contato@nztbr.com
cid h1n1
CID-10

Infecção por influenza A (H1N1)

Gripe H1N1

Resumo

H1N1 é gripe causada por vírus; febre, tosse e mal-estar comuns; tratamento é de suporte com antivirais se indicado.

Identificação

Código Principal
J09-J11
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Influenza causada por vírus influenza A(H1N1) – OMS
Nome em Inglês
Influenza A (H1N1) virus infection
Outros Nomes
Gripe H1N1 • Influenza A(H1N1) • Gripe A(H1N1) • Influenza H1N1 • H1N1 gripe
Siglas Comuns
H1N1 IAH1N1 GripeH1N1

Classificação

Capítulo CID
Capítulo J - Doenças do aparelho respiratório
Categoria Principal
Influenza e síndromes respiratórias
Subcategoria
Infecção por influenza A(H1N1)
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência mundial alta em temporadas de influenza, com picos em meses frios e pandemia em 2009.
Prevalência no Brasil
Brasil: variação sazonal; maior impacto em grandes cidades e áreas com inverno mais rigoroso.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens e idosos
Distribuição por Sexo
Distribuição quase igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Idosos Gestantes Portadores de doenças crônicas Imunossuprimidos Crianças pequenas
Tendência Temporal
Tendência sazonal com picos no inverno; em alguns anos houve aumento moderado.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Vírus influenza A(H1N1) transmitido por gotículas respiratórias.
Mecanismo Fisiopatológico
Vírus invade mucosa respiratória, provoca inflamação e febre; pode evoluir para pneumonia, especialmente em grupos vulneráveis.
Fatores de Risco
Idade avançada Gravidez Doenças crônicas Imunossupressão Vivi em creches ou grandes grupos Vacinação irregular
Fatores de Proteção
Vacinação anual Higiene das mãos Uso de máscara em surtos Distanciamento em ambientes fechados
Componente Genético
Não há herança direta; variantes genéticas influenciam resposta imune.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Febre alta com calafrio, tosse e mal-estar.
Sintomas Frequentes
Tosse
Dor de garganta
Dor no corpo
Fadiga
Coriza
Dores de cabeça
Sinais de Alerta
  • Dificuldade para respirar
  • Confusão mental
  • Dor no peito intenso
  • Piora rápida de condição
  • Desidratação
Evolução Natural
Quadro febril pode durar 3-7 dias; melhora com repouso; complicações ocorrem mais em grupos de risco.
Complicações Possíveis
Pneumonia Desidratação Exaustão grave Exacerbação de asma Falência respiratória

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Diagnóstico confirmado por RT-PCR de amostra respiratória.
Exames Laboratoriais
RT-PCR influenza A(H1N1) Teste rápido influenza Hemograma PCR multiplex Sorologia em cenários especiais
Exames de Imagem
Radiografia de tórax TC se pneumonia suspeita RM não indicada Ultrassom apenas se necessário
Diagnóstico Diferencial
  • COVID-19
  • Influenza B
  • Resfriado comum
  • Pneumonia bacteriana
  • VSR
Tempo Médio para Diagnóstico
Geralmente 24-48h após coleta.

Tratamento

Abordagem Geral
Suporte clínico: hidratação, repouso, analgésicos e antipiréticos; antivirais conforme indicação.
Modalidades de Tratamento
1 Cuidados de apoio
2 Antivirais quando indicado
3 Hidratação
4 Analgesia/antipiréticos
5 Cuidados respiratórios
Especialidades Envolvidas
Clínico geral Infectologista Pneumologista Pediatra Enfermeiro
Tempo de Tratamento
Antivirais geralmente 5 dias; ajuste conforme gravidade.
Acompanhamento
Acompanhamento nos próximos 2-3 dias; ajuste conforme evolução.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva geralmente favorável com tratamento e vacinação; risco maior em grupos sensíveis.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Vacinação recente
  • Sem comorbidades
  • Tratamento precoce
  • Boa hidratação
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idosos
  • Gravidez avançada
  • Doenças cardíacas
  • Imunossupressão
Qualidade de Vida
Queda temporária na qualidade de vida durante a fase aguda; vacinação ajuda a reduzir impactos.

Prevenção

Prevenção Primária
Vacine-se anualmente; evite aglomerações em surtos; lave as mãos com frequência.
Medidas Preventivas
Vacina anual
Higiene das mãos
Máscaras em surtos
Distanciamento em ambientes fechados
Evitar compartilhar utensílios
Rastreamento
Rastreamento não é rotina; teste indicado no caso suspeito.

Dados no Brasil

Milhares de internações por temporada no Brasil.
Internações/Ano
Milhares de óbitos anuais em surtos graves.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Maior impacto em regiões com inverno longo e alta densidade populacional.

Perguntas Frequentes

1 Posso tomar remédios sem orientação médica?
Não. Consulte médico antes de antivirais ou antibióticos.
2 Gripe H1N1 é diferente da gripe comum?
Sinais são parecidos; subtipo pode influenciar gravidade e tratamento.
3 Quando antivirais são indicados?
Iniciados cedo reduzem gravidade; avalie grupos de risco.
4 Vacina evita doença grave?
Vacina diminui risco de doença grave e hospitalização.
5 Posso voltar ao trabalho depois da gripe?
Volte ao trabalho quando bem; sem febre por 24h e orientação médica.

Mitos e Verdades

Mito

gripe H1N1 é sempre grave.

Verdade

pode ser leve; vacina reduz complicações.

Mito

antivirais fortalecem o vírus.

Verdade

antivirais reduzem gravidade com uso precoce.

Mito

gripe H1N1 não existe mais.

Verdade

circula sazonalmente; vacina é recomendada.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade básica de saúde ao iniciar sintomas gripais.
Especialista Indicado
Clínico geral ou infectologista.
Quando Procurar Emergência
Falta de ar, confusão, dor no peito ou desidratação evidente.
Linhas de Apoio
136 - SUS 0800 644 0400 - Saúde Centro de orientação médica

CIDs Relacionados

J09 J10 J11 B34.9 R50.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.