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cid hiperglicemia
CID-10

Hiperglicemia

Glicose alta

Resumo

Aumento de açúcar no sangue; pode ter várias causas e exige avaliação médica.

Identificação

Código Principal
R73.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hiperglicemia, elevação de glicose plasmática acima dos níveis normais, em várias situações
Nome em Inglês
Hyperglycemia
Outros Nomes
hiperglicemia aguda • glicose alta • hiperglicemia sem diabetes • hiperglicemia transitória • hiperglicemia induzida por estresse
Siglas Comuns
HG HGL HIPER

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IV - Doenças Endócrinas, Nutricionais e Metabólicas
Categoria Principal
Disfunção metabólica
Subcategoria
Hiperglicemia sem diabetes
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global variável, associada a estados hiperglicêmicos diversos.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; comum em pacientes com fatores de risco.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição parecida entre homens e mulheres
Grupos de Risco
obesidade diabetes prévio sedentarismo uso de corticoides gestação (diabetes gestacional)
Tendência Temporal
Tendência crescente em contextos de obesidade

Etiologia e Causas

Causa Principal
Elevação de glicose por diabetes, uso de glicocorticoides, infecção ou estresse metabólico.
Mecanismo Fisiopatológico
Glicose elevada resulta de resistência à insulina ou deficiência de insulina.
Fatores de Risco
obesidade sedentarismo história familiar de diabetes idade avançada uso de corticosteroides pâncreatopatia
Fatores de Proteção
dieta balanceada atividade física regular controle de peso hidratação adequada
Componente Genético
Predisposição genética moderada para metabolismo da glicose.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Sede intensa e urina em excesso, cansaço marcante.
Sintomas Frequentes
poliúria
polidipsia
perda de peso inexplicada
fadiga
visão turva
infecções frequentes
Sinais de Alerta
  • desidratação grave
  • cetoacidose diabética
  • coma hiperosmolar
  • dor no peito deve investigar
  • mudança súbita de consciência
Evolução Natural
Sem tratamento, desidratação, cetose ou coma podem ocorrer; manejo adequado melhora curso.
Complicações Possíveis
cetoacidose diabética coma hiperosmolar desidratação lesões renais

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Glicose plasmática elevada acima de normal; jejum >126 mg/dL confirmado por repetição.
Exames Laboratoriais
glicose sanguínea HbA1c ureia/creatinina eletrólitos glicúria
Exames de Imagem
ultrassom abdominal TC pancreática RM se indicado ecografia renal
Diagnóstico Diferencial
  • diabetes mellitus
  • gestação diabética
  • uso de glicocorticoides
  • pancreatopatia
  • infeção grave
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias, depende da etiologia

Tratamento

Abordagem Geral
Normalizar glicemia, tratar causas, monitorar fluidos/eletrolitos e prevenir complicações.
Modalidades de Tratamento
1 manejo glicêmico
2 reposição de fluidos
3 reposição de eletrólitos
4 tratamento da causa
5 monitorização
Especialidades Envolvidas
endocrinologia medicina interna nutrição intensivista farmacologia
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme etiologia e resposta
Acompanhamento
Glicemia regular, ajustes terapêuticos e monitoramento renal

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da causa; com manejo adequado, controle glicêmico estável é possível.
Fatores de Bom Prognóstico
  • controle glicêmico estável
  • interpretação clínica correta
  • evitar desidratação
  • detecção precoce de complicações
Fatores de Mau Prognóstico
  • diabetes não controlado
  • insuficiência renal
  • infecção grave
  • falha de tratamento
Qualidade de Vida
Impacta a vida diária; requer autocuidado e monitoramento contínuo

Prevenção

Prevenção Primária
Mantendo peso saudável, dieta equilibrada, atividade física e controle de glicose se pré-diabetes.
Medidas Preventivas
controle de peso
dieta balanceada
atividade física regular
evitar uso indiscriminado de glicocorticoides
monitorar glicose se pré-diabetes
Rastreamento
Controle periódico de glicose/HbA1c conforme guia clínica

Dados no Brasil

Estimativas dependem da gravidade; números nacionais variam.
Internações/Ano
Dados nacionais variam com condições subjacentes.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Regiões com obesidade têm maior burden; variações locais.

Perguntas Frequentes

1 Hiperglicemia aparece sem diabetes?
Sim; pode ocorrer em estresse, infecção ou uso de certos remédios.
2 HbA1c é confiável?
Sim, reflete glicose média nos últimos meses.
3 Diagnóstico envolve apenas glicose?
Não; exames repetidos, HbA1c e avaliação clínica ajudam.
4 Prevenção é possível?
Dieta equilibrada, atividade física e peso controlado ajudam a prevenir.
5 Posso viver bem com hiperglicemia?
Sim, com tratamento adequado, adesão e acompanhamento.

Mitos e Verdades

Mito

açúcar deve ser evitado para evitar hiperglicemia.

Verdade

Glicose alta depende de múltiplos fatores, não apenas açúcar.

Mito

hiperglicemia é igual a diabetes.

Verdade

Hiperglicemia pode indicar diabetes ou estados transitórios.

Mito

insulina cura tudo rapidamente.

Verdade

Tratamento reduz glicose; controle depende de várias medidas.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo é atendimento clínico com médico de família.
Especialista Indicado
Endocrinologista
Quando Procurar Emergência
Procure pronto atendimento se sede intensa, confusão ou desidratação.
Linhas de Apoio
168 188 0800-XXXX

CIDs Relacionados

R73.9 E11.9 E10.9 Z79.4 Z13.0

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.