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cid i82
CID-10

Outras tromboses venosas

Trombose venosa diversa

Resumo

Teve coágulos nas veias; causa dor, inchaço e pode exigir tratamento.

Identificação

Código Principal
I82
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras embolias e tromboses venosas
Nome em Inglês
Other venous embolism and thrombosis
Outros Nomes
Trombose venosa diversa • Embolia venosa não especificada • Trombose venosa não classificada • TEV não especificado • Trombose venosa de causa desconhecida
Siglas Comuns
TVP TEV TEV venoso

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do sistema circulatório
Categoria Principal
Doenças tromboembólicas venosas
Subcategoria
Outras tromboses venosas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais: TEV afeta ~1 por 1000 ao ano; risco aumenta com idade, imobilização.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região; incidência entre dezenas a centenas por 100 mil.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia idade a idosos
Distribuição por Sexo
Proporção quase igual entre homens e mulheres; variações conforme risco.
Grupos de Risco
Imobilização prolongada Cirurgia recente Obesidade Câncer ativo Historia de TEV
Tendência Temporal
Frequência variável conforme idade e prevenção; tendência estável em muitos países.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Fenômeno de hipercoagulabilidade com estase venosa e endotélio lesado, favorecendo trombose.
Mecanismo Fisiopatológico
Tríade de Virchow explica formação de trombos: fluxo reduzido, hipercoagulabilidade, dano endotelial.
Fatores de Risco
Imobilização prolongada Sedentarismo Obesidade Tabagismo Idade avançada História prévia de TEV
Fatores de Proteção
Mobilização precoce Meias de compressão Hidratação adequada Profilaxia farmacológica em alto risco
Componente Genético
Heredaariedade moderada em TEV recidivante; mutações de coagulação elevam risco.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Dor e inchaço em perna, calor local
Sintomas Frequentes
Edema unilateral
Dor na panturrilha
Hiperemia
Calor na região
Dor à palpação
Sensação de peso
Sinais de Alerta
  • Dor torácica súbita com falta de ar
  • Sinais de choque
  • Sangramento incomum
  • Dor abdominal grave
  • Hipotensão
Evolução Natural
Sem tratamento, risco maior de embolia pulmonar e progressão.
Complicações Possíveis
Embolia pulmonar Recorrência TEV Síndrome pós-trombose Edema crônico Ulceras venosas

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Doppler venoso com imagem demonstrando trombo; D-dímero como auxiliar.
Exames Laboratoriais
Dímero D Hemograma Perfil de coagulação Creatinina Função hepática
Exames de Imagem
Doppler venoso Tomografia de veia RM venosa Angiografia venosa
Diagnóstico Diferencial
  • Celulite
  • Infecção de pele
  • Linfedema
  • Trombose arterial
  • Derrame venoso
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico comum em dias a semanas, conforme suspeita clínica.

Tratamento

Abordagem Geral
Controlar coagulabilidade, prevenir embolia, prevenir recorrência com anticoagulação guiada pelo risco.
Modalidades de Tratamento
1 Anticoagulação
2 Trombolitícos em casos selecionados
3 Cirurgia de remoção de trombo
4 Meias de compressão graduada
5 Gestão de fatores de risco
Especialidades Envolvidas
Hematologia Angiologia Cirurgia vascular Clínica médica Radiologia intervencionista
Tempo de Tratamento
Duração varia de semanas a meses, conforme risco e etiologia.
Acompanhamento
Acompanhamento com vascular/hematologia; consultas iniciais a cada 1–3 meses.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva depende da extensão e tratamento; manejo adequado traz bom retorno funcional.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Ausência de câncer ativo
  • Resposta ao tratamento
  • Conformidade com terapia
Fatores de Mau Prognóstico
  • TEV maciço
  • Gravidade clínica
  • Comorbidades
  • Recorrência frequente
Qualidade de Vida
Impacto moderado na mobilidade; prevenção melhora bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Atividade física, hidratação, evitar longos períodos sem movimento e cirurgia com medidas preventivas.
Medidas Preventivas
Exercícios de perna
Meias de compressão
Hidratação
Profilaxia farmacológica em alto risco
Cessação de tabagismo
Rastreamento
Rastreamento não universal; pacientes com fatores de risco devem monitorar sinais clínicos.

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais associadas a TEV.
Internações/Ano
Mortalidade variável; TEV pode ter alta gravidade se não tratado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com maior incidência correlacionam-se a idade e comorbidades.

Perguntas Frequentes

1 Definição simples de TEV
TEV envolve coágulos nas veias, potencialmente levando a embolia pulmonar.
2 Como é diagnosticado?
Doppler venoso, Dímero D e exames de imagem confirmam TEV.
3 Tratamento exige anticoagulantes?
Anticoagulantes são usados sob supervisão médica para evitar novas tromboses.
4 Pode evitar recidiva?
Adotar hábitos saudáveis e seguir tratamento reduz recidiva.
5 Dicas práticas do dia a dia
Caminhe a cada hora, hidrate-se e siga orientações médicas.

Mitos e Verdades

Mito

TEV afeta apenas idosos.

Verdade

qualquer idade pode ter TEV com fatores de risco.

Mito

compressão ampla evita TEV.

Verdade

meias de compressão graduadas ajudam na prevenção.

Mito

anticoagulantes sempre causam sangramento grave.

Verdade

uso adequado sob supervisão minimiza sangramentos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de clínica geral ou hematologista quando notar inchaço.
Especialista Indicado
Hematologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se dor no peito com falta de ar, ou sangramento.
Linhas de Apoio
Disque SUS 136 Central de Atendimento do MS Linha de apoio ao paciente com TEV

CIDs Relacionados

I82.0 I82.1 I82.2 I82.3 I82.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.