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cid hipogonadismo
CID-10

Hipogonadismo

Baixa testosterona

Resumo

Doença de baixa produção de hormônios sexuais, tratamento ajuda muito

Identificação

Código Principal
E29.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipogonadismo: deficiência de hormônios sexuais com causas primárias ou secundárias
Nome em Inglês
Hypogonadism (Testicular)
Outros Nomes
Hipogonadismo primário • Hipogonadismo secundário • Disfunção gonadal • Deficiência androgênica • Redução hormonal gonadal
Siglas Comuns
HG HOG HH

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVIII - Doenças do sistema endócrino
Categoria Principal
Endócrino; distúrbios hormonais
Subcategoria
Hipogonadismo primário e secundário
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais variam; etiologia, idade e sexo influenciam a prevalência.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações regionais e subgrupos descritos.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia idade
Distribuição por Sexo
Predominantemente homens; mulheres conforme etiologia específica
Grupos de Risco
Genética familiar Doenças crônicas Uso de certos fármacos Obesidade Idade avançada
Tendência Temporal
Aumento lento com maior detecção e vigilância endocrinológica

Etiologia e Causas

Causa Principal
Desordens gonadais primárias ou secundárias por genética, endocrinologia ou adquiridas
Mecanismo Fisiopatológico
Baixa produção ou ação de hormônios sexuais, com alterações gonadais ou hipotalâmicas
Fatores de Risco
História familiar Doenças crônicas Uso de corticoides Obesidade Estresse extremo Tabagismo
Fatores de Proteção
Saúde hormonal estável Atividade física Alimentação balanceada Proteção hormonal adequada
Componente Genético
Fatores hereditários influenciam risco e subtipos, incluindo síndromes associadas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sinais de deficiência hormonal: baixa energia, libido reduzida, mudanças ósseas
Sintomas Frequentes
redução da libido
disfunção erétil
perda de massa muscular
baixa densidade óssea
fadiga e humor neutro
Sinais de Alerta
  • dor/testículo aguda
  • complexidades neurológicas
  • sinais de hipoglicemia
  • dor no quadrante superior
  • alterações visuais significativas
Evolução Natural
Sem tratamento, sintomas persistem; manejo melhora qualidade de vida
Complicações Possíveis
osteoporose osteopenia infertilidade disfunção sexual depressão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Dosagem de testosterona, LH/FSH, avaliação clínica e exclusão de causas transitórias
Exames Laboratoriais
Testosterona total baixa LH/FSH alterados Prolactina TSH SHBG
Exames de Imagem
RM hipotalâmico-pituitária Ultrassom testicular Densitometria óssea RM cerebral
Diagnóstico Diferencial
  • Hipotireoidismo
  • Síndrome de Klinefelter
  • Deficiência de GnRH
  • Uso de esteroides/exógenos
  • Hipercortisolismo
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a serviços; pode levar meses

Tratamento

Abordagem Geral
Plano multidisciplinar com reposição hormonal avaliada, manejo de causas subjacentes
Modalidades de Tratamento
1 Reposição hormonal quando indicado
2 Correção de fatores de risco
3 Gestão óssea
4 Apoio psicológico
5 Educação em saúde
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Urologia/Andrologia Ginecologia Genética Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração prolongada; ajuste periódico conforme exames
Acompanhamento
Consultas regulares, exames hormonais, densitometria óssea, avaliação de sintomas

Prognóstico

Prognóstico Geral
Qualidade de vida alcançável com tratamento adequado e adesão
Fatores de Bom Prognóstico
  • Etiologia tratável
  • Adesão ao tratamento
  • Suporte familiar
  • Saúde óssea estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infertilidade persistente
  • Baixa adesão
  • Complicações ósseas
  • Doenças associadas graves
Qualidade de Vida
Melhora com tratamento, suporte e educação em saúde

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção direta; manter saúde hormonal e estilo de vida equilibrado
Medidas Preventivas
Peso saudável
Atividade física
Não usar hormônios sem orientação
Controle de obesidade
Rotina de saúde
Rastreamento
Avaliação endocrinológica se sinais aparecerem; densitometria conforme risco

Dados no Brasil

Poucas internações diretas; maioria associada a complicações
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta; ocorre em comorbidades
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maiores registros em capitais; desigualdades regionais

Perguntas Frequentes

1 Quais sintomas costumam aparecer primeiro?
Baixa energia, queda da libido, sensação de cansaço e alterações ósseas
2 Como confirmar o diagnóstico?
Exames de hormônio no sangue, avaliação clínica e exames complementares
3 Posso tratar se for jovem?
Sim, com avaliação cuidadosa para equilíbrio entre benefícios e riscos
4 A reposição hormonal é segura?
Depende da dose, idade e comorbidades; acompanhamento é essencial
5 Como prevenir complicações a longo prazo?
Manter tratamento, alimentação saudável, treino e monitoramento médico

Mitos e Verdades

Mito

qualquer cansaço é hipogonadismo

Verdade

Fadiga pode ter várias causas; diagnóstico exige avaliação

Mito

tratamento acelera câncer

Verdade

Tratamento é avaliado; riscos são monitorados por médico

Mito

infertilidade sempre aparece cedo

Verdade

Pode surgir ao longo da vida; diagnóstico varia

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure serviço de endocrinologia, urologia ou clínica geral
Especialista Indicado
Médico endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Dor testicular súbita, edema intenso ou febre alta
Linhas de Apoio
DisqueSaúde VivaBem SUS Central

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.