contato@nztbr.com
cid i47
CID-10

Taquicardia e distúrbios do ritmo cardíaco

Taquicardia

Resumo

Coração acelerado; palpitações e necessidade de avaliação

Identificação

Código Principal
I47
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Distúrbios da taquicardia e ritmos cardíacos segundo OMS
Nome em Inglês
Tachycardia disorders
Outros Nomes
Taquicardia • Taquicardia paroxística • Taquicardia supraventricular • Ritmo acelerado
Siglas Comuns
SVT TAQ Ritmo rápido

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do aparelho circulatório
Categoria Principal
Transtornos do ritmo cardíaco
Subcategoria
Taquicardia paroxística
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia por subtipo; taquiarritmias são comuns entre distúrbios cardíacos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; associadas a hipertensão e cardiopatia.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos
Distribuição por Sexo
Ligeiramente mais comum em homens
Grupos de Risco
Hipertensão arterial Doença cardíaca estrutural Obesidade Diabetes Tabagismo
Tendência Temporal
Varia com diagnóstico e manejo; tendência de alta com envelhecimento

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial, envolvendo fatores cardíacos e predisposição genética
Mecanismo Fisiopatológico
Alteração elétrica com reentrada ou disparo atrial
Fatores de Risco
Idade avançada Hipertensão Diabetes Obesidade Tabagismo Estimulantes
Fatores de Proteção
Controle de fatores de risco Redução de estimulantes Tratamento de distúrbios Estilo de vida saudável
Componente Genético
Predisposição em síndromes raras; na maioria multifatorial

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Palpitações frequentes e sensação de batimento rápido
Sintomas Frequentes
Palpitações
Falta de ar
Tontura
Desmaio
Fadiga moderada
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Desmaio intenso
  • Falta de ar grave
  • Síncope repetida
  • Tontura extrema
Evolução Natural
Sem tratamento pode persistir; controle reduz sintomas e complicações
Complicações Possíveis
Insuficiência cardíaca Embolia sistêmica Angina Síncope recorrente Redução da capacidade funcional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
ECG com ritmo rápido e padrões específicos; monitorização confirma subtipo
Exames Laboratoriais
Hemograma TSH/T4 Eletrólitos Troponina BNP
Exames de Imagem
Ecocardiograma ECG seriado RM cardíaca Cintilografia se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Fibrilação atrial
  • Taquicardia ventricular
  • Sinusal com taquicardia
  • Pânico/ansiedade
  • Hipertiroidismo
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Controle de frequência e ritmo; tratar causas subjacentes
Modalidades de Tratamento
1 Controle de frequência
2 Ablação por cateter
3 Cardioversão elétrica
4 Medicamentos antiarrítmicos
5 Tratamento da condição subjacente
Especialidades Envolvidas
Cardiologia Medicina de família Eletrofisiologia Fisioterapia cardíaca Farmacologia clínica
Tempo de Tratamento
Duração depende do subtipo; pode ser meses a anos
Acompanhamento
Consultas regulares e monitoramento de ritmo

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Boa adesão ao tratamento
  • Controle de risco
  • Ausência de doença cardíaca grave
Fatores de Mau Prognóstico
  • Doença cardíaca estrutural
  • Fibrilação atrial não controlada
  • Insuficiência cardíaca
  • Multiplas comorbidades
Qualidade de Vida
Pode melhorar com manejo adequado

Prevenção

Prevenção Primária
Manter higiene de vida e tratar fatores de risco
Medidas Preventivas
Controle de pressão
Perda de peso
Redução de cafeína
Abstinência de estimulantes
Adesão ao tratamento
Rastreamento
ECG de rotina e monitorização quando indicado

Dados no Brasil

Estimativas variam por região; dados incompletos
Internações/Ano
Mortalidade associada depende de comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior incidência em áreas com cardiopatias prevalentes

Perguntas Frequentes

1 Quais são os sintomas mais comuns?
Palpitações, falta de ar, tontura e ocasional desmaio
2 Como é feito o diagnóstico?
ECG e monitorização para confirmar ritmo e subtipo
3 É possível curar taquicardia?
Pode haver controle duradouro com tratamento
4 Preciso evitar certos alimentos?
Dieta equilibrada; moderar cafeína e álcool ajuda
5 Qual é o prognóstico se não tratar?
Risco de complicações aumenta; acompanhamento é crucial

Mitos e Verdades

Mito

toda taquicardia demanda hospitalização

Verdade

avaliação médica orienta manejo seguro

Mito

mito_2": "cafeína cura taquicardia"

Verdade

cafeína pode desencadear episódios; moderação

Mito

mito_3": "ablação é sempre necessária"

Verdade

opção terapêutica é individual

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento médico diante de palpitações fortes
Especialista Indicado
Cardiologista
Quando Procurar Emergência
Dor no peito, desmaio ou falta de ar grave
Linhas de Apoio
SUS 188 SAMU 192 Pronto atendimento local

CIDs Relacionados

I47.0 I47.1 I47.9 I48 I49.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.