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cid h 90
CID-10

Perda auditiva neurossensorial

Surdez neurossensorial

Resumo

Perda auditiva neurossensorial é dano ao ouvido interno ou nervo auditivo, afetando audição.

Identificação

Código Principal
H90
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Perda auditiva neurossensorial
Nome em Inglês
Sensorineural hearing loss
Outros Nomes
surdez neurosensorial • perda de audição neural • hipoacusia sensorioneural • surdez de origem neural
Siglas Comuns
SNHL HLNS

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do ouvido
Categoria Principal
Doenças do ouvido
Subcategoria
Perda auditiva neurossensorial
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas globais apontam centenas de milhões com perda auditiva neurossensorial.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais variam por região e idade.
Faixa Etária Principal
Adultos e idosos a partir de 40 anos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre homens e mulheres
Grupos de Risco
idosos exposição a ruido infecções de ouvido trauma sonoro genética
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento e ruídos cotidianos

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano no ouvido interno, nervo auditivo ou células ciliadas
Mecanismo Fisiopatológico
Danos nas células ciliadas e no nervo auditivo reduzem a captação de sons
Fatores de Risco
idade avançada ruído ocupacional história familiar ototoxicos infecoes trauma
Fatores de Proteção
protecao auricular redução de ruídos controle de infecao tratamento precoce de otite
Componente Genético
Possível contribuição genética em síndromes específicas

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda gradual ou súbita de audição, em uma ou ambas as orelhas
Sintomas Frequentes
dificuldade em entender fala em ambientes barulhentos
zumbido
abafamento
aumento de volume de TV
dificuldade com telefonia
Sinais de Alerta
  • surto súbito de audição
  • dor intensa no ouvido
  • vertigem severa
  • hemorragia no ouvido
  • fraqueza facial
Evolução Natural
sem tratamento pode progredir; manejo adequado ajuda
Complicações Possíveis
comunicacao prejudicada isolamento social baixa qualidade de vida custo emocional dificuldade profissional

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, audiometria tonal e de fala, timpanometria
Exames Laboratoriais
hemograma função renal lipídeos glicose TSH
Exames de Imagem
RM do ouvido TC temporal RM craniana TC de osso temporal
Diagnóstico Diferencial
  • surdez condutiva
  • surdez mista
  • otite crônica
  • cerume impactado
  • neurite acústica
Tempo Médio para Diagnóstico
varia; acesso ao serviço acelera

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo auditivo com proteção sonora, reabilitação e tratamento da etiologia
Modalidades de Tratamento
1 aparelhos auditivos
2 implante coclear
3 reabilitacao auditiva
4 tratamento da causa
5 educação e apoio
Especialidades Envolvidas
Otorrino Fonoaudiologia Neurologia Geriatria Reabilitacao
Tempo de Tratamento
depende da etiologia; meses a anos
Acompanhamento
consultas regulares e ajuste de aparelhos

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; com intervenção adequada, boa adaptação é comum
Fatores de Bom Prognóstico
  • boa adesao ao tratamento
  • uso correto de aparelhos
  • detecção precoce
  • apoio familiar
Fatores de Mau Prognóstico
  • retardo no diagnóstico
  • baixa adesao
  • comorbidades
  • exposição contínua a ruídos
Qualidade de Vida
impacto na comunicação e bem-estar; recursos ajudam

Prevenção

Prevenção Primária
protecao contra ruídos, higiene de ouvidos, tratamento de infecções
Medidas Preventivas
protetores auriculares
evitar ruídos prolongados
manejo de infecções
vacinação quando aplicável
teste auditivo regular
Rastreamento
triagem auditiva em neonatos e idosos com suspeita

Dados no Brasil

null
Internações/Ano
null
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais serviços em áreas urbanas; acesso reduzido no interior

Perguntas Frequentes

1 Como sei se tenho perda auditiva?
Dificuldade de ouvir fala, especialmente no ruído; avalie audição.
2 Posso tratar surdez?
Depende da causa; aparelhos e reabilitação ajudam muito.
3 Diagnóstico precoce funciona?
Audiometria confirma; cedo, melhor adaptação.
4 Prevenção funciona?
Proteção, higiene e infecções bem tratadas reduzem risco.
5 Como lidar no dia a dia?
Protetores, ambiente adequado e treino de comunicação.

Mitos e Verdades

Mito

mito: cura rápida para surdez total

Verdade

verdade: muitas perdas são crônicas; manejo melhora comunicação

Mito

mito: fones nunca prejudicam audição

Verdade

verdade: uso intenso pode danificar; pausas são importantes

Mito

mito: surdez é apenas para idosos

Verdade

verdade: jovens também podem ter surdez por ruído ou genética

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
procure otorrino ou fonoaudiologo; unidade de saúde
Especialista Indicado
Otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo
Quando Procurar Emergência
surdez súbita, tontura, dor ou sangramento no ouvido
Linhas de Apoio
188 Centro de Saúde SUS Telefone

CIDs Relacionados

H90 H91 H92 H93 H94

Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.