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cid glaucoma
CID-10

Glaucoma

Glaucoma (pressão intraocular elevada)

Resumo

Glaucoma: doença ocular que pode reduzir visão se não tratada.

Identificação

Código Principal
CID glaucoma
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Glaucoma. Doença ocular com dano ao nervo óptico por PIO elevada.
Nome em Inglês
Glaucoma
Outros Nomes
Glaucoma de ângulo aberto • Glaucoma de ângulo fechado • Glaucoma crônico • Neurooftalmia glaucomatosa • Nervo óptico
Siglas Comuns
IOP GluOph GLAU

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do olho e anexos
Categoria Principal
Doenças oculares
Subcategoria
Glaucoma de ângulo aberto ou fechado
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Milhões com glaucoma global, maior em idosos.
Prevalência no Brasil
Brasil com variabilidade regional; prevalência maior em adultos.
Faixa Etária Principal
Acima de 40 anos
Distribuição por Sexo
Proporção equilibrada entre sexos
Grupos de Risco
Idade avançada História familiar PIO elevada Raça afrodescendente Miopia alta Diabetes
Tendência Temporal
Aumento com envelhecimento populacional; das detecções.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Elevada PIO por desequilíbrio entre produção e drenagem do humor aquoso.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano progressivo ao nervo óptico pela PIO elevada, com redução do fluxo seccionado.
Fatores de Risco
Idade avançada História familiar PIO elevada Raça afrodescendente Miopia alta Diabetes
Fatores de Proteção
Controle adequado da PIO Adesão ao tratamento Acesso a exames regulares Proteção ocular
Componente Genético
Predisposição genética forte em glaucoma de ângulo aberto.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda gradual de visão periférica sem dor.
Sintomas Frequentes
Defeitos de campo visual
Dificuldade com luzes
Visão em halo
Redução lenta da acuidade
Leve dor ocular rara
Cansaço visual
Sinais de Alerta
  • Dor ocular aguda
  • Vermelhidão intensa
  • Perda súbita de visão
  • Halo ao redor de luz
  • Náusea em crises
Evolução Natural
Sem tratamento, dano se prolonga e piora a visão.
Complicações Possíveis
Perda permanente da visão Campo visual reduzido Dependência de recursos visuais Cirurgias repetidas Dor associada rara

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Medição de PIO elevada + sinais do disco óptico + campo visual alterado.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia Func. renal Perfil lipídico Vitamina B12
Exames de Imagem
OCT do disco óptico Campimetria Oftalmoscopia Fotografia do nervo óptico
Diagnóstico Diferencial
  • Retinopatia diabética
  • Neuropatia óptica isquêmica
  • Neurite óptica
  • Catarata avançada
  • Má visão em lesões
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a exames, geralmente meses

Tratamento

Abordagem Geral
Redução da PIO para frear dano ao nervo óptico, com opções farmacológicas ou cirúrgicas.
Modalidades de Tratamento
1 Medicamentos tópicos
2 Laser
3 Cirurgia de glaucoma
4 Acompanhamento regular
5 Educação terapêutica
Especialidades Envolvidas
Oftalmologia Cirurgia Ocular Diabetologia Reabilitação Visual Fisioterapia
Tempo de Tratamento
Com acompanhamento contínuo ao longo da vida
Acompanhamento
Exames e retorno a cada 3-6 meses para ajuste

Prognóstico

Prognóstico Geral
Com manejo, muitos mantêm visão estável por anos.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Adesão ao tratamento
  • PIO mantida
  • Detecção precoce
  • Disco óptico estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • PIO persistente
  • Defeitos de campo rápidos
  • Diagnóstico tardio
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Visão estável permite boa participação, com apoio

Prevenção

Prevenção Primária
Check-ups regulares ajudam a prevenir danos
Medidas Preventivas
Triagem anual
Controle de diabetes/hipertensão
Proteção ocular
Uso adequado de corticoides
Hidratação e sono
Rastreamento
Campimetria e exame de disco ocular periódicos

Dados no Brasil

Casos anuais variam; dados regionais disponíveis
Internações/Ano
Baixa mortalidade diretamente por glaucoma
Óbitos/Ano
Distribuição Regional