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cid g81
CID-10

Hemiplegia (paralisia de um lado do corpo)

Paralisia unilateral

Resumo

Paralisia de um lado do corpo por dano cerebral; recuperação depende de tratamento rápido.

Identificação

Código Principal
G81
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Hemiplegia, paralisia de um lado do corpo decorrente de lesão cerebral
Nome em Inglês
Hemiplegia (one-sided paralysis)
Outros Nomes
hemiplegia • paralisia unilateral • paralisia de hemicorpo • hemiparesia
Siglas Comuns
G81

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Doenças do sistema nervoso
Subcategoria
Hemiplegia, unilateral
Tipo de Condição
doenca
Natureza
adquirida
Gravidade Geral
variavel

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Carga global de paralisia unilateral associada a AVC e trauma.
Prevalência no Brasil
Dados nacionais limitados; similar a tendências internacionais.
Faixa Etária Principal
Adultos, sobretudo após 60 anos
Distribuição por Sexo
Homens e mulheres em equilíbrio
Grupos de Risco
AVC trauma cranioencefálico idosos hipertensão diabetes
Tendência Temporal
Varia por região; melhoria com oposição a fatores de risco.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Lesão cerebral adquirida, geralmente AVC ou trauma craniano.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano às vias motoras e circulação cerebral gera fraqueza unilateral.
Fatores de Risco
hipertensão arterial diabetes fibrilação atrial tabagismo sedentarismo obesidade
Fatores de Proteção
controle da PA atividade física regular dieta balanceada cessação do tabagismo
Componente Genético
Influência hereditária em risco, porém evento vascular domina.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Fraqueza súbita de um lado, afetando face e membros.
Sintomas Frequentes
fraqueza facial
fala arrastada
perda de coordenação
dificuldade de deglutição
queda de equilíbrio
visão turva
Sinais de Alerta
  • fala confusa
  • paralisia repentina de um lado
  • perda de visão
  • desorientação
  • queda abrupta de equilíbrio
Evolução Natural
Sem intervenção, déficits podem persistir; com tratamento, melhora é comum.
Complicações Possíveis
deglutição prejudicada úlcera por pressão depressão convulsões

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História de início súbito + exame neurológico compatível; imagem confirma.
Exames Laboratoriais
hemograma glicemia perfil lipídico coagulação função renal
Exames de Imagem
TC de crânio RM cerebral Doppler de vasos AngioRM
Diagnóstico Diferencial
  • TIA com déficit residual
  • convulsão com fraqueza
  • tumor cerebral
  • encefalite
  • encefalopatia metabólica
Tempo Médio para Diagnóstico
Horas a dias conforme acesso a imagem

Tratamento

Abordagem Geral
Reabilitação precoce, controle de fatores de risco e suporte multiprofissional.
Modalidades de Tratamento
1 reabilitação física
2 terapia ocupacional
3 fonoaudiologia
4 treinamento cognitivo
5 dispositivos de assistência
Especialidades Envolvidas
Neurologia Fisiatria Fisioterapia Logopedia Nutrição
Tempo de Tratamento
Varia conforme gravidade; semanas a meses
Acompanhamento
Seguimento com reavaliações e ajustes de tratamento

Prognóstico

Prognóstico Geral
Perspectiva variável; resposta à reabilitação determina ganho funcional.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Acesso rápido a atendimento
  • Reabilitação precoce
  • Idade baixa
  • Ausência de comorbidades graves
Fatores de Mau Prognóstico
  • Idade avançada
  • Fração de lesão extensa
  • Coagulopatias
  • Doenças cardíacas graves
Qualidade de Vida
Autonomia pode melhorar com reabilitação; suporte social faz diferença

Prevenção

Prevenção Primária
Controle da PA, alimentação saudável, atividade física e evitar tabagismo.
Medidas Preventivas
Controle da pressão
Dieta equilibrada
Atividade física regular
Gestão do peso
Vacinação conforme orientação
Rastreamento
Exames periódicos de PA, glicose e lipídios para detecção precoce.

Dados no Brasil

Média nacional de internações na fase aguda por AVC.
Internações/Ano
Mortalidade anual relacionada a eventos cerebrovasculares.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Carga maior em regiões com maior AVC e acesso a serviços.

Perguntas Frequentes

1 Quais sinais indicam hemiplegia?
Fraqueza súbita de um lado, face torta, dificuldade de falar ou desequilíbrio.
2 Pode haver reversão completa?
Alguns pacientes melhoram com reabilitação; outros ficam com sequelas.
3 Como confirmar diagnóstico?
Avaliação neurológica rápida e imagem cerebral confirmam.
4 É necessário internar?
Na fase aguda pode ocorrer internação; reabilitação segue depois.
5 Como prevenir novas ocorrências?
Controle de fatores de risco, adesão a tratamento e estilo de vida saudável.

Mitos e Verdades

Mito

repouso total cura a hemiplegia.

Verdade

a recuperação depende de tempo de resposta e reabilitação.

Mito

apenas idosos ficam com hemiplegia.

Verdade

pessoas de várias idades são afetadas.

Mito

atividades físicas pioram a condição.

Verdade

exercícios sob orientação ajudam na recuperação.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Sinais de alerta: procure atendimento médico imediato; neurologista a seguir.
Especialista Indicado
Neurologista
Quando Procurar Emergência
Fraqueza súbita, fala confusa ou desequilíbrio: ligue 192.
Linhas de Apoio
Disque Saúde 136 SUS Telefone 0800-…

CIDs Relacionados

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.