 1-6 meses conforme caso

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende do tipo de implante e adesão ao cuidado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso rápido a tratamento
  • Boa adesão ao acompanhamento
  • Materiais de qualidade
  • Cirurgia tecnicamente adequada
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção persistente
  • Desalinhamento do implante
  • Comorbidades graves
  • Reoperações frequentes
Qualidade de Vida
Pode melhorar com tratamento adequado, mas pode ficar afetada por complicações

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene, seleção de dispositivo, cirurgia adequada
Medidas Preventivas
Cuidados com o local
Acompanhamento pós-op
Treinamento de paciente
Materiais certificados
Vacinas quando indicadas
Rastreamento
Rotina de check-ups para detecção precoce de falhas ou infecção

Dados no Brasil

Casos variam amplamente com o tipo de implante.
Internações/Ano
Mortalidade associada é baixa, depende do cenário.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e Sul com maior acesso; Norte menor.

Perguntas Frequentes

1 Posso viver bem com implantes?
Sim, com acompanhamento adequado, hábitos saudáveis e revisões periódicas.
2 Quais sinais pedem atendimento imediato?
Febre alta, dor intensa, vermelhidão, inchaço ou secreção.)
3 É seguro remover o implante?
Depende do tipo; algumas situações requerem cirurgia, outras não.
4 Quando revisar o implante?
Geralmente a cada 6-12 meses, conforme orientação médica.
5 Como prevenir complicações?
Higiene, adesão ao tratamento e visitas regulares ao especialista.

Mitos e Verdades

Mito

implante dura para sempre.

Verdade

Varia por tipo; pode exigir manutenção ao longo da vida.

Mito

materiais sempre são tóxicos.

Verdade

Materiais são biocompatíveis, com controle rigoroso.

Mito

cirurgia grande é sempre necessária.

Verdade

Casos simples podem exigir apenas monitoramento ou ajustes.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de confiança; procure pronto atendimento se sinais de infecção
Especialista Indicado
Ortopedista ou Cirurgião Geral
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, febre alta, inchaço rápido
Linhas de Apoio
0800-000-0000 Central de saúde Contato local de pacientes

CIDs Relacionados

Z95.5 Z96.0 Z43.9 Z99.2 Z98.3

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.