Herpes Genital HSV-1/2
Herpes genital, HSV-1/2
Resumo
Herpes genital é comum; lesões dolorosas podem ocorrer; tratamento reduz sintomas
Identificação
- Código Principal
- cid herpes genital
- Versão CID
- CID-11
- Nome Oficial
- Infecções por herpes simplex genitais
- Nome em Inglês
- Genital herpes (HSV-1/HSV-2)
- Outros Nomes
- herpes genital HSV-1/2 • herpes simples genitais • HSV genital • feridas genitais dolorosas • infecção por herpes genital
- Siglas Comuns
- HSV-1 HSV-2 HHV-2
Classificação
- Capítulo CID
- Capítulo XXI - Doenças infecciosas virais da pele e genitais
- Categoria Principal
- Infecções virais
- Subcategoria
- Herpes genital
- Tipo de Condição
- doenca
- Natureza
- infecciosa
- Gravidade Geral
- variável
Epidemiologia
- Prevalência Mundial
- Prevalência mundial alta; HSV-1 e HSV-2 comuns, com transmissão assintomática frequente.
- Prevalência no Brasil
- Soroprevalência relevante no Brasil, com variações regionais entre jovens adultos.
- Faixa Etária Principal
- Adultos jovens e adultos sexualmente ativos
- Distribuição por Sexo
- Quase equilíbrio entre sexos; pequenas variações locais
- Grupos de Risco
- sexo desprotegido múltiplas parcerias DST prévias imunossupressão troca de parceiros sem proteção
- Tendência Temporal
- Tendência estável, com surtos periódicos e redução com educação.
Etiologia e Causas
- Causa Principal
- HSV-1 ou HSV-2 como causadores; transmissão por contato
- Mecanismo Fisiopatológico
- Vírus invade epitélio genital, permanece latente em gânglios, reativa com estresse, causando surtos.
- Fatores de Risco
- sexo desprotegido múltiplas parcerias DST prévias imunossupressão uso de drogas graves lesões de pele
- Fatores de Proteção
- uso consistente de preservativos evitar contato durante surtos diagnóstico rápido de DSTs educação sexual adequada
- Componente Genético
- Contribuição genética não bem definida; herança é mínima.
Manifestações Clínicas
- Sintoma Principal
- Lesões dolorosas genitais com vesículas que formam crostas
- Sintomas Frequentes
-
bolhas dolorosascoceira/queimaçãodor ao urinardor ao sexomal-estar levefebre baixa
- Sinais de Alerta
-
- lesões não cicatrizam
- dor intensa com edema
- febre alta persistente
- dor lombar-secreção
- sintomas graves de DST
- Evolução Natural
- Sem tratamento, surtos podem durar 1-2 semanas; lesões cicatrizam e podem recidivar.
- Complicações Possíveis
- dor pélvica crônica coinfecções com HIV transmissão vertical dor sexual temporária
Diagnóstico
- Critérios Diagnósticos
- História de lesões genitais mais confirmação por PCR ou cultura
- Exames Laboratoriais
- PCR de vesícula cultura viral teste sorológico HSV-1/2 DSTs associadas HIV serologia
- Exames de Imagem
- não requeridos na maioria usadas em casos complicados
- Diagnóstico Diferencial
-
- Sífilis primária
- Candidíase com ulceração
- HPV com ulceração
- Herpes zoster genito-axilar
- úlceras traumáticas
- Tempo Médio para Diagnóstico
- Dias a semanas após início de lesões
Tratamento
- Abordagem Geral
- Foco em alívio de dor, higiene suave e orientação sexual responsável
- Modalidades de Tratamento
-
1 antivirais sob prescrição2 cuidados com lesões3 analgésicos simples4 higiene local5 evitar contato durante surtos
- Especialidades Envolvidas
- Clínico Geral Ginecologia Dermatologia Infectologia Saúde Sexual
- Tempo de Tratamento
- Curto, geralmente 5 a 7 dias no episódio agudo
- Acompanhamento
- Retorno em 2-4 semanas; monitorar recidivas e DSTs
Prognóstico
- Prognóstico Geral
- Perspectiva geralmente boa; surtos podem ocorrer, controle possível
- Fatores de Bom Prognóstico
-
- Adesão ao tratamento
- Diagnóstico precoce
- Parceiros informados
- Surtos menos frequentes
- Fatores de Mau Prognóstico
-
- Coinfecção HIV
- Gravidez com doença ativa
- Imunossupressão
- Não tratamento
- Qualidade de Vida
- Vida normal com manejo ativo e educação em saúde
Prevenção
- Prevenção Primária
- Práticas sexuais seguras, comunicação com parceiros, preservativos sempre
- Medidas Preventivas
-
preservativosevitar contato com lesõesteste de DSTseducação sexual adequadainformação confiável
- Rastreamento
- Testes de DSTs em parceiros ajudam prevenção
Dados no Brasil
Perguntas Frequentes
Mitos e Verdades
herpes some com tempo
Vírus pode permanecer latente e reativar
mito: só pega com parceiro atual
Pode ocorrer por transmissão anterior a parceiros
mito: não há tratamento
Tratamentos reduzem sintomas e recidivas
Recursos para o Paciente
- Onde Buscar Ajuda
- Procure DST/Clínica geral para avaliação inicial
- Especialista Indicado
- Infectologista
- Quando Procurar Emergência
- Procure emergências se febre alta, dor intensa, sinais de infecção
- Linhas de Apoio
- Disque DST Unidade de saúde próxima Linha de apoio local
CIDs Relacionados
Aviso Importante
As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.