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cid h35.3
CID-10

Outras doenças retinianas não especificadas

Doenças retinianas diversas

Resumo

Conjunto de distúrbios retinianos não especificados, diagnosticados por imagem e exame clínico, com acompanhamento.

Identificação

Código Principal
H35.3
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Outras doenças retinianas não especificadas (OMS)
Nome em Inglês
Other retinal disorders not elsewhere classified
Outros Nomes
retinopatias não especificadas • distúrbios da retina não classificados • patologias retinianas diversas • doenças da retina variáveis • distúrbios retinianos variados
Siglas Comuns
NRD

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doenças da retina
Subcategoria
Retinopatias diversas
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variável

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Varia por subtipo; dados globais para H35.3 são limitados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais escassos; requerem leitura regional.
Faixa Etária Principal
Adultos; variação por subtipo.
Distribuição por Sexo
Quase equilíbrio entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Idade avançada Diabetes Hipertensão Miopia alta Tabagismo
Tendência Temporal
Tendência regional estável, com variações locais.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial; alterações retinianas não especificadas.
Mecanismo Fisiopatológico
Danos retinianos por alterações vasculares e estresse oxidativo.
Fatores de Risco
Idade avançada Diabetes Hipertensão Miopia alta Tabagismo Desnutrição ocular
Fatores de Proteção
Acesso a cuidados oftalmológicos Controle metabólico Proteção ocular Dieta equilibrada
Componente Genético
Contribuição genética em alguns subtipos; não é determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Visão turva ou embaçada no centro visual
Sintomas Frequentes
Perda de nitidez
Dificuldade com leitura
Confusão de cores
Manchas centrais
Visão embaçada constante
Sinais de Alerta
  • Perda súbita de visão
  • Dor ocular intensa com visão diminuída
  • Hemorragia retinal
  • Piora rápida da visão
  • Alteração aguda de pupila
Evolução Natural
Sem tratamento pode progredir com o tempo
Complicações Possíveis
Perda visual permanente Baixa acuidade residual Limitação de leitura Dependência de recursos visuais Impacto na qualidade de vida

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame de retina com imagem e avaliação clínica
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil metabólico PCR/VS Perfil lipídico Glicose
Exames de Imagem
OCT Angiografia fluoresceínica Fundoscopia Retinografia
Diagnóstico Diferencial
  • Degeneração macular
  • Retinopatia diabética
  • Descolamento de retina
  • Neuropatia óptica
  • Uveíte posterior
Tempo Médio para Diagnóstico
Tempo até confirmação varia com acesso a exames

Tratamento

Abordagem Geral
Multidisciplinar com monitoramento retiniano e controle de risco
Modalidades de Tratamento
1 Monitoramento regular
2 Correção óptica
3 Tratamento de condições associadas
4 Reabilitação visual
5 Cirurgia conforme subtipo
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Endocrinologia Reabilitação visual Radiologia
Tempo de Tratamento
Duração depende do subtipo e resposta
Acompanhamento
Consultas de retina a cada 6-12 meses com imagem

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia conforme subtipo e acesso a cuidado
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Boa adesão ao acompanhamento
  • Controle de comorbidades
  • Acesso à reabilitação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progressão rápida
  • Comorbidades graves
  • Acesso inadequado
  • Medidas de suporte insuficientes
Qualidade de Vida
Impacto variável, depende da função residual

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de fatores de risco e consultas regulares
Medidas Preventivas
Controles de glicose
Controle da pressão
Proteção ocular
Dieta balanceada
Não fume
Rastreamento
Exames de visão periódicos para detecção precoce

Dados no Brasil

Internações associadas são raras.
Internações/Ano
Óbitos relatados são raros e ligados a comorbidades.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Acesso varia por região; capitais tendem a maior oferta.

Perguntas Frequentes

1 Essa condição pode levar à cegueira?
Pode ocorrer em casos avançados; diagnóstico cedo ajuda a evitar danos.
2 Quais exames confirmam diagnóstico?
OCT e angiografia ajudam a confirmar alterações retinianas.
3 É hereditária?
Pode haver componente genética em alguns casos, não é regra.
4 Como prevenir?
Controle de doenças, consultas regulares e proteção ocular.
5 Quando buscar atendimento emergencial?
Perda súbita de visão ou dor forte requerem atendimento imediato.

Mitos e Verdades

Mito

Alimentação não influencia a retina?

Verdade

Alimentos antioxidantes ajudam a saúde ocular.

Mito

Apenas idosos ficam com doenças retinianas?

Verdade

Jovens também podem ter distúrbios retinianos.

Mito

Cirurgia cura todas as causas?

Verdade

Algumas condições requerem reabilitação e manejo contínuo.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista para avaliação de retina
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Perda súbita de visão ou dor ocular intensa exige atendimento
Linhas de Apoio
SUS 135 Centro de retina Teleatendimento ocular

CIDs Relacionados

H35.1 H35.2 H35.4 H35.9 H33.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.