cid hipogonadismo masculino
CID-10
Hipogonadismo Masculino
Baixa testosterona
Resumo
Hipogonadismo masculino é queda de testosterona; causas, diagnóstico e manejo
Identificação
- Código Principal
- E29.1
- Versão CID
- CID-10
- Nome Oficial
- Condição de baixa testosterona em homens, por falha testicular ou eixo hipotalamo-hipofisário
- Nome em Inglês
- Male Hypogonadism
- Outros Nomes
- Hipogonadismo masculino • Deficiência de testosterona • Hipogonadismo primário • Baixa produção de testosterona • Teste baixo
- Siglas Comuns
- LH FSH SHBG
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo IV - Doenças Endócrinas
- Categoria Principal
- Endócrino-hormonal, hipogonadismo masculino
- Subcategoria
- Primário e Secundário
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- cronica
- Gravidade Geral
- moderada
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Estimativas globais indicam 5-10% de homens adultos com baixa testosterona clínica
- Prevalência no Brasil
- Brasil: 2-4% entre adultos; varia por método diagnóstico
- Faixa Etária Principal
- Adultos de meia-idade
- Distribuição por Sexo
- Predominantemente homens
- Grupos de Risco
- Idade avançada Obesidade Uso prolongado de opioides Doenças crônicas Sindrome de Klinefelter
- Tendência Temporal
- Prevalência estável nos últimos anos
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- Causas primárias: falha testicular; secundárias: eixo hipotalamo-hipofiso prejudicado.
- Mecanismo Fisiopatológico
- Deficiencia de testosterona por falha gonadal ou disfunção do eixo HPG
- Fatores de Risco
- Uso prolongado de glucocorticoides Doencas cronicas Trauma/testicular Klinefelter Obesidade Alcoolismo
- Fatores de Proteção
- Estilo vida saudavel Peso adequado Tratamento de doenças cronicas Nao fumar
- Componente Genético
- Klinefelter e outras variantes geneticas contribuem para risco
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Baixa libido com fadiga e perda de massa muscular
- Sintomas Frequentes
-
Disfunção eretilDiminuição da massa muscularGanho de gordura abdominalRedução da densidade ósseaFadigaAlterações de humor
- Sinais de Alerta
-
- Dor testicular aguda
- Edema mamario
- Mudancas de humor intensas
- Perda de peso repentina
- Dor lombar persistente
- Evolução Natural
- Sem tratamento, sinais persistem; com terapia, melhora de sinais
- Complicações Possíveis
- Infertilidade Osteoporose Dislipidemia Anemia Disfunção sexual
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- Baixa testosterona confirmada por dois testes laboratoriais com sinais clinicos
- Exames Laboratoriais
- Testosterona total Testosterona livre LH FSH SHBG
- Exames de Imagem
- RM hipofisaria Ultrassom testicular RM eixo HPG TC de cranio
- Diagnóstico Diferencial
-
- Deficiencia de testosterona fisiologica
- Hiperprolactinemia
- Hipotireoidismo
- Doencas cronicas graves
- Uso de esteroides
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Geralmente semanas entre suspeita e confirmacao
Tratamento
- Abordagem Geral
- Avaliar sinais, confirmar laboratorio, considerar reposicao hormonal quando indicado, com monitoramento
- Modalidades de Tratamento
-
1 Terapia hormonal de reposicao2 Acompanhamento nutricional3 Exercicios e reabilitacao4 Tratamento de comorbidades5 Educacao e suporte
- Especialidades Envolvidas
- Endocrinologia Urologia Medicina de Familia Nutrição Psicologia
- Tempo de Tratamento
- Varia de meses a anos, conforme etiologia e resposta
- Acompanhamento
- Consultas regulares a cada 3-6 meses para monitorar hormônios e bem-estar
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Com manejo adequado, melhora de sinais e qualidade de vida
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Diagnostico precoce
- Adesao ao tratamento
- Controle de comorbidades
- Ausencia de complicacoes
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Idade avancada
- Doencas graves
- Baixa adesao
- Hiperprolactinemia prolongada
- Qualidade de Vida
- Boa com tratamento, mantendo bem-estar fisico e emocional
Prevenção
- Prevenção Primária
- Manter saude geral, evitar danos ao eixo HPG, controlar peso
- Medidas Preventivas
-
Dieta balanceadaExercicio regularControle de pesoSono adequadoEvitar estrogenico abuso
- Rastreamento
- Avaliacao de testosterona em grupos de risco; densidade ossea e lipídios
Dados no Brasil
null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.