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cid i15
CID-10

Hipertensão Secundária

Hipertensão secundária

Resumo

HTN secundaria é pressão alta causada por outra doença; tratar a doença subjacente ajuda a reduzir a pressão

Identificação

Código Principal
I15
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipertensão arterial secundária
Nome em Inglês
Secondary Hypertension
Outros Nomes
Hipertensão de origem secundária • HTA secundária • HTN secundária • Hipertensão por doença subjacente
Siglas Comuns
HTNsec HTN-Sec I15

Classificação

Capítulo CID
Capítulo I - Doenças do sistema circulatório
Categoria Principal
Hipertensões secundárias
Subcategoria
Origem renal/endócrina ou vascular
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
5-10% das hipertensões são secundárias, variando por etiologia e população.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; parcela menor que hipertensão essencial.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres próximos; leve predominância masculina em algumas etiologias
Grupos de Risco
Doença renal crônica Endocrinopatias Uso de certos medicamentos Predisposição genética Obesidade
Tendência Temporal
Com diagnóstico e tratamento adequados, permanece estável

Etiologia e Causas

Causa Principal
Doença subjacente que eleva a pressão
Mecanismo Fisiopatológico
Doença subjacente aumenta resistência vascular ou volume sanguíneo
Fatores de Risco
Obesidade Uso de certos medicamentos História familiar Diabetes Doenças endócrinas Estresse
Fatores de Proteção
Controle de peso Tratamento da doença subjacente Redução de sódio Estilo de vida saudável
Componente Genético
Contribuição genética em algumas etiologias, não universal

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Pressão alta detectada ou cefaleias inespecíficas
Sintomas Frequentes
Dores de cabeça
Palpitações
Tontura
Fadiga
Visão turva
Dor torácica
Sinais de Alerta
  • Dor no peito súbita
  • Fraqueza focal
  • Disartria
  • Perda de visão
  • Confusão aguda
Evolução Natural
Sem tratamento: risco de danos a coração, rins e olhos
Complicações Possíveis
Dano renal Insuficiência cardíaca AVC Retinopatia hipertensiva Aneurisma

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Confirmação clínica com etiologia subjacente
Exames Laboratoriais
Perfil renal Eletrolitos Hormônios renais Glicose HbA1c
Exames de Imagem
Ultrassom renal Ecocardiograma RM/angiografia AngioTC
Diagnóstico Diferencial
  • Hipertensão essencial
  • Feocromocitoma
  • Hiperaldosteronismo primário
  • Doença poliquística renal
  • Hipertensão renovascular
Tempo Médio para Diagnóstico
Depende da etiologia; pode levar semanas a meses

Tratamento

Abordagem Geral
Tratamento foca em doença subjacente, controle da pressão e prevenção de danos
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento da condição subjacente
2 Redução de sódio
3 Correção de obesidade
4 Acompanhamento metabólico
5 Medicamentos conforme etiologia
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Nefrologia Endocrinologia Cardiologia Medicina interna
Tempo de Tratamento
Prolongado; depende da etiologia
Acompanhamento
Consultas regulares com monitoramento da pressão e função de órgãos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; controle adequado reduz danos a órgãos
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Controle do subjacente
  • Estilo de vida saudável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Tratamento inadequado
  • Dano renal grave
  • Complicações cardiovasculares
  • Multimorbidade
Qualidade de Vida
Pode melhorar com controle efetivo da pressão e da doença subjacente

Prevenção

Prevenção Primária
Detectar e tratar doenças subjacentes; reduzir fatores de risco como obesidade e sódio
Medidas Preventivas
Controle de peso
Dieta com baixo sódio
Tratamento de doenças renais/endócrinas
Evitar tabagismo
Exercícios regulares
Rastreamento
Avaliação clínica regular para detecção de etiologias tratáveis

Dados no Brasil

Número de internações varia conforme etiologia subjacente
Internações/Ano
Óbitos associados dependem da gravidade da doença subjacente
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração maior em centros urbanos; menor acesso em áreas remotas

Perguntas Frequentes

1 HTN secundária pode desaparecer com o tratamento da doença subjacente?
Sim, controlar a causa pode normalizar a pressão em alguns casos.
2 Quem está em risco para HTN secundária?
Quem tem doença renal, endócrina ou uso de certas medicações; raramente sem etiologia
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica detalhada, exames de função e imagem para achar a causa
4 Posso prevenir HTN secundária?
Previne-se tratando doenças subjacentes e adotando estilo de vida saudável
5 A hipertensão pode ser curada?
Depende da causa; controle adequado reduz riscos e danos

Mitos e Verdades

Mito

HTN secundária é rara e fácil de tratar

Verdade

Poucas etiologias, mas tratá-la requer identificar subjacente

Mito

Dieta sozinha cura a HTN

Verdade

Dieta ajuda, mas doença subjacente precisa tratar

Mito

Medicação é sempre necessária

Verdade

Pode depender da etiologia; algumas causas respondem a tratamento reversível

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure clínico geral ou médico de família para avaliação inicial
Especialista Indicado
Clínico geral, nefrologista ou endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Sinais de alarme: dor no peito, fraqueza repentina, fala arrastada
Linhas de Apoio
136 - Central de saúde pública Disque SUS 0800-011-0478

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.