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cid h16
CID-10

Keratite infecciosa

Keratite da córnea

Resumo

Keratite H16 é inflamação da córnea, geralmente por infecção; procure oftalmologista rapidamente

Identificação

Código Principal
H16
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Keratite: inflamação da córnea conforme OMS, código ICD-10 H16
Nome em Inglês
Keratitis
Outros Nomes
Keratite ocular • infecção corneana • inflamação da córnea • keratite infecciosa • doença da córnea
Siglas Comuns
Krt Kerat H16

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças do olho
Categoria Principal
Doenças da córnea
Subcategoria
Keratite infecciosa
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global moderada, variação por tipo; keratite infecciosa comum em áreas com higiene ocular deficiente.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; subnotificação comum em zonas remotas.
Faixa Etária Principal
Todas as idades; maior incidência em adultos jovens
Distribuição por Sexo
Proporção igual entre homens e mulheres
Grupos de Risco
uso de lentes de contato inadequadas trauma ocular higiene ocular deficiente imunossupressão idade avançada
Tendência Temporal
Tendência estável globalmente; variações locais por surtos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Infecção da córnea por bactérias, fungos ou protozoários conforme etiologia
Mecanismo Fisiopatológico
entrada do agente na córnea, inflamação, dano tecidual e risco de ulceração
Fatores de Risco
higiene ocular inadequada trauma ocular lentes mal higienizadas diabetes mellitus ambiente contaminado imunossupressão
Fatores de Proteção
higiene ocular adequada atendimento oftalmológico rápido controle de comorbidades proteção ocular em ambientes de risco
Componente Genético
hereditariedade rara; geralmente não determinante

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
dor ocular intensa com vermelhidão e redução da visão
Sintomas Frequentes
dor ocular
vermelhidão
fotofobia
lacrimejamento
visão turva
sensação de corpo estranho
Sinais de Alerta
  • dor intensa súbita
  • queda brusca da visão
  • olho muito sensível à luz
  • secreção purulenta
  • edema palpebral importante
Evolução Natural
sem tratamento pode evoluir para ulceração grave e perfuração
Complicações Possíveis
úlcera corneana perda visual permanente cicatrizes que alteram o astigmatismo glaucoma secundário

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
história clínica, exame com lâmpada de fenda e confirmação por culturas
Exames Laboratoriais
cultura de exsudato teste de Gram coloração PCR ocular teste de sensibilidade
Exames de Imagem
lâmpada de fenda detalhada topografia corneana tomografia de segmento anterior análise de superfície ocular
Diagnóstico Diferencial
  • conjuntivite bacteriana leve
  • conjuntivite viral
  • abrasão corneana
  • uveíte
Tempo Médio para Diagnóstico
geralmente dias; atraso aumenta risco de sequelas

Tratamento

Abordagem Geral
manejo rápido para limitar dano; antibiótico/antifúngico conforme etiologia
Modalidades de Tratamento
1 medicamento tópico
2 medicamento sistêmico
3 cirurgia em casos graves
4 higiene ocular rigorosa
5 controle de dor
Especialidades Envolvidas
oftalmologista microbiologia farmacologia ocular cirurgia ocular
Tempo de Tratamento
varia pela etiologia; semanas a meses em alguns casos
Acompanhamento
retornos frequentes para ajuste terapêutico e monitoramento

Prognóstico

Prognóstico Geral
depende da etiologia e da velocidade do tratamento
Fatores de Bom Prognóstico
  • tratamento precoce
  • boa adesão
  • etiologia sensível a antibióticos
  • ausência de imunossupressão
Fatores de Mau Prognóstico
  • retenção de agente
  • demora no diagnóstico
  • infecção fúngica resistente
  • cicatrizes extensas
Qualidade de Vida
impacto moderado na visão diária; recuperação possível

Prevenção

Prevenção Primária
higiene ocular, evitar compartilhar itens, proteção ocular em risco
Medidas Preventivas
lava as mãos antes de tocar olhos
evite água contaminada
higiene de lentes
não compartilhe itens de olho
procure atendimento rápido
Rastreamento
exames preventivos periódicos em usuários de lentes

Dados no Brasil

milhares de internações estimadas
Internações/Ano
mortes associadas raras, variam por etiologia
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
mais frequente em áreas urbanas com acesso insuficiente

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais exigem atendimento imediato?
dor forte repentina, queda de visão, sensibilidade à luz e secreção purulenta
2 É contagiosa keratite?
depende da etiologia; alguns tipos exigem cuidados para evitar transmissão
3 Como é feito o diagnóstico?
consulta, lâmpada de fenda e culturas quando preciso
4 Tempo de recuperação varia?
depende da etiologia; pode levar dias a semanas com tratamento
5 Posso prevenir com lentes de contato?
sim: higiene rigorosa, troca de lentes, acompanhamento oftalmológico

Mitos e Verdades

Mito

mito: keratite é sempre grave

Verdade

verdade: com tratamento rápido muitas curam sem sequelas

Mito

mito: antibióticos curam na primeira dose

Verdade

verdade: adesão ao tratamento determina resultado

Mito

mito: apenas idosos pegam keratite

Verdade

verdade: jovens podem ser afetados, principalmente com lentes

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure oftalmologista ou pronto atendimento ante sinais
Especialista Indicado
oftalmologista
Quando Procurar Emergência
dor intensa com queda de visão ou secreção purulenta
Linhas de Apoio
SUS Central 136 Ouvidoria Saúde Linha de Apoio Ocular

CIDs Relacionados

H16.0 H16.1 H16.2 H16.3 H16.9

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.