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cid h35
CID-10

Doenças da retina

Retinopatias

Resumo

Conjunto de doenças da retina afeta visão; diagnóstico precoce reduz prejuízo

Identificação

Código Principal
H35
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Doenças da retina e coroide, conforme CID-10/H35
Nome em Inglês
Retinopathies and related chorioretinopathies
Outros Nomes
Retinopatia • Distrofias Retinianas • Coroiretinopatia • Retinite • Doenças da retina
Siglas Comuns
RD RP CR

Classificação

Capítulo CID
Capítulo H - Doenças da retina e coroide
Categoria Principal
Doenças da retina
Subcategoria
Distrofias e retinopatias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global varia por subtipo de retinopatia; muitos subtipos são raros.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; pesquisas locais indicam relevância em adultos.
Faixa Etária Principal
Adultos a partir de 50 anos
Distribuição por Sexo
Sexo em equilíbrio na maioria dos subtipos; varia com grupo
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Hipertensão arterial Idade avançada Fumar História familiar
Tendência Temporal
Tendência variável conforme acesso a diagnóstico precoce.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Varia por subtipo; envolve alterações vasculares, degenerativas ou inflamatórias da retina
Mecanismo Fisiopatológico
Dano vascular retiniano com alterações metabólicas e degeneração dos fotorreceptores
Fatores de Risco
Diabetes Hipertensão Idade Tabagismo Genética Obesidade
Fatores de Proteção
Controle glicêmico Tratamento da hipertensão Proteção UV Exames oftalmológicos regulares
Componente Genético
Pode haver herança em subtipos; padrões autossômicos variam

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda de visão central ou aparecimento de borrões
Sintomas Frequentes
Dificuldade para enxergar à distância
Visão noturna reduzida
Diferença de cores perceptível
Visão embaçada
Escotomas
Alteração de contraste
Sinais de Alerta
  • Dor súbita
  • Perda abrupta de visão
  • Mancha no campo visual
  • Visão turva súbita
  • Descolamento de retina agudo
Evolução Natural
Pode progredir sem tratamento, variando com o subtipo
Complicações Possíveis
Perda de visão permanente Edema macular Descolamento de retina Neovascularização Cegueira localizada

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Exame com fundo de olho, OCT e angiografia para confirmar alterações retinianas
Exames Laboratoriais
Glicemia Perfil lipídico Hemograma Função renal VDRL quando indicado
Exames de Imagem
Fundo de olho OCT Angiografia fluoresceínica Retinografia
Diagnóstico Diferencial
  • Degeneração macular
  • Glaucoma
  • Neuropatia óptica
  • Descolamento de retina
  • Catarata avançada
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente semanas a meses; depende de acesso

Tratamento

Abordagem Geral
Controle da causa, monitoramento e intervenções conforme subtipo; foco na preservação visual
Modalidades de Tratamento
1 Controle metabólico
2 Fotocoagulação a laser
3 Terapia anti-VEGF
4 Cirurgia de retina
5 Terapias gênicas
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Endocrinologia Reabilitação Visual Genética Cirurgia Retina
Tempo de Tratamento
Varia com subtipo; envolve fases de tratamento e monitoramento
Acompanhamento
Visitas regulares com oftalmologista a cada 3-12 meses, conforme caso

Prognóstico

Prognóstico Geral
Depende do subtipo; algumas formas permanecem estáveis com tratamento, outras progridem.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Detecção precoce
  • Boa adesão ao tratamento
  • Controle glicêmico
  • Acesso adequado à cirurgia
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progresso rápido
  • Subtipos agressivos
  • Diabetes mal controlada
  • Descolamento de retina
Qualidade de Vida
Impacta atividades diárias e leitura; terapia visual ajuda muito

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças sistêmicas, proteção ocular e exames regulares
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Hipertensão sob controle
Exames oculares
Proteção UV
Não fumar
Rastreamento
Exames oftalmológicos regulares; OCT para detecção precoce

Dados no Brasil

Milhares de internações anuais variam por subtipo
Internações/Ano
Baixa mortalidade direta por retina; associadas a outras doenças
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior reporte onde há acesso a serviços oftalmológicos

Perguntas Frequentes

1 O que é H35?
Grupo de doenças da retina; diagnóstico depende de fundo, OCT e angiografia.
2 Como é tratado?
Depende do subtipo; pode usar laser, anti-VEGF, cirurgia ou controle sistêmico.
3 Posso ter cura?
Alguns subtipos não curam, mas podem ficar estáveis com tratamento.
4 Há prevenção?
Prevenção envolve saúde ocular, manejo de diabetes/hipertensão e checkups.
5 Como é o diagnóstico?
Exame de fundo, OCT, angiografia e, se necessário, testes genéticos.

Mitos e Verdades

Mito

óculos pioram a retina; verdade: corrigem visão sem curar a doença

Verdade

Óculos ajudam a enxergar melhor, mas não curam a doença

Mito

retina nunca melhora com tratamento

Verdade

muitas retinopatias respondem a terapias que estabilizam

Mito

retinopatia é só de idosos

Verdade

jovens podem ter formas hereditárias

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure um oftalmologista ao notar alterações visuais
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Dor aguda, visão súbita ou descolamento exigem atendimento
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Disque Saúde 136 SUS Info

CIDs Relacionados

H35.0 H35.1 H35.2 H35.3 H35.4

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.