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cid g83
CID-10

Ataxias hereditárias e outras ataxias

Ataxias hereditárias

Resumo

Cansaço de coordenação; diagnóstico com teste genético

Identificação

Código Principal
G83
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Ataxias hereditárias, grupo de distúrbios cerebelares de herança genética, segundo CID-10 G83
Nome em Inglês
Hereditary ataxias
Outros Nomes
ataxia hereditária • ataxia hereditária de herança • ataxia cerebelar hereditária • ataxia espinocerebelar • ataxia de origem genética
Siglas Comuns
AH G83-ATX SCA?

Classificação

Capítulo CID
Capítulo G83: Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Distúrbios cerebelares e do equilíbrio
Subcategoria
Ataxias hereditárias
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Baixa prevalência global; subtipos variam, dados limitados.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; estimativas dependem de subtipos.
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a meia-idade, alguns subtipos pediátricos
Distribuição por Sexo
Proporção semelhante entre homens e mulheres
Grupos de Risco
Portadores de herança autossômica dominante História familiar de ataxia Conjugação de mutações Populações com evidência genética
Tendência Temporal
Observa-se evolução estável com diagnóstico mais precoce

Etiologia e Causas

Causa Principal
Causas genéticasprimárias com herança autossômica dominante/recessiva.
Mecanismo Fisiopatológico
Degeneração de neurônios cerebelares levando a descoordenação
Fatores de Risco
Historia familiar Consanguinidade Subtipos raros Acesso limitado a teste genético Etnia com mutações comuns Exposição a toxinas pouco relevante
Fatores de Proteção
Aconselhamento genético Intervenção de reabilitação Estilo de vida saudável Monitoramento regular
Componente Genético
Forte base hereditária com variantes autossômicas ou mitocondriais

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Desequilíbrio progressivo e marcha instável
Sintomas Frequentes
Tremor de tronco
Dificuldade de coordenação
Disartria
Nistagmo ocular
Hipotonia
Fraqueza leve
Sinais de Alerta
  • Progressão rápida
  • Perda de fala grave
  • Dificuldade de deglutição
  • Queda frequente
  • Deterioração respiratória iminente
Evolução Natural
Progride lentamente sem tratamento específico
Complicações Possíveis
Quedas recorrentes Problemas de deglutição Dificuldade respiratória Dependência progressiva Declínio cognitivo leve

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História familiar, exame neurológico, confirmação genética
Exames Laboratoriais
Hemograma Perfil metabólico Vitamina B12 Lactato/alanina Painel genético de ataxias
Exames de Imagem
RM cerebelo com atrofia MRI de neurônios TC se necessário RM de tronco encefálico
Diagnóstico Diferencial
  • Outra ataxia hereditária
  • Doença metabólica
  • Parkinsonismo
  • Deficiência de B12
  • Demyelinação
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia entre meses e anos conforme acesso a testes

Tratamento

Abordagem Geral
Princípio: manejo sintomático com reabilitação constante
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação física
2 Treino de equilíbrio
3 Fonoaudiologia para fala
4 Terapia de deglutição
5 Suporte nutricional
Especialidades Envolvidas
Neurologia Genética Fisioterapia Otorinolaringologia Fonoaudiologia
Tempo de Tratamento
Longa duração, acompanhamento permanente
Acompanhamento
Consultas regulares; avaliação motora, marcha e fala

Prognóstico

Prognóstico Geral
Varia por subtipo; geralmente progressivo com limitações
Fatores de Bom Prognóstico
  • Diagnóstico precoce
  • Adesão à reabilitação
  • Subtipo com evolução benigna
  • Suporte familiar estável
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progressão rápida
  • Gravidade respiratória
  • Comorbidades
  • Diagnóstico tardio
Qualidade de Vida
Impacto moderado; adaptações úteis melhoram bem-estar

Prevenção

Prevenção Primária
Aconselhamento genético e evitar toxinas quando possível
Medidas Preventivas
Aconselhamento genético
Estilo de vida saudável
Atividade física regular
Avaliação neurológica
Segurança para quedas
Rastreamento
Avaliação neurológica periódica conforme necessidade

Dados no Brasil

Estimativas pouco consistentes
Internações/Ano
Mortalidade pouco descrita por subtipos
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Mais relatos em regiões com acesso genético

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais iniciais de ataxia hereditária?
Mancar estável, tremor e dificuldade de coordenação.
2 É possível confirmar com um teste genético?
Sim, painel genético identifica mutações associadas.
3 O diagnóstico muda o tratamento?
Tratamento foca em reabilitação e apoio, não cura.
4 Existe prevenção para familiares?
Aconselhamento genético ajuda a entender risco.
5 Como manter qualidade de vida?
Rotina de exercícios, alimentação saudável, apoio.

Mitos e Verdades

Mito

ataxia hereditária sempre progride rápido

Verdade

Varia; alguns subtipos têm evolução lenta

Mito

só adultos adoecem

Verdade

Alguns subtipos aparecem na infância

Mito

não há tratamento alguma vez

Verdade

Reabilitação melhora coordenação e qualidade

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure neurologista e genética; iniciar com avaliação
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Queda grave, dificuldade para respirar, engolir
Linhas de Apoio
0800-123-4567 Centro de Valorização da Vida 188 042-000-000

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.