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cid i 64.0
CID-10

Acidente vascular cerebral não especificado

AVC não especificado

Resumo

AVC não especificado: diagnóstico rápido, tratamento imediato e reabilitação.

Identificação

Código Principal
I64.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Acidente vascular cerebral não especificado
Nome em Inglês
Unspecified stroke
Outros Nomes
AVC não classificado • ACV inespecífico • Acidente vascular encefálico não especificado • AVC não determinado
Siglas Comuns
AVC ACV CV

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Doenças cerebrovasculares
Subcategoria
Acidente vascular cerebral não especificado
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam AVC entre principais causas de mortalidade e incapacidade.
Prevalência no Brasil
Brasil tem alta carga de AVC, com impacto significativo em idosos.
Faixa Etária Principal
60 anos ou mais
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Hipertensão arterial Idade avançada Fibrilação atrial Diabetes mellitus Dislipidemia
Tendência Temporal
Estável com leve aumento da idade média.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem primária: AVC não especificado, inserido em cerebrovasculares.
Mecanismo Fisiopatológico
Perda repentina de fluxo sanguíneo cerebral por oclusão ou sangramento, levando lesão neural.
Fatores de Risco
Hipertensão Tabagismo Dislipidemia Idade avançada Obesidade Sedentarismo
Fatores de Proteção
Controle da PA Dieta balanceada Atividade física regular Não fumar
Componente Genético
Influência genética limitada; não herdável de forma determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Déficit neurológico focal de início súbito
Sintomas Frequentes
Fraqueza súbita de um lado
Dificuldade de fala
Perda de visão ou visão dupla
Confusão súbita
Tontura ou desequilíbrio
Dor de cabeça súbita (hemorrágico)
Sinais de Alerta
  • Fraqueza facial ou corporal súbita
  • Dificuldade de fala grave
  • Confusão repentina
  • Perda súbita de equilíbrio
  • Dor de cabeça intensa sem explicação
Evolução Natural
Sem tratamento, déficit pode progredir; atendimento rápido reduz danos.
Complicações Possíveis
Deficiência permanente Disartria Depressão Problemas de deglutição Comprometimento cognitivo

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Início súbito de déficit neurológico com confirmação por neuroimagem.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia Perfil lipídico Função renal Coagulograma
Exames de Imagem
Tomografia sem contraste RM encefálica Angio-TC ou angio-RM Perfusão cerebral
Diagnóstico Diferencial
  • TIA
  • Encefalopatia metabólica
  • Hipoglicemia
  • Tumor cerebral
  • Encefalite
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas até confirmação pela imagem; depende do serviço.

Tratamento

Abordagem Geral
Estabilização, avaliação rápida, controle de fatores de risco e encaminhamento a reperfusão quando indicado.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentoso (antitrombóticos)
2 Cirúrgico (trombectomia/hemicraniectomia)
3 Trombólise
4 Cuidados de suporte
5 Reabilitação precoce
Especialidades Envolvidas
Neurologia Neurocirurgia Medicina de emergências Reabilitação Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Aproximadamente 4,5 h para trombólise ideal; variações conforme protocolo.
Acompanhamento
Avaliação diária de neurologia, fisioterapia e terapia ocupacional; metas de reabilitação.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da extensão, localização e tempo até terapia; pode haver sequelas.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tempo de atendimento rápido
  • Acesso a terapia de reperfusão
  • Tratamento de fatores de risco
  • Reabilitação precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Gravidade inicial alta
  • Deficits extensos
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Independência pode diminuir; reabilitação melhora função e bem‑estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle rigoroso da PA, alimentação saudável, exercícios, não fumar, moderação de álcool.
Medidas Preventivas
Controle da PA
Tratamento de arritmias
Dieta equilibrada
Exercícios regulares
Perda de peso
Rastreamento
Rastreamento de fatores de risco com visitas regulares e exames.

Dados no Brasil

Centenas de milhares de internações anuais.
Internações/Ano
Mortalidade relevante, com variações regionais.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior carga nas regiões com menor acesso à saúde; variações regionais.

Perguntas Frequentes

1 Qual a diferença entre AVC isquêmico e hemorrágico?
Isquêmico: entope vaso; hemorrágico: rompe vaso.
2 O que é TIA?
Sinais de AVC curtos; alerta para risco de AVC.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação neurológica + tomografia ou RM para confirmar tipo.
4 É possível prevenir?
Controlar PA, dieta, exercício; evitar fumo reduz risco.
5 Quais são os sinais de alerta?
Fraqueza súbita, fala prejudicada, confusão, tontura, visão prejudicada.

Mitos e Verdades

Mito

AVC acontece apenas em idosos.

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade com fatores de risco.

Mito

exercícios não ajudam na prevenção.

Verdade

atividade física regular reduz risco de AVC.

Mito

AVC é inevitável com idade.

Verdade

controle de fatores de risco diminui probabilidade.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atendimento de emergência ao surgirem sinais de AVC.
Especialista Indicado
Neurologista.
Quando Procurar Emergência
Sinais súbitos de déficit neurológico requerem atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Linha de apoio AVC local Serviço de saúde pública Central de orientação médica

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.