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cid g82
CID-10

Paraplegia

Paralisia das pernas

Resumo

Paraplegia: perda de função abaixo da lesão. Reabilitação e prevenção de complicações são essenciais.

Identificação

Código Principal
G82
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Paraplegia devido a doença da medula espinhal
Nome em Inglês
Paraplegia
Outros Nomes
Paraplegia completa • Paralisia de membros inferiores • Lesão medular com paraplegia • Síndrome paraparesia
Siglas Comuns
PP Plegia

Classificação

Capítulo CID
Capítulo XVI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Doenças neurológicas
Subcategoria
Paraplegia
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Estimativas variam; paraplegia ocorre em contextos de lesão medular, menos comum que tetraplegia
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; variações por acidente de tráfego e doenças
Faixa Etária Principal
Adultos jovens a maduros
Distribuição por Sexo
Sem predomínio único; leve tendência masculina
Grupos de Risco
Trauma medular Infecções da medula Doenças degenerativas Tumores espinhais Condições congênitas
Tendência Temporal
Estável com avanços em prevenção e reabilitação

Etiologia e Causas

Causa Principal
Lesão da medula espinhal por trauma, compressão ou doenças que a atingem
Mecanismo Fisiopatológico
Dano neural abaixo do nível de lesão resulta em perda motora e sensorial
Fatores de Risco
Trauma espinhal Quedas em idosos Esportes de alto impacto Condições vasculares
Fatores de Proteção
Prevenção de trauma Uso de proteção em atividades Cuidados médicos rápidos
Componente Genético
null

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Perda de força e sensibilidade abaixo do nível da lesão
Sintomas Frequentes
Paralisia de membros inferiores
Dor neuropática
Disfunção vesical
Espasticidade
Alterações de temperatura
Sinais de Alerta
  • Febre com piora neurológica
  • Perda súbita de função
  • Dor intensa progressiva
  • Fraqueza abrupta
  • Mudança de respiração
Evolução Natural
Sem tratamento, déficits persistentes; com manejo, estabilização funcional
Complicações Possíveis
Úlceras de pressão Infecção urinária Trombose venosa Dor crônica Disreflexia autonômica

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
Déficit motor/sensorial abaixo do nível da lesão, confirmado por imagem
Exames Laboratoriais
Hemograma PCR Função renal Função hepática Gasometria
Exames de Imagem
Ressonância magnética da coluna Tomografia computadorizada Radiografias
Diagnóstico Diferencial
  • Lesão medular aguda sem déficit completo
  • Tumor espinhal
  • Mielite
  • Compressão tumoral
Tempo Médio para Diagnóstico
Varia conforme acesso a imagem; pode levar dias a semanas

Tratamento

Abordagem Geral
Manejo centrado no paciente, com reabilitação precoce e prevenção de complicações
Modalidades de Tratamento
1 Reabilitação intensiva
2 Dor neuropática com fármacos
3 Cirurgia quando indicada
4 Cuidado com pele
5 Manejo urinário/intestinal
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Ortopedia Reabilitação Enfermagem
Tempo de Tratamento
Duração variável conforme etiologia e resposta
Acompanhamento
Acompanhamento multidisciplinar com metas funcionais

Prognóstico

Prognóstico Geral
Variável; nível da lesão e manejo definem evolução
Fatores de Bom Prognóstico
  • Baixo nível de lesão
  • Início precoce da reabilitação
  • Adesão ao plano
  • Controle de infecção
Fatores de Mau Prognóstico
  • Alto nível de lesão
  • Infecções recorrentes
  • Úlceras profundas
  • Comorbidades graves
Qualidade de Vida
Melhora com adaptações, suporte social e acessibilidade

Prevenção

Prevenção Primária
Previna lesões com proteção, ergonomia e segurança
Medidas Preventivas
Uso de cinto e capacete
Proteção em esportes
Segurança no trânsito
Avaliação ergonômica no trabalho
Vacinação quando cabível
Rastreamento
null

Dados no Brasil

Números variam conforme trauma e disponibilidade de atendimento
Internações/Ano
Mortalidade depende da etiologia e acesso a cuidados
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Sudeste e regiões com maior trauma apresentam maiores registros

Perguntas Frequentes

1 A paraplegia cura com tratamento rápido?
Nem sempre; recuperação varia conforme lesão e intervenção
2 Qual o papel da reabilitação?
Melhora função, reduz complicações e aumenta independência
3 É possível ter parto com paraplegia?
Sim, com planejamento médico adequado e cuidados
4 Como evitar úlceras de pressão?
Mudanças de posição, pele limpa e supervisão regular
5 Quais atividades são seguras?
Seguras conforme orientação médica, com adaptações necessárias

Mitos e Verdades

Mito

paraplegia é irreversível

Verdade

alguns ganhos funcionais são possíveis com reabilitação

Mito

mito_2: remédios simples curam

Verdade

tratamento requer reabilitação multidisciplinar

Mito

mito_3: apenas jovens ficam paraplégicos

Verdade

qualquer idade pode sofrer lesão medular

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure unidade de reabilitação ou neurologia acessível
Especialista Indicado
Neurologista ou médico da reabilitação
Quando Procurar Emergência
Sinais graves: piora súbita, dor intensa, fraqueza aguda
Linhas de Apoio
Centros de reabilitação Assistência social Apoio emocional

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.