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cid h10.0
CID-10

Conjuntivite aguda

Conjuntivite, olho vermelho

Resumo

Conjuntivite aguda: olho vermelho, coceira, secreção; maioria benigna com manejo simples

Identificação

Código Principal
H10.0
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Conjuntivite aguda
Nome em Inglês
Acute conjunctivitis
Outros Nomes
Conjuntivite aguda • Conjuntiva inflamável • Conjuntivite ocular • Conjuntiva inflamativa • Conjuntivite vesicular
Siglas Comuns
CA CAC

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VII - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doenças oftalmológicas
Subcategoria
Conjuntivite aguda
Tipo de Condição
doenca
Natureza
infecciosa
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Conjuntivite aguda afeta milhões anualmente, com variações locais
Prevalência no Brasil
Alta ocorrencia em pediatria; dados nacionais variam por estudo
Faixa Etária Principal
Crianças 2-5 anos, também adultos
Distribuição por Sexo
Equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Crianças em creches Contato com infectados Higiene ocular inadequada Lentes de contato Ambientes fechados
Tendência Temporal
Picos sazonais em alguns locais; tendência estável global

Etiologia e Causas

Causa Principal
Inflamação da conjuntiva por vírus ou bactérias; alergias podem mimetizar
Mecanismo Fisiopatológico
Inflamação da conjuntiva com infiltração inflamatória e secreção; edema
Fatores de Risco
Contato próximo com doentes Higiene ocular inadequada Uso de lentes sem higiene Ambientes compartilhados Estresse ocular
Fatores de Proteção
Higiene ocular adequada Não compartilhar objetos pessoais Lentes bem higienizadas Desinfecção de superfícies
Componente Genético
Quase ausência de hereditariedade; casos congênitos raros

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Vermelhidão, coceira, lacrimejamento, secreção
Sintomas Frequentes
Lacrimejamento intenso
Hiperemia conjuntival
Secreção matinal espessa
Sensação de areia
Fotofobia leve
Irritação ocular
Sinais de Alerta
  • Dor intensa
  • Perda de visão
  • Embolamento de secreção purulenta
  • Globo ocular muito sensível
  • País com febre alta
Evolução Natural
Sem tratamento, dura dias a semanas; pode disseminar-se
Complicações Possíveis
Queratite olhística Conjuntivite crônica Infecção secundária Alteração temporária da visão

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de irritação ocular, hiperemia e secreção; exame ocular
Exames Laboratoriais
Análise da secreção Cultura ocular Gram da secreção Teste de alergênicos Hemograma apenas se febre
Exames de Imagem
Nenhum exame de rotina Exames apenas se suspeita de outra etiologia
Diagnóstico Diferencial
  • Blefarite
  • Conjuntivite alérgica
  • Uveíte
  • Cerite
  • Oftalmopatia conjuntiva
Tempo Médio para Diagnóstico
Dias a semanas desde o início dos sintomas

Tratamento

Abordagem Geral
Higiene rigorosa, alívio de irritação e tratamento direcionado
Modalidades de Tratamento
1 Higiene ocular
2 Lubrificante ocular
3 Antibióticos tópicos quando bacteriana
4 Antialérgicos
5 Compressas mornas
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Clínica geral Pediatria Enfermagem Infectologia
Tempo de Tratamento
Varia com etiologia; melhora típica em 3-7 dias
Acompanhamento
Retornos semanais até resolução; reavaliação se piora

Prognóstico

Prognóstico Geral
Benigno com tratamento adequado; evolução rápida
Fatores de Bom Prognóstico
  • Início precoce do tratamento
  • Boa higiene ocular
  • Ausência de complicações
  • Condições estáveis
Fatores de Mau Prognóstico
  • Infecção persistente
  • Complicações oculares
  • Uso inadequado de antibióticos
  • Imunossupressão
Qualidade de Vida
Impacto moderado na rotina, melhoria com tratamento

Prevenção

Prevenção Primária
Higiene ocular e das mãos; evitar compartilhar itens
Medidas Preventivas
Não usar maquiagem compartilhada
Lavar as mãos
Lentes com higiene
Descarte de lentes infecciosas
Cobrir olhos ao espirrar
Rastreamento
Monitorar sinais de piora; encaminhar se não melhorar

Dados no Brasil

Baixo número; dados nacionais não são consistentes
Internações/Ano
Poucos óbitos relatados; não fatal na maioria
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais frequência nas áreas urbanas com escolas

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais exigem atendimento imediato?
Dor intensa, diminuição da visão, secreção espessa de alta voltagem
2 Como distinguir conjuntivite viral de bacteriana?
Viral tem secreção aquosa; bacteriana secreção espessa purulenta
3 Posso usar lentes durante a conjuntivite?
Aguarde resolução; higiene reforçada se voltar a usar lentes
4 Posso tratar em casa?
Cuidados de higiene, compressas mornas; siga orientação médica
5 Conjuntivite volta com frequência?
Recidivas comuns com alergia; tratamento adequado reduz

Mitos e Verdades

Mito

água fria cura rápido

Verdade

higiene adequada acelera recuperação

Mito

só ocorre em crianças

Verdade

adultos também podem adoecer

Mito

antibiótico sempre cura

Verdade

antibiótico só indicado se bacteriana

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure avaliação oftalmológica para confirmação e manejo
Especialista Indicado
Oftalmologista ou clínico geral com acesso a oftalmologia
Quando Procurar Emergência
Dor forte, queda de visão, febre alta ou piora súbita
Linhas de Apoio
136 SUS 0800 644 0441 0800 701 1997

CIDs Relacionados

H10.0 H10.9 H11.0 H11.9 H13.2

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.