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cid hiperprolactinemia
CID-10

Hiperprolactinemia

Prolactina alta

Resumo

Hiperprolactinemia é prolactina alta com várias causas; diagnóstico envolve sangue e imagem; tratamento costuma ser eficaz.

Identificação

Código Principal
E22.1
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hiperprolactinemia: elevação da prolactina no sangue com diversas causas
Nome em Inglês
Hyperprolactinemia
Outros Nomes
Prolactinemia alta • Hiperprolactinemia fisiológica • Nível alto de prolactina • Galactorreia associada
Siglas Comuns
PRL alta HP HPRL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças do sistema endócrino
Categoria Principal
Endocrinopatias
Subcategoria
Várias etiologias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial variável; estimativas sugerem menos de 1% da população.
Prevalência no Brasil
Brasil apresenta variações regionais; dados nacionais são limitados.
Faixa Etária Principal
Adultos em idade fértil
Distribuição por Sexo
Mais comum em mulheres em idade fértil
Grupos de Risco
Uso de anticoncepcionais hormonais Gravidez/lactação Doenças da hipófise Distúrbios tiroideanos Insuficiência renal
Tendência Temporal
Detecção aumenta com acesso a exames; tendência de crescimento estável.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Várias causas: fisiologia (gestação), tumores hipofisários, medicamentosa.
Mecanismo Fisiopatológico
Hipófise produz prolactina; estímulos dopaminérgicos alteram secreção; tumores ou fármacos incrementam.
Fatores de Risco
Uso de anticoncepcionais Gravidez/lactação Doenças hipofisárias Distúrbios tiroideanos Insuficiência renal Uso de certos fármacos
Fatores de Proteção
Acompanhamento médico regular Ajuste de fármacos Tratamento de doença de base Controle de peso
Componente Genético
Pode ocorrer em síndromes genéticas raras; na maioria não é herdável.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Ausência de menstruação em mulheres jovens é comum.
Sintomas Frequentes
Aménorréia
Galactorreia
Infertilidade
Diminuição da libido
Dores de cabeça
Problemas de visão leves
Sinais de Alerta
  • Dor de cabeça súbita
  • Perda de visão grave
  • Fraqueza facial repentina
  • Confusão mental
  • Sinais de tumor grande
Evolução Natural
Sem tratamento, sinais aumentam; fertilidade fica comprometida; sintomas podem progredir.
Complicações Possíveis
Infertilidade Osteoporose Disfunção sexual Alterações menstruais Visão comprometida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Prolactina elevada em sangue com exclusão de gravidez, confirmada por repetição.
Exames Laboratoriais
Dosagem de prolactina TSH LH/FSH Estradiol/Testosterona Função renal
Exames de Imagem
RM hipófise TC se RM indisponível Avaliar compressão óptica Avaliação de seios
Diagnóstico Diferencial
  • Gravidez
  • Hipotireoidismo
  • Tumor hipofisário não relacionado
  • Uso de antipsicóticos
  • Doenças renais
Tempo Médio para Diagnóstico
Meses a anos, conforme sintomas e exames

Tratamento

Abordagem Geral
Objetivo manter prolactina normal e bem-estar, sem prescrição neste campo.
Modalidades de Tratamento
1 Observação
2 Dopaminérgicos
3 Cirurgia hipofisária
4 Radioterapia (raros)
5 Tratamento de comorbidades
Especialidades Envolvidas
Endocrinologia Ginecologia Neurologia Oftalmologia Radiologia
Tempo de Tratamento
Duração geralmente anos; acompanhamento é essencial.
Acompanhamento
Consultas periódicas para monitorar prolactina e efeitos do tratamento.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com diagnóstico precoce; fertilidade e sintomas costumam melhorar.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Prolactina controlada
  • Gravidez bem-sucedida
  • Tumor pequeno
  • Ausência de comorbidades
Fatores de Mau Prognóstico
  • Macroadenoma
  • Refratariedade ao fármaco
  • Sintomas severos
  • Complicações ósseas
Qualidade de Vida
Pode permanecer boa com apoio adequado e adesão ao acompanhamento.

Prevenção

Prevenção Primária
Não há prevenção única; controle de doenças hipofisárias reduz risco geral.
Medidas Preventivas
Acompanhamento regular
Ajuste de fármacos
Tratamento de hipotireoidismo
Gravidez sob orientação
Evitar álcool excessivo
Rastreamento
Exames de prolactina periódicos se houver risco ou sintomas.

Dados no Brasil

Internações em serviços especializados são variáveis.
Internações/Ano
Óbitos são pouco frequentes com manejo adequado.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior detecção em capitais; variação regional.

Perguntas Frequentes

1 Quais são sintomas comuns?
Aménorréia, galactorreia, infertilidade; alguns não apresentam sintomas.
2 Como é feito o diagnóstico?
Prolactina no sangue, imagem da hipófise e exclusão de gravidez.
3 É possível tratar com cirurgia?
Cirurgia é para tumores grandes; medicamento é a primeira linha.
4 Posso ficar bem sem tratamento?
Alguns casos se resolvem com gravidez ou ajuste de medicação; monitorar.
5 Como melhorar qualidade de vida?
Acesso a consultas, sono, alimentação saudável e adesão ao tratamento.

Mitos e Verdades

Mito

toda hiperprolactinemia é grave; depende da causa.

Verdade

diagnóstico oportuno facilita recuperação da fertilidade.

Mito

afeta apenas mulheres.

Verdade

homens também podem ter prolactina elevada.

Mito

remédios não elevam prolactina.

Verdade

alguns fármacos elevam PRL; ajuste médico necessário.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure endocrinologista ou ginecologista; clínica geral pode iniciar.
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Visão turva súbita, forte dor de cabeça ou fraqueza requer atendimento.
Linhas de Apoio
SUS 136 DisqueSaúde 188 Apoio local

CIDs Relacionados

E22.1 E22.0 E23.0 Z85.3 Z86.6

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.