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cid hipermetropia
CID-10

Hipermetropia

Hipermetropia

Resumo

Hipermetrópico tem dificuldade de foco próximo; lentes ajudam leitura e conforto

Identificação

Código Principal
H52.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hipermetrópia, erro refrativo com foco próximo prejudicado
Nome em Inglês
Hypermetropia
Outros Nomes
hipermetropia simples • hipermetrópia refrativa • erro de foco curto • foco longe predominante • refração negativa
Siglas Comuns
HIP HM Hypermetropia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Distúrbios refrativos
Subcategoria
Hipermetropia simples
Tipo de Condição
doenca
Natureza
congenita
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam presença de hipermetropia, variando com idade, etnia e detecção clínica.
Prevalência no Brasil
null
Faixa Etária Principal
crianças e adultos jovens
Distribuição por Sexo
distribuição semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
história familiar de hipermetropia desenvolvimento visual infantil pouca correção inicial uso excessivo de telas condições genéticas
Tendência Temporal
geralmente estável com correção adequada; varia por população

Etiologia e Causas

Causa Principal
Erro refrativo por eixo ocular curto, reduzindo convergência e foco próximo
Mecanismo Fisiopatológico
Globo ocular com eixo curto provoca foco atrasado da retina
Fatores de Risco
história familiar de hipermetropia desenvolvimento visual infantil pouca correção inicial uso intenso de telas ambiente de estudo
Fatores de Proteção
boa iluminação pausas visuais regulares correção adequada desde cedo educação visual em casa
Componente Genético
Herança multifatorial com contribuição de genes do desenvolvimento ocular

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Esforço para focar perto; leitura cansativa
Sintomas Frequentes
dor de cabeça ao ler
fadiga ocular
visão embaçada de perto
necessidade de afastar objetos
maior piscar
Sinais de Alerta
  • dor súbita com perda de visão
  • visão distorcida progressiva
  • dor ocular intensa
  • manchas flutuantes
  • perda de visão repentina
Evolução Natural
sem tratamento, leitura piora; correção evita comprometimento
Complicações Possíveis
ambliopia se não corrigida estrabismo de acomodação cefaleias frequentes dificuldade escolar

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Avaliação refração objetiva e subjetiva; foco próximo adequado com correção
Exames Laboratoriais
refração objetiva refração subjetiva teste de acomodação biometria ocular exame de retina
Exames de Imagem
topografia ocular biometria ocular retinografia tomografia de retina
Diagnóstico Diferencial
  • miopia
  • astigmatismo associada
  • presbiopia precoce
  • ambliopia refrativa
  • erro refrativo desigual
Tempo Médio para Diagnóstico
Idade pequena, diagnóstico comum em consulta de rotina

Tratamento

Abordagem Geral
Correção óptica com óculos ou lentes de contato; ajuste conforme idade
Modalidades de Tratamento
1 óculos
2 lentes de contato
3 cirurgia refrativa (quando elegível)
4 treinamento de acomodação
5 reabilitação visual
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Optometria Pediatria Cirurgia Refrativa Reabilitação Visual
Tempo de Tratamento
Duração contínua com revisões periódicas
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6-12 meses; ajuste de lentes e vigilância de ambliopia

Prognóstico

Prognóstico Geral
Bom com correção adequada; boa qualidade de vida visual
Fatores de Bom Prognóstico
  • correção eficaz
  • adesão ao uso de óculos
  • monitoramento regular
  • ambiente escolar apoiado
Fatores de Mau Prognóstico
  • não uso de correção
  • hipermetropia alta não corrigida
  • ambliopia não tratada
  • presença de estrabismo não tratado
Qualidade de Vida
Correção adequada mantém leitura fluente e bem-estar visual

Prevenção

Prevenção Primária
Rotina de exames oftalmológicos na infância para detectar falhas
Medidas Preventivas
exames regulares
uso de óculos quando indicado
ambiente de leitura adequado
boa iluminação
descanso ocular
Rastreamento
Rastreamento de refração em consultas infantis de rotina

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Detecção maior em regiões urbanas com acesso à oftalmologia

Perguntas Frequentes

1 Como a hipermetropia afeta meu dia a dia?
Pode haver esforço para ler; correção melhora conforto e desempenho
2 É possível curar hipermetropia?
Correção óptica ou cirurgia, conforme o caso; não é cura única
3 Quando começar tratamento em criança?
Logo que houver indicação de visão deficiente ou ambliopia
4 Qual a melhor lente para hipermetropia?
Óculos prescritos pelo oftalmologista; lentes de contato em algumas situações
5 Como evitar recaída?
Usar lentes conforme prescrição e manter revisões regulares

Mitos e Verdades

Mito

óculos pioram a visão

Verdade

Realidade: lentes corrigem e protegem a visão sem acelerar deterioração

Mito

hipermetropia só acontece em idosos

Verdade

pode ocorrer em qualquer idade; crianças devem ser avaliadas

Mito

cirurgia é a única opção

Verdade

há opções ópticas; cirurgia é para casos selecionados

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista ou optometrista ao notar visão turva ou cansaço visual
Especialista Indicado
Oftalmologista pediátrico
Quando Procurar Emergência
Sinais para ir ao pronto-socorro: piora súbita da visão, dor intensa, visão preta
Linhas de Apoio
0800-SUS-EXEMPLO Central de Saúde Local Disque Saúde da sua cidade

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.