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cid h11
CID-11

Conjuntivite não especificada

Conjuntivite

Resumo

Conjuntivite não especificada: olhos vermelhos com coceira; maioria melhora com higiene simples.

Identificação

Código Principal
H11
Versão CID
CID-11
Nome Oficial
Conjuntivite não especificada
Nome em Inglês
Unspecified Conjunctivitis
Outros Nomes
Conjuntivite inespecífica • Conjuntivite aguda • Conjuntiva inflamada • Conjuntivite não especificada
Siglas Comuns
H11 CJ CJT

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças da conjuntiva e membrana lacrimal
Categoria Principal
Doenças da superfície ocular
Subcategoria
Conjuntivite não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
aguda
Gravidade Geral
leve

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Casos comuns mundialmente; pico em crianças, variações sazonais.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; alta incidência escolar.
Faixa Etária Principal
Crianças em idade escolar e jovens adultos
Distribuição por Sexo
Distribuição próxima de 1:1 entre sexos
Grupos de Risco
Crianças em creches e escolas Pessoas com alergias oculares Usuários de lentes de contato Ambientes lotados com higiene precária Contato próximo com casos ativos
Tendência Temporal
Tendência sazonal com picos em certas épocas do ano.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Origem multifatorial: vírus, bactérias, alergias e irritantes.
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da conjuntiva por invasão de agentes ou reação imune a alérgenos.
Fatores de Risco
Contato próximo com doentes Uso compartilhado de itens pessoais Lentes de contato inadequadas Higiene deficiente Predisposição alérgica Ambientes pouco ventilados
Fatores de Proteção
Boa higiene das mãos Não compartilhar toalhas ou maquiagem Controle de alergias Ambientes limpos e ventilados
Componente Genético
Contribuição genética moderada para predisposição, não determinante.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa com vermelhidão e lacrimejamento abundante
Sintomas Frequentes
Lacrimejamento intenso
Vermelhidão ocular
Secreção ocular espessa
Inchaço palpebral
Sensação de areia
Fotofobia leve
Sinais de Alerta
  • Dor ocular aguda intensa
  • Perda de visão súbita
  • Olho muito vermelho com piora rápida
  • Febre alta com conjuntivite
  • Secreção purulenta abundante
Evolução Natural
Sem tratamento, tende a resolver em 1-3 semanas; bacteriana pode durar mais.
Complicações Possíveis
Infecção bacteriana secundária Conjuntivite crônica Lesões na córnea se não tratada Persistência de irritação Síndrome do olho seco pós inflamação

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica com vermelhidão, coceira e secreção; exclusão de causas graves.
Exames Laboratoriais
Não rotineiros Teste de Gram se secreção purulenta Cultura ocular se infecção persistente PCR se suspeita de vírus específico Biomarcadores não usuais
Exames de Imagem
Exame com lâmpada de fenda para avaliação Ultrassom ocular se complicações Não rotineiro Slit-lamp detalhado
Diagnóstico Diferencial
  • Blefarite associada
  • Uveíte anterior
  • Alergia ocular não conjuntival
  • Conjuntivite seca
  • Conjuntivite química
Tempo Médio para Diagnóstico
Diagnóstico típico na primeira consulta; exames adicionais raros.

Tratamento

Abordagem Geral
Higiene ocular, alívio de desconforto, tratamento dirigido a causa quando indicada;
Modalidades de Tratamento
1 Lágrimas artificiais
2 Compressas mornas
3 Antibióticos tópicos quando bacteriana
4 Antialérgicos tópicos
5 Higiene ocular adequada
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Clínica geral Alergia Enfermagem Farmácia
Tempo de Tratamento
Varia com a etiologia; geralmente dias a semanas.
Acompanhamento
Retornos regulares para reavaliação; monitorar evolução e sinais de complicação.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva excelente na maioria; resolução espontânea ou com tratamento breve.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Etiologia viral
  • Adesão ao cuidado
  • Ausência de complicações oculares
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção bacteriana resistente
  • Imunossupressão
  • Complicações oculares
  • Atraso no tratamento
Qualidade de Vida
Impacto geralmente leve; conforto ocular melhora com tratamento e repouso.

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene constante, não compartilhar itens, controle de alergias, proteção ocular.
Medidas Preventivas
Lavar as mãos com frequência
Não compartilhar toalhas ou maquiagem
Manter lentes de contato limpas
Ambientes bem ventilados
Gerenciamento de alergias
Rastreamento
Rastreamento não é rotina; avalie casos repetidos ou complicações.

Dados no Brasil

Número baixo; conjuntivite geralmente tratada ambulatorialmente.
Internações/Ano
Óbitos são extremamente raros neste quadro.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais casos em áreas urbanas com acesso a saúde.

Perguntas Frequentes

1 Posso voltar à escola ou trabalho durante conjuntivite?
Depende; casos virais costumam ser contagiosos; aguarde orientação médica.
2 Qual é o tratamento se for bacteriana?
Aplicação de antibióticos tópicos conforme orientação médica; higiene ajuda.
3 Como diferenciar alergia de infecção?
Alergia tem coceira intensa sem febre; infecção costuma ter secreção e piora.
4 Existe prevenção específica?
Higiene das mãos, não compartilhar itens, controle de alergias, lente adequada.
5 Quando retornar ao médico após iniciar tratamento?
Se piora, dor aumenta ou visão fica turva, procure atendimento imediato.

Mitos e Verdades

Mito

conjuntivite não contagia.

Verdade

muitas formas são contagiosas, especialmente viral.

Mito

irritação ocular é sempre conjuntivite.

Verdade

pode ter outras causas; diagnóstico é clínico.

Mito

antibióticos ajudam sempre.

Verdade

úteis apenas para bacteriana; viral geralmente não requer antibióticos.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure atenção oftalmológica ao primeiro sinal ou nos postos de saúde.
Especialista Indicado
Oftalmologista ou clínica geral quando início súbito.
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, piora de visão, olho gravemente vermelho, febre alta.
Linhas de Apoio
0800-000-0000 0800-123-4567

CIDs Relacionados

H11 H10 H12

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.