contato@nztbr.com
cid h10.9
CID-10

Conjuntivite não especificada

Conjuntivite comum não especificada

Resumo

Conjuntivite não especificada: irritação ocular com vermelhidão e coceira; geralmente benigna.

Identificação

Código Principal
H10.9
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conjuntivite, não especificada
Nome em Inglês
Unspecified conjunctivitis
Outros Nomes
conjuntivite não especificada • conjuntivite inespecifica • conjuntivite simples • conjuntiva irritada inespecífica • conjuntivite ocular
Siglas Comuns
H10.9 CID-10 OCUL

Classificação

Capítulo CID
Capítulo IX - Doenças da superfície ocular
Categoria Principal
Doenças da conjuntiva
Subcategoria
Conjuntivite não especificada
Tipo de Condição
doenca
Natureza
variavel
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Casos comuns mundialmente; variações por etiologia e sazonalidade.
Prevalência no Brasil
Alta incidência em todo o país, especialmente sazonal com alergias.
Faixa Etária Principal
Todas as idades, especialmente crianças
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres igualmente atingidos
Grupos de Risco
pessoas com alergias oculares usuários de lentes de contato crianças em creches imunossuprimidos ambientes poluídos
Tendência Temporal
Estável globalmente; picos sazonais ocorrem com alergênicos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Alérgenos oculares ou infecção viral/bacteriana; etiologia pode variar
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da conjuntiva pela resposta imune a alérgenos ou infecção
Fatores de Risco
alergias oculares uso de lentes de contato pouca higiene ocular ambiente poluído imunossupressão exposição a irritantes
Fatores de Proteção
higiene ocular adequada evitar alérgenos conhecidos descanso ocular ambiente limpo
Componente Genético
Influência genética baixa; predisposição a alergias pode ocorrer

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Coceira intensa com vermelhidão e lacrimejamento
Sintomas Frequentes
vermelhidão
coceira
lacrimejamento
secreção ocular clara ou aquosa
sensação de areia nos olhos
fotofobia leve
Sinais de Alerta
  • dor súbita aguda
  • perda de visão
  • dor ao redor do olho
  • secreção purulenta persistente
  • olho muito sensível à luz
Evolução Natural
Sem tratamento, irritação persiste e pode haver infecção secundária
Complicações Possíveis
infecção ocular secundária aumento da irritação persistente visão turva transitória edema palpebral significativo hiperemia persistente

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica com exame ocular; excluir herpes e complicações graves
Exames Laboratoriais
análise da secreção ocular cultura se infecção bacteriana suspeita PCR se herpes ocular suspeito
Exames de Imagem
anormalidades raras; ultrassom se trauma ocular lâmpada de fenda quando necessário
Diagnóstico Diferencial
  • conjuntivite viral
  • conjuntivite bacteriana
  • síndrome do olho seco
  • irritação por lente de contato
  • conjuntivite química
Tempo Médio para Diagnóstico
1 a 3 dias na prática clínica

Tratamento

Abordagem Geral
Alívio com higiene ocular, compressas frias e evitar irritantes; antibióticos usados apenas se indicado
Modalidades de Tratamento
1 higiene ocular
2 compressas frias
3 evitar lentes de contato
4 tratamento de alergia sob orientação
5 antibióticos apenas se indicado
Especialidades Envolvidas
oftalmologia medicina interna alergologia pediatria optometristas
Tempo de Tratamento
dias a semanas conforme etiologia
Acompanhamento
retornos regulares; ajuste conforme evolução

Prognóstico

Prognóstico Geral
Geralmente bom com manejo adequado; sintomas resolvem em dias a semanas
Fatores de Bom Prognóstico
  • resposta rápida à higiene ocular
  • ausência de complicações
  • adaptação da higiene
  • detecção precoce
Fatores de Mau Prognóstico
  • infecção não tratada
  • comorbidades oculares
  • uso inadequado de lentes
  • imunossupressão
Qualidade de Vida
impacto leve a moderado durante episódios, retorna ao normal com tratamento

Prevenção

Prevenção Primária
evitar alérgenos, higiene ocular e toque mínimo nos olhos
Medidas Preventivas
lave as mãos
não compartilhe toalhas
evite coçar
limpe lentes conforme orientação
ambiente limpo
Rastreamento
Não existem exames de rastreio; diagnóstico clínico no aparecimento de sintomas

Dados no Brasil

Poucas hospitalizações diretas por conjuntivite
Internações/Ano
Extremamente raro; associadas a complicações
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais registros no Sudeste; variação regional

Perguntas Frequentes

1 Quais são sinais de gravidade?
Dor intensa, visão reduzida ou secreção espessa demandam avaliação rápida.
2 Conjuntivite é contagiosa?
Pode transmitir, especialmente formas virais; lave as mãos e não compartilhe itens.
3 Precisa de exame laboratorial?
Geralmente não; diagnóstico é clínico, exames só se houver complicação.
4 Como prevenir?
Higiene, evitar coçar, lentes conforme orientação, reduzir irritantes.
5 Quando a conjuntivite retorna?
Pode recidivar com alergênicos; tratamento adequado reduz episódios.

Mitos e Verdades

Mito

não melhora sozinha; verdade: muitos casos apresentam resolução com medidas simples.

Verdade

maior parte melhora com higiene, conforto e evitar irritantes.

Mito

antibiótico sempre necessário

Verdade

antibiótico só se houver infecção bacteriana confirmada.

Mito

conjuntivite não é contagiosa

Verdade

pode ser contagiosa, sobretudo formas virais.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure oftalmologista ou clínico geral ao notar irritação ocular persistente
Especialista Indicado
Oftalmologista
Quando Procurar Emergência
Dor intensa, visão reduzida, secreção purulenta grave ou trauma ocular
Linhas de Apoio
0800-123-456 SUS 136 Centro de informações em saúde

CIDs Relacionados

H10.0 H10.1 H10.2 H10.3 H10.8

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.