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cid h90.3
CID-10

Perda Auditiva Neurosssensorial

Surdez neurossensorial

Resumo

Perda auditiva neurossensorial é dano no ouvido interno/nervo; pode ser tratada com aparelhos ou implante.

Identificação

Código Principal
H90.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Sensorineural hearing loss
Nome em Inglês
Sensorineural hearing loss
Outros Nomes
Perda auditiva neurossensorial • Hipoacusia neurossensorial • Surdez sensorial • Perda auditiva neural • Hipossensorial
Siglas Comuns
SNHL HLN NHL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VIII - Doenças do ouvido
Categoria Principal
Perdas auditivas
Subcategoria
Perda auditiva neurossensorial
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam milhões com perda auditiva neurossensorial, variando com idade e exposição a ruídos.
Prevalência no Brasil
Brasil: dados variam, alta entre idosos e trabalhadores expostos a ruído.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos
Distribuição por Sexo
Equilíbrio entre sexos
Grupos de Risco
Idade avançada Ruído ocupacional Uso intenso de fones Trauma auditivo Genética
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano no ouvido interno ou nervo auditivo levando à perda auditiva.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano aos hair cells cocleares ou vias neurais, reduzindo a captação de som
Fatores de Risco
Idade avançada Ruído ocupacional Uso de fones em volume alto Trauma auricular Genética Doenças vasculares
Fatores de Proteção
Proteção auditiva em ambientes ruidosos Redução de ruído ambiental Acesso a exames de audição regulares Evitar ototóxicos sem orientação médica
Componente Genético
Contribuição hereditária observada em famílias; genes variados

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queda da audição, dificuldade com fala, principalmente em ruído.
Sintomas Frequentes
Dificuldade em entender fala no barulho
Zumbido frequente
Precisar aumentar o volume da TV
Som distorcido
Sinais de Alerta
  • Perda súbita de audição
  • Dor intensa com febre
  • Saída de líquido pelo ouvido
  • Fraqueza facial súbita
  • Vertigem aguda
Evolução Natural
Pode progredir lentamente sem tratamento, com piora gradual da comunicação.
Complicações Possíveis
Declínio da comunicação Isolamento social Dependência de aparelhos Baixa qualidade de vida Conflitos no trabalho

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Anamnese, audiometria tonal e de fala, avaliação otoscópica, testes de função coclear.
Exames de Imagem
Tomografia temporal RM da orelha interna
Diagnóstico Diferencial
  • Perda condutiva
  • Surdez súbita
  • Doença de Menière
  • Neuroma acústico
  • Distúrbios de equilíbrio
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso ao serviço; diagnóstico pode levar semanas.

Tratamento

Abordagem Geral
Restaurar audição e qualidade de vida com reabilitação, ajustes ambientais e proteção auditiva.
Modalidades de Tratamento
1 Dispositivos auditivos
2 Implante coclear
3 Reabilitação auditiva
4 Tratamento de causas reversíveis
5 Acompanhamento médico
Especialidades Envolvidas
Otorrino Fonoaudiologia Neurologia Geriatria Reabilitacao
Tempo de Tratamento
Varia; adaptação a dispositivos pode levar meses
Acompanhamento
Consultas regulares com equipe multidisciplinar e ajuste de dispositivos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Pode manter boa qualidade de vida com tratamento adequado.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • Uso adequado de dispositivos
  • Diagnóstico precoce
  • Rede de apoio
Fatores de Mau Prognóstico
  • Exposição contínua a ruído
  • Atraso no diagnóstico
  • Doença de base grave
  • Não seguir reabilitação
Qualidade de Vida
Impacto moderado a leve, com suporte adequado melhora significativamente

Prevenção

Prevenção Primária
Redução de ruídos, proteção auditiva, evitar medicamentos ototóxicos sem orientação.
Medidas Preventivas
Uso de protetores de ouvido
Redução de ruído ambiental
Exames de audição regulares
Evitar volume alto em fones
Tratamento de infecções precoces
Rastreamento
Avaliações auditivas periódicas para grupos de risco

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Distribuição ampla; maior carga onde há menor acesso à saúde auditiva

Perguntas Frequentes

1 Essa condição é permanente?
Pode não ser permanente; tratamento e reabilitação ajudam muito.
2 Existe tratamento para surdez súbita?
Sim, tratamento rápido melhora as chances de recuperação.
3 Posso usar fone de ouvido com segurança?
Sim, com volume moderado e pausas para descanso.
4 É possível prevenir?
Proteja ouvidos, evite ruídos intensos, faça audiometrias regulares.
5 A rede pública cobre aparelhos?
Depende da região; procure o serviço de saúde local.

Mitos e Verdades

Mito

envelhecimento inevitável significa surdez completa.

Verdade

com tratamento, comunicação pode melhorar.

Mito

aparelhos atrapalham a fala.

Verdade

dispositivos ajudam a compreender sons.

Mito

doença não tratável.

Verdade

reabilitação oferece ganhos reais.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure otorrino ou fonoaudiologista para avaliação auditiva.
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista
Quando Procurar Emergência
Perda súbita de audição com tontura procure atendimento imediato.
Linhas de Apoio
Disque 136 Centro de saúde local Ligue para suporte

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.