contato@nztbr.com
cid h93.2
CID-10

Diplopia (visão dupla)

Visão dupla

Resumo

Visão dupla tem várias causas; diagnóstico correto melhora tratamento.

Identificação

Código Principal
H93.2
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Diplopia (visão dupla) segundo OMS
Nome em Inglês
Diplopia
Outros Nomes
Diplopia • Visão dupla • Dupla visão • Quadro diplópico • Visão duplicada
Siglas Comuns
Dpl DP DIP

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VII - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Distúrbios visuais
Subcategoria
Diplopia
Tipo de Condição
transtorno
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia conforme etiologia; diplopia mais comum em idosos por neuro-oculares.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; clínica neuroftalmológica oferece maior detecção.
Faixa Etária Principal
Adultos, especialmente acima de 60 anos.
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre os sexos.
Grupos de Risco
Idosos Diabetes Doenças neurooftálmicas Trauma ocular Hipertensão
Tendência Temporal
Estável nos últimos anos em muitos contextos.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Disfunção neuromuscular dos músculos oculares.
Mecanismo Fisiopatológico
Discrepância entre sinais visuais recebidos pelos dois olhos, causada por desbalanceamento dos músculos oculares.
Fatores de Risco
Idade avançada Diabetes Hipertensão Trauma ocular Doenças vasculares Tabagismo
Fatores de Proteção
Correção óptica adequada Tratamento de doenças sistêmicas Reabilitação visual Proteção ocular
Componente Genético
Pouca hereditariedade; alguns casos associados a síndromes.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Visão dupla que varia com o movimento ocular.
Sintomas Frequentes
Diplopia ao olhar para lados
Estrabismo perceptual
Fadiga ocular
Dor de cabeça associada
Percepção de profundidade alterada
Confusão visual
Sinais de Alerta
  • Dor ocular súbita
  • Perda súbita de visão
  • Fraqueza facial súbita
  • Dor de cabeça intensa com edemas
  • Cefaleia progressiva
Evolução Natural
Sem tratamento, diplopia persiste; cirurgia ou reabilitação podem melhorar.
Complicações Possíveis
Queda na qualidade de vida Dificuldade de leitura Risco de quedas Isolamento social Ansiedade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de diplopia, exame de motilidade, testes de fusão e imagem.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicose TSH Vitamina B12 Sorologia conforme suspeita
Exames de Imagem
RM orbital TC crânio RM crânio com orbitas Angiografia quando indicada
Diagnóstico Diferencial
  • Paresia de nervos cranianos
  • Estrabismo de início adulto
  • Miopatia ocular
  • Nistagmo associado
  • Erro refrativo importante
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia de semanas a meses conforme etiologia.

Tratamento

Abordagem Geral
Gerenciar etiologia; usar correção óptica com prismas e reabilitação binocular.
Modalidades de Tratamento
1 Prismas ópticos
2 Correção da etiologia
3 Cirurgia em casos selecionados
4 Reabilitação de fusão
5 Terapias visuais
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Neuroftalmologia Neurologia Fisioterapia ocular Reabilitação visual
Tempo de Tratamento
Variável; acompanhamento prolongado.
Acompanhamento
Consultas regulares para monitorar evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende da etiologia; muitos casos melhoram com tratamento.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Correção óptica eficaz
  • Tratamento da causa
Fatores de Mau Prognóstico
  • Doenças neurológicas graves
  • Trauma craniano intenso
  • Paresias irreversíveis
  • Comorbidades descontroladas
Qualidade de Vida
Impacto moderado a alto; tratamento adequado melhora muito

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças sistêmicas; proteção ocular.
Medidas Preventivas
Exames oftalmológicos regulares
Controle glicêmico
Gestão da pressão arterial
Proteção ocular em atividades
Vacinação conforme orientar
Rastreamento
Check-ups regulares com avaliação de motilidade ocular

Dados no Brasil

Poucas internações diretas
Internações/Ano
Baixa mortalidade associada
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Concentração em capitais com neuroftalmologia

Perguntas Frequentes

1 O que causa diplopia?
Várias: nervos oculares, músculos, cérebro ou lesões.
2 É grave?
Depende da etiologia; algumas causas são tratáveis.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, exames de motilidade, imagens e testes de fusão.
4 Existe tratamento definitivo?
Tratamento foca na causa; prismas ou cirurgia em casos selecionados.
5 Posso prevenir?
Controle de doenças, exames regulares ajudam na detecção.

Mitos e Verdades

Mito

diplopia sempre indica gravidade

Verdade

pode ter causas simples e tratáveis

Mito

apenas cansaço provoca diplopia

Verdade

pode refletir neuropatias ou lesões

Mito

prismas nunca ajudam

Verdade

prismas aliviam muitos casos; cirurgia em situações específicas

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Comece com oftalmologista; neuroftalmologista se necessário
Especialista Indicado
Neuroftalmologista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, perda de visão, fraqueza facial exigem atendimento
Linhas de Apoio
SUS 136 Central de saúde local Telefone 0800-suje

CIDs Relacionados

H53.2 H50.0 J01.9 G45.9 H49.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.