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cid g57
CID-10

Mononeuropatia periférica

Neuropatia periférica isolada

Resumo

Resumo: neuropatia periférica é dano a nervos fora do cérebro, causando dormência e dor.

Identificação

Código Principal
G57
Versão CID
CID-10
Nome Oficial
Mononeuropatia periférica segundo OMS
Nome em Inglês
Peripheral Mononeuropathy
Outros Nomes
Neuropatia periférica isolada • Mononeurite periférica • Nervo periférico lesado • Lesão de nervo único • Neuropatia do nervo específico
Siglas Comuns
NPP MPN NP periférica

Classificação

Capítulo CID
Capítulo VI - Doenças do sistema nervoso
Categoria Principal
Neuropatias periféricas
Subcategoria
Mononeuropatia periférica
Tipo de Condição
doenca
Natureza
cronica
Gravidade Geral
moderada

Epidemiologia

Prevalência Mundial
Prevalência global alta; dezenas de milhões com neuropatia periférica.
Prevalência no Brasil
Brasil: prevalência relevante, especialmente entre idosos e diabéticos.
Faixa Etária Principal
Adultos de meia-idade e idosos
Distribuição por Sexo
Leve predomínio masculino
Grupos de Risco
Diabetes mellitus Envelhecimento Alcoolismo Deficiência B12 Trauma nervo
Tendência Temporal
Tendência estável com leve aumento pela população idosa.

Etiologia e Causas

Causa Principal
Dano ao nervo periférico por trauma, compressão ou doença metabólica.
Mecanismo Fisiopatológico
Dano axonal ou desmielinização nos nervos periféricos, gerando sensibilidade alterada e fraqueza.
Fatores de Risco
Diabetes Idade avançada Alcoolismo Deficiência B12 Trauma repetitivo Quimioterapia
Fatores de Proteção
Controle glicêmico eficaz Nutrição balanceada Evitar álcool excessivo Proteção de nervos em atividades
Componente Genético
Influência hereditária em algumas formas; herança poligênica presumida.

Manifestações Clínicas

Sintoma Principal
Queixa de dormência, formigamento ou fraqueza em extremidades.
Sintomas Frequentes
Dor neuropática
Parestesia
Perda de sensibilidade
Fraqueza distal
Redução de reflexos
Atrofia muscular leve
Sinais de Alerta
  • Fraqueza súbita ou piora rápida
  • Perda sensorial progressiva
  • Dor neurótica intensa com febre
  • Alteração assimétrica de função
  • Fraqueza facial súbita
Evolução Natural
Sem tratamento, pode progredir lentamente; com manejo adequado há evolução estável.
Complicações Possíveis
Atrofia muscular distal Dificuldade de marcha Dor crônica persistente Perda de sensibilidade

Diagnóstico

Critérios Diagnósticos
História clínica, exame neurológico e confirmação com EMG/ENMG.
Exames Laboratoriais
Hemograma Glicemia de jejum Vitamina B12 Função hepática ESR/CRP
Exames de Imagem
Ressonância magnética com neuroimagem Ultrassom de nervo RM neurografia
Diagnóstico Diferencial
  • Neuropatia diabética
  • Radiculopatia
  • Esclerose múltipla
  • Síndrome de Guillain-Barré
  • Neuropatia Hereditária
Tempo Médio para Diagnóstico
Pode levar meses a anos, dependendo da etiologia e acesso a exames.

Tratamento

Abordagem Geral
Avaliar causa, reduzir fatores de risco e aliviar dor com abordagem multidisciplinar.
Modalidades de Tratamento
1 Medicação para dor neuropática
2 Fisioterapia planejada
3 Correção de deficiências B12
4 Tratamento da condição subjacente
5 Cirurgia em compressões nervosas
Especialidades Envolvidas
Neurologia Endocrinologia Fisiatria Fisioterapia Nutrição
Tempo de Tratamento
Duração varia de meses a anos; acompanhamento é essencial
Acompanhamento
Consultas regulares, ajuste terapêutico e reabilitação contínua.

Prognóstico

Prognóstico Geral
Prognóstico varia com etiologia; controle adequado melhora resultados.
Fatores de Bom Prognóstico
  • Tratamento precoce
  • Controle metabólico
  • Adesão ao plano
  • Reabilitação eficaz
Fatores de Mau Prognóstico
  • Progressão rápida
  • Causa irreversível
  • Co-morbidades graves
  • Des adequação ao tratamento
Qualidade de Vida
Impacto variável, mas manejo adequado pode manter independência e bem-estar.

Prevenção

Prevenção Primária
Controle de doenças metabólicas, nutrição adequada e proteção nervosa.
Medidas Preventivas
Controle glicêmico
Vitamina B12 adequada
Vacinação
Proteção de nervos
Evitar álcool
Rastreamento
Exames neurológicos regulares em diabéticos para detecção precoce.

Dados no Brasil

Nº de internações anual varia por estado.
Internações/Ano
Óbitos relatados, especialmente com neuropatias dolorosas associadas.
Óbitos/Ano
Distribuição Regional
Carga maior em áreas urbanas com idosos e comorbidades.

Perguntas Frequentes

1 O que é neuropatia periférica?
Doença que afeta nervos fora do cérebro e da medula; pode haver dormência e dor.
2 Quais sinais são de alerta?
Dormência súbita, fraqueza grave, dor intensa sem causa; busque atendimento.
3 Como é feito o diagnóstico?
Avaliação clínica, EMG/ENMG e exames laboratoriais ajudam a identificar a causa.
4 É curável?
Algumas etiologias respondem ao tratamento; nem sempre há cura completa.
5 Como prevenir?
Controle diabetes, alimentação equilibrada, atividade física, evitar toxinas.

Mitos e Verdades

Mito

neuropatia periférica é fatal.

Verdade

não reduz a expectativa de vida; tratar etiologia ajuda.

Mito

dor é sempre efeito normal da idade.

Verdade

dor pode indicar neuropatia; tratamento alivia.

Mito

formigamento é sempre grave.

Verdade

nem todo formigamento indica neuropatia; avalie com médico.

Recursos para o Paciente

Onde Buscar Ajuda
Procure médico de família; ele encaminha a neuropediatra ou neurologia.
Especialista Indicado
Neurologista ou fisiatra
Quando Procurar Emergência
Fraqueza repentina, dor forte com febre, alterações sensoriais graves.
Linhas de Apoio
SUS 136 Disque Diabetes Centro de apoio local

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Aviso Importante

As informações contidas neste site são apenas para fins educacionais e não substituem o aconselhamento médico profissional. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para diagnóstico e tratamento.