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cid h920
CID-10

Perda auditiva condutiva não especificada

Perda auditiva condutiva não especificada

Resumo

Perda de audição condutiva: somas não passam bem pelo ouvido; protetor e tratamento ajudam

Identificação

Código Principal
H92.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Perda auditiva condutiva não especificada
Nome em Inglês
Conductive hearing loss, unspecified
Outros Nomes
Hipoacusia condutiva • Perda auditiva de condução • Defeito de condução • Surdez condutiva inespecífica • Perda de som por condução
Siglas Comuns
HAC PCD DCT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do ouvido e vias auditivas
Categoria Principal
Perturbações da audição
Subcategoria
Perda auditiva condutiva
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais indicam milhões com alguma forma de perda auditiva, incluindo condutiva.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Exposição a ruído Infecções otológicas na infância Trauma de ouvido Idade avançada Uso de fármacos ototóxicos
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional e ruído ocupacional.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Condução prejudicada pela disfunção do ouvido externo/médio, infecção ou obstrução
Mecanismo Fisiopatológico
Alteração na transmissão sonora pela orelha externa/média, com diminuição da mobilidade dos ossículos ou bloqueio do canal
Fatores de Risco
Exposição a ruído Idade avançada Infecções de ouvido na infância Trauma no ouvido Uso de fármacos ototóxicos Higiene inadequada do ouvido
Fatores de Proteção
Proteção auditiva em ruído Vacinar-se contra otites Cuidados com higiene auditiva Monitorar medicamentos ototóxicos
Componente Genético
Pode ocorrer predisposição genética em casos raros; geralmente não é dominante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Redução da audição percebida, especialmente em ambientes ruidosos
Sintomas Frequentes
Diminuição da audição em um ou ambos ouvidos
Dificuldade em entender conversas
Zumbido ocasional
Sensação de ouvido tampado
Melhora com aparelhos auditivos
Queda leve a moderada
Sinais de Alerta
  • Dor aguda associada a febre
  • Secreção purulenta contínua
  • Perda súbita de audição
  • Náusea com tontura
  • Edema significativo do canal
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir com idade; com manejo, estabiliza ou melhora
Complicações Possíveis
Dificuldade de comunicação Isolamento social Fraqueza na fala infantil Dependência de aparelhos Custos com reabilitação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Audiometria tonal com limiares e tympanometria; exame ENT, histórico
Exames Laboratoriais
Nao especificos de sangue/urina Exames de sangue não diagnósticos
Exames de Imagem
Otoscopia com lâmpada Timpanometria Tomografia do ouvido RM se indicado
Diagnóstico Diferencial
  • Perda auditiva sensorioneural
  • Otite média com efusão
  • Obstrução do canal auditivo
  • Disfunção coclear
  • Doença de otosclerose
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas com acesso a avaliação audiológica

Tratamento

Abordagem Geral
Correção da condução e proteção de ouvidos; reabilitação auditiva conforme etiologia
Modalidades de Tratamento
1 Tratamento da causa (otites)
2 Aparelhos auditivos
3 Cirurgia otológica
4 Reabilitação auditiva
5 Terapias de comunicação
Especialidades Envolvidas
Otorrino Fonoaudiologia Audiologia Radiologia Enfermagem
Tempo de Tratamento
Varia segundo etiologia; geralmente meses a anos
Acompanhamento
Consultas regulares a cada 6–12 meses; ajuste de dispositivos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente estável com manejo adequado; reabilitação eficaz
Fatores de Bom Prognóstico
  • Boa resposta a aparelhos
  • Detecção precoce
  • Adesão ao tratamento
  • Cirurgia bem-sucedida
Fatores de Mau Prognóstico
  • Perda grave não tratada
  • Comorbidades ENT
  • Idade avançada com complicações
  • Adesão irregular
Qualidade de Vida
Pode melhorar com reabilitação; comunicação fluente aumenta bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Proteção auditiva, manejo adequado de infecções de ouvido e vigilância de ruído
Medidas Preventivas
Prot. auditiva em ruído
Tratamento oportuno de otites
Não inserir objetos no ouvido
Higiene adequada
Acompanhamento médico regular
Rastreamento
Audiometria regular conforme idade e risco

Dados no Brasil

Distribuição Regional
Predomina em áreas com envelhecimento populacional e exposição a ruído

Perguntas Frequentes

1 Quais são os principais tipos de perda auditiva?
Condutiva, sensorioneural ou mista; diagnóstico depende de exames.
2 A perda auditiva pode ser curada?
Alguns tipos melhoram com tratamento; alguns são permanentes.
3 Como é feito o diagnóstico?
História, otoscopia, audiometria e exames de imagem conforme necessidade.
4 O que aumenta meu risco?
Ruído intenso, infecções recorrentes e idade avançada.
5 Os aparelhos são seguros?
Sim: com acompanhamento, eles melhoram comunicação.

Mitos e Verdades

Mito

cotonete cura surdez

Verdade

cotonetes podem machucar ouvido; busque orientação médica

Mito

aparelhos auditivos atrasam a fala

Verdade

dispositivos ajudam na comunicação e no desenvolvimento da fala

Mito

surdez é apenas idade

Verdade

pode ter causas tratáveis; idade é apenas um fator

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Primeiro passo: procure um otorrino ou fonoaudiólogo para avaliação
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Dor dolorosa, febre alta, secreção purulenta ou piora súbita é emergência
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 CENTRO de apoio local

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.